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segunda-feira, 24 de setembro de 2018
Brasileirão 2018: Flamengo 2 x 1 Atlético Mineiro
Após uma semana livre para treinos, várias mudanças e pressão pela vitória, o Flamengo conseguiu os tão sonhados três pontos. São sete nos últimos nove disputados.
No entanto, ainda longe do auge pré-Copa. Dificilmente a equipe voltará a jogar nesse nível. Para a torcida, ter essa consciência é um bom caminho para não se estressar ao assistir as partidas.
Nessa altura do campeonato, tudo que se espera é um Rubro Negro que consiga definir seus jogos, ser competitivo, afinal, quem está jogando bola de campeão nesse Brasileiro? Talvez o Palmeiras seja o time que chegue mais forte nesse final de segundo turno.
Barbieri, como todo treinador, teve erros e acertos e fez o que pôde com um elenco bem limitado.
Acertou com Arão - que vem há jogos atuando bem (isso é bom ou ruim?) e Trauco na lateral. O lateral arrumou duas assistências e foi o jogador decisivo que os meias deveriam ser. Os atacantes seguem sem marcar gols. Nunca vi time ser campeão sem um artilheiro.
Errou novamente com Matheus Sávio. Lembrando que o mesmo jogador reapareceu no intervalo da Copa do Mundo e virou titular. Novamente, na única semana de treino após dois meses, voltou a ganhar oportunidade e outra vez foi mal.
O que revela a fragilidade do elenco do Flamengo, bem diferente do Palmeiras, por exemplo.
Acertou ao já realizar a substituição no intervalo, tirando Matheus Sávio para a entrada de Vitinho. E acertou novamente ao tirar um Vitinho no mundo da lua para entrada do Marlos. Não lembro de um treinador Rubro Negro realizando uma substituição da substituição. Mostrou personalidade e ousadia para devolver ao banco o jogador de 10 milhões de euros.
No entanto, errou ao outra vez, recuar a equipe tendo mais de vinte minutos de jogo. Ao tirar Dourado para colocar Pires - e atuar com três volantes, permitiu que zagueiro atleticano Leonardo Silva virasse atacante, pois não tinha mais preocupação com nenhum atacante Rubro Negro.
O empate, à exemplo do jogo contra o América-MG, não veio por pouco, muito pouco!
Com a vitória, a diferença para o líder, São Paulo, caiu pela metade: três pontos. O Flamengo está na briga, pelo menos numericamente.
domingo, 27 de maio de 2018
Brasileirão 2018: Atlético Mineiro 0 x 1 Flamengo
Uma vitória para ser muito comemorada. Após uma desgastante viagem para Argentina, o Flamengo teve que encarar um Atlético Mineiro fora de casa, valendo a liderança do Campeonato Brasileiro.
E era uma tarefa duríssima, contra um adversário que venceu os três jogos que fez no Independência, que teve a semana livre e não perdia para o Rubro Negro em Belo Horizonte pelo Brasileirão há oito anos.
E para piorar, o Flamengo jogava com uma zaga jovem: Léo Duarte e Thuler, que acabara de ser campeão estadual sub-20 na semana passada contra o Vasco e jogando de titular, mesmo tendo 19 anos.
Foi um sufoco desgraçado, muita pressão, duas bolas na trave e Diego Alves realizando milagres, porém os três pontos vieram e o clube da Gávea dorme na liderança e pode terminar a rodada em primeiro caso Corinthians não vença por três gols de diferença.
É um Flamengo que aceita a condição inferior em certo momento e permite o adversário ter a posse de bola. Quantas vezes o Rubro Negro não foi questionado justamente por ter posse de bola e ser arame liso, não conseguindo finalizar e levar perigo?
Nas duas últimas partidas o time entregou a bola ao adversário: contra o River e agora contra o Atlético Mineiro o Flamengo teve apenas 40% de posse.
Sem dúvida é uma mudança de característica. Não é necessário ter o controle do jogo em todos os momentos e em todas as situações.
Aliás, ter 40% da posse de bola é o normal de todos os adversários da equipe mineira jogando no Independência. Contra o Vitória: 65% x 35%; contra o Corinthians: 58% x 42%; contra o Cruzeiro: 64% x 36%.
Vamos ver se será uma nova característica desse Flamengo de Barbieri ou foi apenas pelas circunstâncias de jogo.
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Sem Cuellar, com a seleção colombiana, Jonas foi o destaque com incríveis nove desarmes, recorde da atual edição do Brasileiro, segundo o Footstats.
No entanto, o grande nome foi Vinicius Jr. A única fonte de escape no primeiro tempo, de um Flamengo que buscava o passe na vertical de forma inteligente, contra um linha de zaga avançada, que tinha o goleiro Victor praticamente de líbero.
No segundo tempo, já sem o inoperante Dourado, Jean Lucas entrou e empurrou Vinicius Jr pro atacante. Foi nessa posição que ele aproveitou o rebote e, em um contra-ataque de almaque, deixou livre para Éverton Ribeiro garantir a vitória.
Vale lembrar, quem não se lembra da titularidade absoluta do Éverton, que impedia Vinicius Jr de jogar, ou o argumento de que o garoto só podia atuar nos 15 minutos finais? Pois é, como as coisas mudaram.
A jovem dupla de zaga Léo Duarte e Thuler foi providencial, pois dificilmente Réver e Juan aguentariam a velocidade do ataque mineiro. Ambos foram decisivos nos cortes dos 49 cruzamentos atleticanos.
Existe muita coisa a ser melhorada, reforçada, contratada, começando pelo treinador. O Flamengo segue líder do Brasileiro, mesmo tendo atuações pouco convincentes. Que não se deixem levar pela euforia.
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Brasileirão 2017: Flamengo 1 x 1 Atlético Mineiro
Em um jogo entre favoritos disputado de forma precoce, logo na primeira rodada, o Flamengo estreou no Brasileiro empatando com o Atlético Mineiro em 1 x 1 no Maracanã, que recebeu 50 mil torcedores.
Sem Diego e ainda sem Conca, o Flamengo enfrentou um poderoso adversário, que confirmou por que vem forte no Campeonato Brasileiro.
O Rubro Negro, pelo que passou dentro de campo, pode considerar o empate um bom resultado, em que pese ter criado várias chances e novamente ter pecado no arremate.
Foi sem dúvida o adversário mais duro dessa temporada. Era evidente que o Atlético, pelos talentos individuais, não ficaria apenas esperando uma jogada para definir a partida, permitindo ao Flamengo impor e fazer seu jogo como de costume: troca de passes, amassar o adversário e finalizar quase 20 vezes por jogo.
A equipe mineira conseguiu 55% de posse de bola, trocou 156 passes a mais e finalizou 13 contra 10 dos donos da casa.
Zé Ricardo optou por Matheus Sávio na função do Diego, com Éverton e Berrio e Guerrero na frente. O Atlético não se intimidou com o Maracanã lotado e partia pra cima do Flamengo, que tentava se criar com as jogadas em velocidade dos pontas, porém, sem a boa participação do apagado Guerrero, que não exercia o papel de pivô e não encontrava brecha para finalizar.
Na primeira finalização, sem querer, Matheus Sávio abriu o placar. Muralha fez apenas uma defesa, em cobrança de falta. Berrío poderia ter ampliado e facilitado as coisas pro Flamengo: pela direita, saiu da defesa, enfileirou e chegou na cara do gol, era só chutar e marcar um golaço, porém quis passar para Guerrero dentro da área e a marcação tirou. O peruano também teve uma chance e chutou para fora.
No segundo tempo o Atlético Mineiro iniciou melhor, mais perto da área e com a entrada do veloz Cazares, no lugar do lento Otero, tendo Elias ainda mais avançado, Fred de pivô e Robinho se movimentando, sufocaram o Rubro Negro. O empate era questão de tempo e veio em boa chegada do Elias na grande área. E por pouco, Vaz salvou em cima da linha, o bom equatoriano não vira a partida.
Faltou o Arão exercer esse papel do Elias, chegar no ataque com homem surpresa. Aliás, os volantes não estiveram em uma tarde inspirada e a diferença com os volantes mineiros ficou evidente.
Zé Ricardo tentou voltar a ganhar o meio de campo: colocou Trauco, entrando Renê na lateral. Pouca coisa mudou. Foi com a entrada do Ederson que o time começou a respirar e sair do sufoco. As saídas de Fred e Robinho aliviaram também a euforia mineira, e foi a senha para a entrada do Vinicius Júnior para tentar ganhar o jogo.
Em condições normais a opção seria o Rodinei, porém, com Pará suspenso na quarta, o treinador quis poupar o lateral-atacante-talismã.
Mesmo com um segundo tempo ruim, o Flamengo ainda criou chances com Ederson e Guerrero de forma inacreditável, entretanto o gol não saiu.
Agora é focar e garantir a classificação para as oitavas de final da Libertadores contra um novo San Lorenzo, agora vice-líder do campeonato argentino e em ótima fase.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Brasileirão 2016: Atlético-MG 2 x 2 Flamengo
Durante a semana Rafael Vaz disse que o Flamengo faria seu melhor jogo no campeonato. E assim foi: pelo menos no primeiro tempo voltou a exibir o futebol que o levou a brigar pelo título, mas as substituições da segunda etapa fracassaram e o empate no final acabou sendo justo e até um alívio.
Depois de tentativas de usar um meia mais aberto e tendo atuações irregulares nas últimas partidas, Zé Ricardo voltou ao utilizar dois jogadores de velocidade nas pontas, e o Rubro Negro voltou a jogar bem, trocando passes e sem afobação nos cruzamentos.
Após superar a pressão inicial do Galo, que vinha de 12 vitórias seguidas em casa, o Flamengo equilibrou o jogo e dominou o primeiro tempo com 60% de posse de bola, 12 finalizações contra apenas quatro do adversário e 185 passes certos contra 122. O Rubro Negro abriu o placar, fechava bem a marcação impedindo as jogadas em velocidade, mas cometeu o terrível erro de não ampliar o marcador quando era superior taticamente aos donos da casa.
O Atlético Mineiro briga pelo título mais pelo talento individual de seus jogadores do que pelo trabalho do Marcelo Oliveira. Para a segunda etapa entraram Luan e Pratto. Com Robinho centralizado e na base do abafa e de uma velocidade desorganizada, o time mineiro bateu de frente com um Flamengo mais lento na recomposição e sem conseguir segurar a bola no meio de campo, graças às substituições do Zé Ricardo.
Justiça seja feita: Allan Patrick já cumpriu bem esse papel de entrar no segundo tempo, jogando até mais aberto, prendendo a bola e criando boas jogadas no ataque. Foi assim contra o Vitória, Palmeiras e Cruzeiro. Entretanto no sábado entrou mal demais, não sentiu a fervura que o jogo estava.
A lentidão do meio de campo aumentou com a entrada do Émerson. Aí não consigo respostas para esta opção pela terceira vez seguida. Maldito gol contra o Palestino que o ressuscitou.
Com o Atlético Mineiro todo no ataque, Zé Ricardo procurou mais manter a posse de bola do que aproveitar o espaço que o adversário estava dando enquanto atacava em busca do gol de empate. É um ponto a ser revisto.
Além da boa atuação do primeiro tempo, a outra ótima notícia foi ver Guerrero novamente tendo atuação destacada - a segunda seguida. Fez o gol quando ninguém mais esperava e manteve a esperança do heptacampeonato.
Isto tudo porque o Palmeiras perdeu sua invencibilidade neste segundo turno ao ser derrotado pelo Santos. Contra o Sport o líder nada jogou, mas venceu. Agora começa seu sequência pesada: Inter em casa, Atlético Mineiro fora e Botafogo em casa. Se continuar jogando essa bolinha, as chances de perder o título são grandes.
O Flamengo enfrenta o Botafogo e depois enfrenta o América-MG e Coritiba. É a hora de cortar vantagem e passar à frente!
Todos ao Maracanã no sábado.
domingo, 10 de julho de 2016
Brasileirão 2016: Flamengo 2 x 0 Atlético Mineiro
O Flamengo superou os desfalques, venceu o também desfalcado Atlético Mineiro por 2 x 0 e vai dormir entre os quatro melhores do campeonato brasileiro.
Foi a primeira vitória por mais de um gol de diferença e justamente contra uma das melhores equipes do Brasil.
Os reservas da Gávea fizeram diferença com bom jogo do Vizeu, Mancuello e Canteros, além da zaga e goleiros seguros.
Mesmo sem diversos titulares, o Flamengo manteve o padrão das últimas partidas, o que demonstra um princípio de consistência tática e organização.
A equipe Rubro Negra não finalizou muitas vezes, porém foi cirúrgica quando chegou, dominou quando precisou e viu a zaga tirar as inúmeras bolas lançadas na área.
Sem Cazares e Fred, a equipe mineira perdeu muita qualidade no meio de campo, sofreu com a forte marcação e fez sua pior partida ofensiva no campeonato: apenas duas finalizações corretas.
O começo foi bem interessante. O Flamengo avançou a marcação, dominava o meio de campo com boa participação dos meias e rondava a área do galo mineiro.
O gol saiu após uma tabelinha vertical entre Arão, ótima deixada de Mancuello para o Vizeu que finalizou com categoria.
A partir da metade da etapa inicial, com o Flamengo já mais recuado, o adversário equilibrou o jogo com o Robinho tendo mais espaço, chegou a fazer dois gols impedidos, porém abusava dos cruzamentos e a zaga Rubro Negra e o Muralha cortavam todas a bolas.
No segundo tempo o Atlético começou melhor, incomodou mais a defesa Rubro Negra e Muralha fez boas intervenções.
O segundo gol saiu logo no começo, em boa jogada com Fernandinho - que antes havia errado tudo, e Vizeu, sempre bem posicionado, marcou o segundo.
O Flamengo tentou algumas escapadas no contra-ataque, mas errava demais. Melhorou com a entrada do Canteros no lugar do Mancuello e o Rubro Negro passou a dominar o meio de campo e segurar a bola no ataque.
O Flamengo controlou, Vizeu teve chance de matar a partida, mas não tinha mais pernas.
A vitória foi garantida sem grandes sustos contra um dos melhores do campeonato.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Com apoio dos poderes públicos, Atlético Mineiro encaminha seu estádio. É hora do Flamengo se posicionar para essas eleições
Com apoio da Prefeitura, da Câmara e dos Secretários, o Atlético Mineiro está muito perto de obter as licenças necessárias para iniciar a obra do seu estádio, com capacidade para 45 mil torcedores e por R$ 500 milhões.
Segundo o Globo Esporte, o clube mineiro já cumpriu com 80% das obrigações que têm para conseguir enviar o projeto - faltando apenas um licenciamento ambiental para a construção do empreendimento na área e também a declaração de utilidade pública por parte do Estado.
A expectativa é que as obras comecem em 2017.
A própria Prefeitura enviará um projeto à Câmara para alterar a legislação, por se tratar de um licenciamento de um grande empreendimento.
O Secretário de Meio-Ambiente e vice-prefeito de Belo Horizonte é um dos incentivadores do projeto por ser muito importante para a cidade.
O complexo esportivo ainda terá um parque de lazer para os moradores no entorno. Por isso o Estado vai declarar que o estádio e de utilidade pública.
Enquanto isso, o Flamengo está há três anos com um projeto para a construção de uma simples arena olímpica, com capacidade para pouco menos de quatro mil espectadores, simplesmente parado.
Desanima muito!
É ano de eleição municipal. Ou o Rubro Negro se posicional claramente e de forma veemente em apoio a candidatos que demonstrarem ser favoráveis ao seu estádio, ou vai ficar cada vez para trás em termos financeiros e técnico, com sócio-torcedor morno e fazendo três jogos em três cidades diferentes em uma semana.
É a hora do Flamengo agir,
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Primeira Liga 2016: Atlético 0 x 2 Flamengo
Não foi uma vitória simples. Não dá pra relativizar ter ganho do vice-campeão brasileiro que, apesar dos desfalques tem um elenco que joga juntos há tempos, em pleno Mineirão e também com desfalques Rubro Negros importantes no meio de campo, porque não.
É preciso encontrar o ponto certo pra qualificar a vitória de ontem. Nem exaltar demais até porque tiveram falhas já conhecidas, mas também é um erro avaliar que não teve uma súbita melhora no segundo tempo.
Foi um primeiro tempo de muitos erros de passe na altura do meio de campo, que provocaram ataques do Atlético Mineiro contra uma defesa pega de surpresa. Márcio Araújo era o responsável por conduzir a bola da defesa pro ataque, exatamente como Ronaldo tão bem fez na Copa São Paulo, porém essa não é a do Araújo, ao contrário do jovem volante.
O Flamengo tentava ficar com a posse de bola, mas os atacantes estão isolados. Allan Patrick e Mancuello fizeram falta neste meio de campo.
Muricy no início da temporada apostava no 4-3-3. Mas assim como o Santa Cruz, ontem jogou no simples: 4-4-2. E isso é ótimo, pois não prende o time a um esquema, mas arma de acordo com o que tem à disposição.
O vestiário do Flamengo deve ter sido animado, porque a postura da equipe foi outra no segundo tempo com marcação avançada: Arão encontrava seu espaço, Émerson caía mais pelo meio de campo, atrás do Guerrero, e deixava a marcação das pontas para os velocistas Gabriel e Éverton. Não dá para um atacante com 38 anos jogar aberto e ainda ter que voltar pra recompor.
Com a equipe mais compacta e a queda no número de erros de passe, a defesa não ficava mais exposta e o Flamengo com mais pernas e melhor preparado fisicamente, engolia o adversário em pleno Mineirão.
Marcelo Cirino novamente entrou bem e foi dele o passe perfeito para Guerrero finalmente desencantar. Um alívio. O peruano não vinha fazendo jogos ruins, mas faltava aquilo que o atacante vive. No jogo passado Guerrero com apenas um toque deixou Arão livre pra marcar, ontem deixou o campo livre para a corrida do Cirino, que levantou a cabeça e viu seu companheiro bem posicionado.
O segundo veio após briga do Émerson. Era tudo que o Guerrero precisava.
Um dia difícil para Rubens Lopes e sua maldita FERJ, que assistiu a 30 mil torcedores lotarem o estádio em pleno janeiro.
Um dia ótimo para continuar acreditando que Muricy vai fazer desse porção de bons jogadores um grande time!
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Brasileirão 2015: Flamengo 0 x 2 Coritiba; Atlético Mineiro 4 x 1 Flamengo
Não é hora de desespero. Depois de seis vitórias seguidas e 100% de aproveitamento, Osvaldo de Oliveira finalmente foi apresentado com o pior legado deixado pelo Cristóvão: a fragilidade defensivas nos cruzamentos.
Quando a zaga melhorou minimamente, levou apenas três gols em seis partidas, sendo dois de pênalti, o Flamengo venceu, convenceu e subiu pro G4. E não ganhou jogando no limite e com placar miserável, não.
Contra o Coritiba foi um desastre. Deu tudo errado e a derrota foi justa, mas contra o Atlético Mineiro foi uma derrota difícil de aceitar. Ainda mais pelo placar dilatado e irreal, a meu ver.
A zaga voltou a expôr seus erros clamorosos em cruzamentos. Apesar disto, o Flamengo fez um primeiro tempo bom, superior ao jogo de Brasília.
Mas não se perde um pênalti, com o placar zerado e fora de casa contra um dos líderes do campeonato. Eu não sabia, mas é estatisticamente provado que o Vitor só agarra as cobranças de pênalti daquele lado, justamente o lado que o Allan Patrick bateu. O Flamengo deveria saber disto antes de jogar contra um dos melhores goleiros neste quesito.
A história, é verdade, poderia ter sido diferente se o Vitor, no lance, tivesse sido expulso, afinal era o último homem. Dizer que Cirino não ia em direção ao gol é um absurdo, até porque é preciso driblar o goleiro pro lado para marcar o gol escancarado.
Enfim, vendo pelo lado positivo, foi bom ver que o time não repetiu a atuação ruim de Brasília. Agora, Osvaldo terá uma semana para acertar o posicionamento defensivo e treinar os titulares com as voltas de Ederson e principalmente de Guerrero. O Rubro Negro está em sexto lugar, das próximas quatro partidas, três serão no Maracanã.
Já de cara enfrenta o Vasco no domingo. Não é possível que o Flamengo continuará sua seca neste ano contra o adversário cruzmaltino em partidas que valem alguma coisa.
E vamos Mengão!
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Copa do Brasil 2014 - Semifinal: Atlético Mineiro 4 x 1 Flamengo
Como estão os senhores?
Admiro que tem cabeça, estômago e coração forte pra escrever alguma linha logo depois de quarta-feira. O blog viveu oficialmente o luto...hehe
Estou a caminho do último sentimento, que começou com a raiva (Por que Matheus?), decepção (Ah, aquela bola do Canteros!), tristeza (Acabou o ano e o sonho do tetra) e aceitação (O Galo, mesmo afastando três jogadores, tem mais elenco, mereceu, paciência).
Quando Éverton fez 1 x 0, a primeira coisa que pensei foi: "não é possível que vai acontecer a mesma coisa, a história não vai se repetir, o raio não vai cair duas vezes no mesmo lugar, com Luxemburgo à frente não, ele pôde aprender com o Corinthians".
Pois é. Pensei que o Luxa velho de guerra, o Luxa xeque-mate, o Luxa que engolia o treinador adversário tivesse voltado. Porém, no jogo mais importante do ano, errou todas as substituições.
Jayme na final da Copa do Brasil terminou a partida com três zagueiros e três volantes, e ainda tirou o Carlos Eduardo para entrar o João Paulo na lateral. Mas deixou o veloz Paulinho. Já Luxemburgo nem fechou o time como deveria - Amaral e Samir, por exemplo, e tirou todas as oportunidades de contra-atacar.
Se Gabriel não tinha condições de fato deveria ter mantido pelo menos um entre o Éverton e o Nixon. Tirou os dois, perdeu a possibilidade de escapadas rápidas e ainda colocou os laterais do Galo todo no campo Rubro Negro para um festival, uma chuva, uma avalanche de cruzamentos.
Reparem que apesar de dezenas de cruzamentos não houve nenhum gol de cabeça, mas a grande área estava tão congestionada, o Atlético se sentia tão à vontade que atacava com oito e pegava todos os rebotes. Era impossível segurar.
Pra completar, um dos mais experientes, Eduardo da Silva, quis dar um toque de calcanhar. Errou e na sequência sofreu o segundo gol. Imperdoável!
Não sei os amigos, mas não vi nada depois dos 20 minutos do segundo tempo. No bar, assistindo com a turma do Rubro Negros da Ilha, fiquei numa rua transversal. Infelizmente só deu para ouvir o desespero da torcida, os dois gols e o sofrimento.
E, apesar de todo domínio mineiro na segunda etapa, Canteros teve a chance de calar o Mineirão. Chutou alto e em cima do Victor. Cáceres também teve sua chance. Outra vez o goleiro salvou. Isso tudo em minutos. Não precisava ficar todo recuado, não é?
A ficha aos poucos vai caindo. Ainda vamos chegar à fase da aceitação.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Brasileirão 2014: Flamengo 2 x 1 Atlético-MG
Foi a terceira vitória consecutiva do time no Brasileirão, fato que não acontecia desde 2011, justamente com o próprio Luxemburgo.
Ao contrário dos outros jogos, o Flamengo teve campo para trocar passes e buscar o ataque. E começou bem, buscando os espaços pela direita, girando a bola de um lado pro outro, mas falhando muito na execução final, até por ter entrado com quatro volantes em campo e um Arthur limitado no ataque.
Sem jogar todo fechado na marcação, o time expôs suas deficiências: o galo mineiro aguardava os erros de troca de passe da equipe carioca. Foram dois erros no meio de campo, no terceiro não segurou a velocidade de Maicosuel, que passou pelo melhor marcador - Cáceres e como quis pelo zagueiro mais experiente - Wallace.
O Flamengo se assustou e passou a errar muito no ataque e dar muito espaço na defesa. O time de Levir Culpi não aproveitou e pouco ameaçou depois de abrir o placar. Dátolo, que sempre joga inspirado contra o Rubro Negro, fez uma partida bem ruim.
Os erros permaneciam até os 17 minutos do segundo tempo, quando entraram Lucas Mugni e Eduardo da Silva. No primeiro lance o atacante sofreu pênalti. Sete minutos depois mais uma vez ele, João Paulo, em sua terceira assistência colocou na cabeça do Rubro Negro Croata para virar a partida e levar o Maracanã à baixo.
Depois foi só coração para segurar o placar. Foram 27 bolas roubadas do Flamengo. Muita raça e vontade na marcação e dezenas de carrinhos para impedir o ataque mineiro. Lucas Mugni e Eduardo da Silva seguravam a bola no ataque e deixaram o tempo correr. Esse detalhe fez muita diferença.
Canteros foi um monstro. Acertou 50 passes, seu recorde desde quando chegou à Gávea, segundo o Footstats. Éverton parece mais confiante graças ao gol na última rodada e voltou a jogar bem.
Enfim, é um Flamengo que aos poucos começa a tomar corpo. O time começa a sair da pressão para entrar na fase de confiança de que pode render mais.
O preparo físico com Antônio Mello parece ter dado resultado em pouquíssimo tempo. O que correram para conseguir a virada e depois para segurar a pressão não foi brincadeira.
O zagueiro Marcelo lembra muito Júnior Baiano. Fez um corte no meio de campo e depois chutou a bola para escanteio!!! Depois deu uma bicuda dentro da grande área pro alto!!!. Precisa tomar seu remedinho antes das partidas.
Eis Luxemburgo: cinco jogos, quatro vitórias. O Flamengo respira novos ares.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Brasileirão 2013: Atlético-MG 1 x 0 Flamengo
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| Gabriel: o futebol do começo do campeonato, sumiu |
Flamengo foi com time reserva para enfrentar o também reserva do Atlético-MG e por pouco não venceu o jogo. No mínimo merecia um empate.
Mas dos males o melhor: os principais jogadores foram poupados e a vantagem para a zona de rebaixamento continuou praticamente a mesma do começo da rodada.
E tem mais: a tal pontuação elevada para escapar - chegaram a falar em 48 pontos, ficou pra trás. O corte deve cair para a faixa dos 45 pontos e olhe lá. O Vasco, por exemplo, tem um aproveitamento de 36%, vai ter que chegar aos 50% de aproveitamento (campanha de um Atletico-MG) para chegar aos 45 pontos.
O jogo foi uma tristeza no primeiro tempo. O Flamengo pouco ameaçou o goleiro Victor. Já no segundo tempo o time voltou diferente. O incrível Val se movimentava bem ao ataque e chegou a chutar umas bolas com perigo.
Com boa movimentação no começo do segundo tempo, Hernane perdeu grande pela dentro da área e Gabriel deu um raro belo chute. Victor realizou grande defesa.
Mas eis que o lateral mineiro Lucas acertou um belo chute do meio da rua após uma bobeada do sem recursos Luiz Antônio. A bola fez uma curva e impediu a defesa de Felipe.
Do outro lado, o lateral da base Digão foi um desastre. Errou tudo. A divisão de base Rubro Negra precisa começar do zero mesmo, porque, se ele é o único lateral formado para socorrer o time adulto, tem algo de errado por lá.
Jayme deu mole também. Poderia ter coloca o Marcelo Moreno bem antes. Seu erro, talvez o principal, é esse: demora demais a mudar o time, demora demais a mexer, a reagir.
Bruninho ainda perdeu dois gols dentro da área pela esquerda. Beleza, perdeu mesmo, mas se movimentou, quis mostrar serviço, mostrar que pode ser aproveitado ano que vem. O que não pode ter é má vontade, preguiça, como muito garoto da base.
O foco agora é para quarta-feira.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Brasileirão 2013: Flamengo 3 x 0 Atlético-MG
A frustração de quarta-feira ficou pra trás. Com um belíssimo primeiro tempo, o Flamengo venceu o Atlético-MG por 3 x 0, saiu da zona de rebaixamento e colocou o adversário lá.
A verdade é que, muito mais que um time com uma postura diferente, fora de campo Mano Menezes teve a coragem de mudar o esquema em três dias. E deu certo. Jogando com três volantes, com um mais fixo (Cáceres, apesar de não ser o ideal) e dois habilidosos (Luiz Antônio e Elias), que apoiaram bastante e ainda ajudaram na marcação na saída de bola, o Flamengo ganhou a partida pelo primeiro tempo.
A entrada de um atacante (Nixon) e não de um meia, foi para tentar melhorar aquele último passe, que faltou no começo da partida de quarta-feira. Mais méritos para Mano Menezes que viu muito bem essa deficiência.
Ter um atacante na área, até porque Marcelo Moreno sai para buscar jogo, deu o primeiro resultado logo no começo. O time abriu o placar com troca de passes da dupla de ataques. A pressão continuava e Elias, um monstro, vem evoluindo desde a chegada do Mano, marcou o segundo em um chute de fora da área.
Sem reação, o Atlético-MG aceitava a forte marcação Rubro Negra e pouco ameaçava o Felipe. E o Flamengo perdia a chance de liquidar com o jogo.
No segundo tempo o Flamengo tratou de atrair o adversário pro seu campo para tentar matar o jogo no contra-ataque, o que não tem sido uma característica do treinador atual, ao contrário do time do Dorival, e olha que não faltam jogadores velocistas. Felipe passou sufoco e fez grandes defesas. Dessa vez sem erros de arbitragem e falhas do goleiro.
O time do Mano precisava de uma bola, e foi na entrada do Paulinho em passe de Rafinha que o Flamengo marcou o terceiro e garantiu os três pontos. Falta essa jogada surgir com mais frequência para aliviar a pressão de certas partidas.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Brasileirão 2012 - 33ª Rodada: Atlético-MG 1 x 1 Flamengo
A preleção do Zinho deve ter sido daquelas no vestiário. O fato é que o Flamengo conseguiu mais um ponto e está cada vez mais perto de liquidar esse bendito ano.
O clima estava semelhante ao do jogo no Engenhão. Estádio lotado, pressão da torcida. Muitos temiam até um passeio do adversário, mas o que se viu foi uma partida nervosa por parte do Atlético-MG e o Flamengo controlando o ímpeto ofensivo, alguns bons passes, mas sem perigo de gol.
Com um Cléber Santana fazendo um jogo ruim, a verdade é que o Flamengo pouco ameaçou. No segundo chute de longa distância, Renato conseguiu seu gol. Antes, o Atlético-MG ainda teve um pênalti discutível em cima do Ronaldinho, e depois conseguiu uma bola na trave com Jô e ainda teve o zagueiro Réver perdendo um gol claro dentro da pequena área.
Antes do final do primeiro tempo, Welligton Silva foi expulso, Felipe se contundiu e Dorival foi expulso na volta do segundo tempo, que foi um treino de defesa x ataque. Era um tal de inversão de Ronaldinho para Marcos Rocha, que infernizava o Ramon pela direita, Bernard se movimentando muito, e o atacante Leonardo conseguiu empatar a partida logo aos 11 minutos.
Apesar do gol, a dupla de zaga se comportava bem, e tirava tudo que podia da defesa. Ao Flamengo só restava se defender, com um meio de campo lento, a saída de contra-ataques era praticamente impossível. Love "lost" sofria rodeado de marcadores sem ajuda quando, por milagre, dominava uma bola.
Dorival errou ao demorar a tirar Cléber Santana. A boa participação de Welligton Bruno deu a impressão que se entrasse um pouquinho mais cedo, a pressão poderia não ser tão absurda como foi. O novo contratado conseguiu desafogar a defesa e ainda criou uma boa chance, mas Ibson inexplicavelmente escorregou quando foi chutar.
Àquela altura, o empate estava de bom tamanho. Excelente para o Fluminense, bom para o Flamengo e péssimo para o Atlético-MG.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Brasileirão 2012 - 14ª Rodada: Flamengo 2 x 1 Atlético-MG
Que vitória, que jogo, que festa! Foi uma noite inesquecível: a torcida lotou o Engenhão e empurrou o time para derrotar o vice-líder do campeonato. Com a vitória, o Flamengo subiu para o décimo lugar e está bem perto de chegar à pontuação que o livra da degola.
Foi um Flamengo diferente, que entrou sufocando o adversário desde os primeiros minutos. A linha de marcação Rubro Negra parecia intransponível, impedindo o Atlético de ameaçar o goleiro Felipe. Ronaldinho tocava na bola, e três jogadores já brigavam para recuperar a posse.
Deve ter sido pela primeira vez que Dorival armou o time no esquema tradicional, sem invencionices, sem um volante-leve. Foram dois volantes de fato, dois meias e dois atacantes, mas além de táticas e esquemas, o clima era outro, era praticamente impossível o Flamengo sair de campo derrotado.
Vagner Love voltou a marcar depois do incrível gol perdido em Goiânia. Liedson depois de carimbar a trave por três vezes, já marcou pela segunda vez consecutiva. Hoje o time não depende mais apenas do Love. Isso é bom.
Depois do gol, o Rubro Negro recuou a marcação, mas ainda assim poderia ter ampliado se Love acertasse as jogadas no ataque se o assistente não marcasse impedimento em Léo Moura.
No segundo tempo o Atlético-MG começou melhor, e logo aos quatro minutos conseguiu seu gol. Mas Welligton Silva brilhou outra vez e em boa jogada pela direita, encontrou Liedson livre dentro da área para fazer 2 x 1.
Cuca foi pra cima, colocou Neto Berola para tentar dar mais velocidade ao seu ataque, porém, logo em seguida, Réver agrediu González e foi justamente expulso. Dali em diante só restou ao Flamengo tocar bola, segurar o jogo no seu ataque e conseguir a vitória mais comemorada do ano.
Faltou matar o jogo, faltou acertar o passe derradeiro. Mas Cléber Santana soube segurar bem a bola, cadenciar quando precisou, sem a correria desenfreada que estávamos assistindo em outras partidas.
* E Ronaldinho? Pelo visto vai repetindo a temporada no Flamengo em 2011: excelente primeiro turno, e um returno apagado com seu time caindo na tabela.
* Dorival respira: conquistou sete pontos em nove disputados, sendo dois jogos contra os líderes - Grêmio e Atlético-MG. Domingo enfrenta o Fluminense, grande favorito e líder disparado do campeonato.
* Welligton Silva. Segunda partida seguida muito boa. Sem o peso de ser reserva do Léo Moura, vai jogando solto no ataque, chegando bem à linha de fundo e marcando razoavelmente.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
25º Rodada do Brasileirão: Atlético-MG 1 x 1 Flamengo
E o Flamengo chega ao seu recorde histórico em campeonatos brasileiros, são dez jogos sem vitórias, mas mesmo assim o time continua na sexta posição. É um Brasileirão estranho mesmo. E o mais estranho nisso tudo é que nada de novo acontece. Nenhuma revolta da torcida e principalmente nenhuma mudança dentro de campo, o esquema e os jogadores continuam os mesmos.
Luxemburgo erra feio aí. Só foi tirar um dos três volantes nos minutos finais, quando o Flamengo ficou com um a mais.
O primeiro tempo parecia um Ronaldinho irritado pela marcação e jogando no sacrifício. O ataque não funcionava, Jael era presa fácil para cinco marcadores atrás dele. Thiago Neves não completava nenhum drible, perdia todas as bolas, onde foi parar o futebol do primeiro semestre, meu Deus?
No final do primeiro tempo, duas boas roubadas de bola de Airton e Willians resultaram em dois bons contra-ataques. Thiago Neves errou o passe dentro da área para o Jael, e no segundo lance o bandeira errou em 1,52m de um impedimento inexistente. Inacreditável. Jael sairía na cara do gol e tinha Ronaldinho ainda ao lado para empurrar;
A zaga Rubro Negra se comportava bem, Welligton fez uma partida segura, mas Alex Silva fez falta besta em André. Daniel Carvalho fez um golaço, no lado do Felipe, que pulou atrasado, apesar da bola está em cima dele.
Foi a vez do Flamengo pressionar, mesmo sem muita organização e força ofensiva. Ronaldinho conseguiu o empate. Luxemburgo mudou o time, mas mudou muito errado. Não tiraria o Jael para a entrada do Deivid, e tiraria um dos três volantes para colocar o Negueba. As substituições não deram certo, quebraram o ímpeto do time, que passou a ser muito pressionado pelo Atlético-MG.
Quando o empate já parecia de bom tamanho, eis que Deivid perde um gol inacreditável, na cara do goleiro, livre. E depois de outra grande jogada de Ronaldinho, Léo Moura finaliza bem, mas o goleiro faz bela defesa.
A sorte de campeão que por tantas vezes passou pelo Flamengo, resolveu agora nós abandonar.
Bom segundo tempo do Ronaldinho. No primeiro ficou engessado com a única jogada disponível com Jael de costas para cinco marcadores.
Excelente jogo do Airton, e também do Léo Moura, Welligton, e do Willians no segundo tempo.
Péssima partida do Negueba, Júnior César e do Deivid. Quando Willians finalmente acerta uma jogada na vertical, o infeliz perde o gol. Surreal!
E o campeonato brasileiro vai acabando, faltam apenas 13 rodadas...que pena, Flamengo!
sábado, 25 de junho de 2011
6º Rodada do Brasileirão: Ronaldinho responde às críticas dentro de campo
Qual a resposta de Ronaldinho? Trinta minutos de grande futebol, um golaço que desabou o Atlético-MG e encaminhou a vitória do Flamengo.
Depois de um primeiro tempo com muita marcação, posse de bola, mas sem ousadia, criatividade. Era um time preso, previsível, sem velocidade.
E foi justamente quando Luxemburgo tirou um zagueiro, colocou um atacante dentro da área, um meia atacante aberto com velocidade e puxou Ronaldinho pro meio de campo.
A saída do David, que errou tudo que tentou, principalmente na saída de bola, foi uma boa substituição.
Destaque para Luiz Antônio, uma partida perfeita, mostrando para Willians que não precisa de exagerar nas faltas e na vontade para ser um bom marcador. Muralha entrou jogando na vertical, bem, com personalidade.
Outro ponto positivo foi a marcação forte do meio de campo, apertando a saída de bola até o final da partida.
Destaque também para a postura do Flamengo, que sofreu o gol quando estava até melhor no começo do segundo tempo, mas soube partir pra cima, ter a cabeça tranquila e virar o jogo. E o melhor, quando virou, não recuou, continuou atacando, pressionando, marcando, aos gritos de olé da torcida.
Ronaldinho calou os críticos, derrubou as pautas negativas, no silêncio, sem respostinha mal-criada. Que essa boa fase continue!
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