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sábado, 3 de outubro de 2015
45 mil ingressos vendidos para o jogo deste domingo às 11h
Após três derrotas seguidas, nada mais nada menos do que 45 mil ingressos já foram vendidos para o jogo deste domingo, estreando no horário das 11h, contra o Joinville pelo Campeonato Brasileiro.
O conceito de: "só vai na boa" não vale para a torcida Rubro Negra! Que show|!
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Brasileirão 2015: Flamengo 0 x 2 Coritiba; Atlético Mineiro 4 x 1 Flamengo
Não é hora de desespero. Depois de seis vitórias seguidas e 100% de aproveitamento, Osvaldo de Oliveira finalmente foi apresentado com o pior legado deixado pelo Cristóvão: a fragilidade defensivas nos cruzamentos.
Quando a zaga melhorou minimamente, levou apenas três gols em seis partidas, sendo dois de pênalti, o Flamengo venceu, convenceu e subiu pro G4. E não ganhou jogando no limite e com placar miserável, não.
Contra o Coritiba foi um desastre. Deu tudo errado e a derrota foi justa, mas contra o Atlético Mineiro foi uma derrota difícil de aceitar. Ainda mais pelo placar dilatado e irreal, a meu ver.
A zaga voltou a expôr seus erros clamorosos em cruzamentos. Apesar disto, o Flamengo fez um primeiro tempo bom, superior ao jogo de Brasília.
Mas não se perde um pênalti, com o placar zerado e fora de casa contra um dos líderes do campeonato. Eu não sabia, mas é estatisticamente provado que o Vitor só agarra as cobranças de pênalti daquele lado, justamente o lado que o Allan Patrick bateu. O Flamengo deveria saber disto antes de jogar contra um dos melhores goleiros neste quesito.
A história, é verdade, poderia ter sido diferente se o Vitor, no lance, tivesse sido expulso, afinal era o último homem. Dizer que Cirino não ia em direção ao gol é um absurdo, até porque é preciso driblar o goleiro pro lado para marcar o gol escancarado.
Enfim, vendo pelo lado positivo, foi bom ver que o time não repetiu a atuação ruim de Brasília. Agora, Osvaldo terá uma semana para acertar o posicionamento defensivo e treinar os titulares com as voltas de Ederson e principalmente de Guerrero. O Rubro Negro está em sexto lugar, das próximas quatro partidas, três serão no Maracanã.
Já de cara enfrenta o Vasco no domingo. Não é possível que o Flamengo continuará sua seca neste ano contra o adversário cruzmaltino em partidas que valem alguma coisa.
E vamos Mengão!
domingo, 13 de setembro de 2015
Brasileirão 2015: Chapecoense 1 x 3 Flamengo
E segue a campanha invicta do Flamengo neste segundo turno. Jogando fora de casa a equipe derrotou o Chapecoense por 3 x 1 e permanece na quarta colocação. Agora são seis vitórias seguidas em seis rodadas neste returno.
São tantos pontos positivos e impressionantes, como por exemplo, 1) Flamengo é a equipe que menos sofreu finalizações contra seu gol no segundo turno, 2) são apenas três gols sofridos em seis jogos, sendo dois destes de pênalti, 3) o time não se abala quando leva um gol, pelo contrário, faz justamente o que precisa ser feito: coloca a bola no chão e mata o jogo com o terceiro gol. Em outros tempos um golzinho do adversário era motivo para desestabilizar o ambiente, 4) reservas dando conta do recado e substituindo titulares imprescindíveis e 5) cada jogo um atleta vem decidindo, mostrando que o elenco não era tão ruim como se pensava.
Mas, a meu ver, já escrevi no post passado, o maior mérito dessa equipe com Osvaldo de Oliveira é a troca de passes efetiva. Pouco tem sido dito pelos analistas, espero que continuem assim.
Os gols do Flamengo estão saindo após longa e incansáveis trocas de passes. Lembro bem que Cristóvão tentou até fazer de um time cuja característica é a velocidade, que valorizasse a posse de bola, porém foi com o novo treinador que a bola no pé significou envolvimento da defesa adversária de forma ofensiva e, por outro lado, proteção à defesa: ser a equipe que menos sofreu finalização neste segundo turno é fruto disso.
A equipe Rubro Negra foi soberana no primeiro tempo. Jogou firme, com marcação forte na saída de bola e praticamente não deu chance do Chapecoense respirar.
Chegou ao ponto de, segundo a imprensa, os torcedores catarinenses abandonarem o estádio antes do intervalo.
Já na etapa final, com 2 x 0 no placar, o Flamengo recuou e via Apodi infernizar o Jorge na defesa. Só que agora, ao contrário do Cristóvão, Osvaldo fez uma ótima e básica leitura de jogo colocando Luiz Antônio na lateral. Problema corrigido e fatura liquidada, se não fosse o pênalti bobo de Márcio Araújo, que vem tendo um melhor posicionamento: não avança e cobre as duas laterais.
Mas Kayke, após assistência de Éderson, outra boa notícia, garantiu a vitória com autoridade.
Destaques para César Martins que, depois de um começo titubeante, se firma como titular e para Paulinho crescendo a cada partida.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Brasileirão 2015: Flamengo 2 x 0 Cruzeiro
Sem cinco titulares o Flamengo conseguiu uma vitória fantástica contra o Cruzeiro por 2 x 0, com golaços de Allan Patrick e Luiz Antônio, e chegou ao G4 do Brasileirão.
Era jogo pra ganhar, não para jogar bem. Para se ter uma ideia, o time que terminou era formado por seis atletas revelados da base: Paulo Victor, Samir, Jorge, Luiz Antônio, Kayke e Jajá.
É a quinta vitória seguida, 100% de aproveitamento no segundo turno com Osvaldo Oliveira. Nos últimos cinco jogos o Flamengo levou apenas dois gols, sendo um de pênalti. Clara evolução.
Foram três pontos conquistados, apesar do Cruzeiro ter jogado melhor o primeiro tempo, dominando as ações ofensivas e abusando da bolas erguidas na área Rubro Negra, então ponto fraco da equipe. Paulo Victor fez uma grande defesa na única vez que a zaga não tirou.
Mas o gol saiu aos nos acréscimos, após uma incansável troca de passes do Flamengo. Reparem que a bola estava lá do outro lado e o time veio tocando até chegar na esquerda e encontrar o Allan Patrick na área - ele já havia participado antes da construção da jogada. Tem sido recorrente nos últimos jogos: boas trocas de passes, não de forma modorrenta sem saber o que fazer, mas produtiva, envolvendo a defesa adversária.
Já o segundo tempo foi melhor. O Flamengo voltou marcando mais e equilibrou a partida. Jonas, Paulinho e Cirino subiram de produção. A torcida cantava em êxtase, parecia pressentir, quando Luiz Antônio fez um golaço de placa aos 23 minutos e, com 2 x 0 no placar, aquela história de time recuar ficou pra trás: a equipe Rubro Negra cresceu de vez e dominou o jogo até o final sem deixar o Cruzeiro partir pro abafa.
Destaques: Pará marcando demais. Allan Patrick novamente comandando o meio de campo. O zagueiro César fazendo sua estreia, ótima partida. E Samir precisa parar de agarrar o adversário dentro da área, já é o segundo jogo seguido que ele faz isso.
Tirando o título da Copa do Brasil de 2013 e o Estadual, passamos três anos comemorando as conquistas institucionais fora de campo. Agora é hora da torcida curtir essa fase dentro das quatro linhas. E que na próxima temporada não seja por apenas quatro meses.
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Brasileirão 2015: Flamengo 3 x 1 Fluminense
O Flamengo segue sua incrível trajetória rumo ao G4. Neste domingo a equipe Rubro Negra derrotou o Fluminense por 3 x 1, terminou a rodada na sexta colocação, passou o próprio tricolor e está a três pontos da vaga para a Libertadores.
São quatro vitórias em quatro rodadas neste segundo turno. No primeiro turno, na mesma quarta rodada, o time tinha apenas um ponto.
Por esse péssimo início, terá que fazer uma campanha praticamente perfeita para sonhar com a Libertadores. Mas é pensar jogo a jogo e confiar no que vem sendo apresentado dentro de campo.
Ontem, no Maracanã, o Flamengo começou avassalador. Fez 2 x 0, apesar do primeiro gol ter sido irregular, e poderia ter ampliado se Kayke não tivesse perdido na cara do Cavalieri.
Foram nove chutes no primeiro tempo e um amplo domínio.
O Fluminense só foi fazer sua primeira finalização aos 45 minutos. Tudo isso graças à duas linha de quatro quando o time não tinha a bola, apenas o Kayke ficava mais à frente, mas por vezes um ou dois desta linha subia e pressionava a saída de bola tricolor. Não dá pra exercer pressão os 90 minutos, por isso é preciso saber dosar essa marcação pressão.
Justamente por isto aquele espaço que tinha na entrada da defesa não tem mais. Os zagueiros fazem boas antecipações na marcação e não ficam mais no mano a mano com o adversário. Ficou mais protegido.
No ataque, com Éverton pela direita, o time encontrava espaços, sempre buscava tabelas pelo meio de campo e contava com as ultrapassagens do Pará.
No segundo tempo o Fluminense voltou com mais um atacante e pressionava mais. Com o pênalti de Samir, o tricolor diminuiu o placar.
O jogo parecia que complicaria, porém o Flamengo soube controlar o jogo muito bem. Allan Patrick não foi decisivo em passes verticais, mas foi bem no domínio do meio de campo. Conseguia controlar a posse de bola, que não era uma posse improdutiva, o time chegava fácil ao ataque ajudado pelo Éverton na lateral esquerda.
Com o terceiro gol o Flamengo colocou o Fluminense na roda de vez e controlou a partida até o final. Nas intervenções que precisavam ser feitas, Paulo Victor fez. Como é bom ter um goleiro de verdade em baixo das traves.
Kayke perdeu gols, é verdade, mas o Guerrero também havia perdido. O que ele não pode ter é apenas uma ou duas chances por jogo. E quem falasse que o Kayke seria o substituto do peruano umas semanas atrás estaríamos todos desesperados, mas ele tem cumprido bem seu papel, buscando espaços, fazendo gols e resolvendo as partidas. Foi um belo achado.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Campeonato Brasileiro 2015: Sport 0 x 1 Flamengo
A eliminação de quarta-feira não foi sentida. O time com Allan Patrick é impressionantemente outro. Curiosamente, nas duas partidas em que Guerrero não jogou, a equipe se comportou bem taticamente, mas o peruano fez falta nas bolas sobradas dentro da pequena área.
Kayke perdeu duas vezes em baixo da trave por não ter reação e faro de atacante. Goleador espera qualquer rebote e empurra pro gol; ou a bola bate nele e corre de mansinho pro fundo da rede.
A boa notícia é que Paulinho voltou a jogar bem. Já havia ido bem contra o tricolor paulista no Maracanã. Jogou com velocidade, fez boas escapadas, falta caprichar no passe decisivo, mas é um bom alento.
São nove vitórias do time neste campeonato, todas por apenas um gol de diferença. Assim como contra o São Paulo, quando o Flamengo deveria ter aplicado uma goleada, outra vez o time abusou de perder gols.
O gol aos quatro minutos e a expulsão de Samuel Xavier aos 25 deixaram a partida à feitio do Flamengo. Chegou a ter 77% de posse de bola com um jogador a mais. No segundo dominou completamente e ficou sempre com mais de 60% de posse a segunda etapa inteira.
Mas, novamente, precisa aprender a liquidar o jogo.
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Mas, novamente, precisa aprender a liquidar o jogo.
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São cinco pontos do G4 e uma boa sequência pela frente. O que parecia 2015 perdido na noite de quarta-feira, agora renasce.
A equipe já bateu na trave por duas vezes, espera-se que agora o Rubro Negro consiga sua primeira sequência de três vitórias seguidas neste campeonato contra o Avaí, na Arena das Dunas.
Nas duas primeiras rodadas do primeiro turno o Flamengo conquistou apenas um ponto. Agora já são seis.
Como manda a péssima tradição, a equipe fará um bom segundo turno, tem chances sim de Libertadores, mas ficará um gosto amargo de sempre terminar de montar seu elenco quando as chances de título são nulas.
domingo, 16 de agosto de 2015
Brasileirão 2015: Palmeiras 4 x 2 Flamengo
Foram 21 finalizações do Flamengo, oito ao gol. O Palmeiras só acertou quatro, e fez quatro gols.
A defesa do Flamengo é a segunda mais vazada do campeonato, só perdendo para o Vasco. Não há ataque que resista a sua defesa levar nove gols nas últimas quatro partidas.
Novamente o time fez um bom primeiro tempo, porém outra vez a defesa falhou na bola alçada na área. É insuportável, virou doença crônica e por isso precisa receber um tratamento especial urgente para o segundo turno.
Sai zagueiro, entra zagueiro e os problemas persistem. O treinador tem obrigação de resolver esse problema que tem matado as últimas boas atuações.
Se ainda sonham com a Copa do Brasil, em mata-mata não tem condições do time ter uma média de mais de dois gols sofridos por partida.
E arbitragem foi decisiva de maneira absurda: deixou de marcar dois pênaltis claros: um em Pará (com três minutos) e outro no Guerrero, somada ainda à expulsão do goleiro alviverde pois era o último homem e o gol era evidente.
O mesmo arbitro que marcou esse pênalti no mergulho do Vagner Love na vitória do Corinthians contra o Figueirense. Confira aqui. E foi incapaz de marcar duas faltas claras neste domingo.
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Cristóvão escalou corretamente. O primeiro tempo é reflexo do bom time titular que formou: o Flamengo chegou a ter 84% de posse de bola com 15 minutos de jogo e errou apenas dez passes. Um domínio completo.
Cristóvão voltou ainda melhor pro segundo tempo. Sacou Jonas amarelado e entrou com Éderson. O time viveu 15 minutos incríveis: chegava pelos dois lados, fez dois gols, Pará acertou a trave e o time chegou aos 75% de posse de bola.
A virada Rubro Negra veio aos 12 minutos. O time dominava e não permitia o Palmeiras respirar, mas o gol bobo na falha do Samir desmoronou o Flamengo de forma impressionante. O Palmeiras chegou ao 4 x 2 com 25 minutos, ou: 13 minutos.
Aí faltou o Cristóvão atuar para estancar a hemorragia, mas também faltava banco, faltava um primeiro volante pra empurrar o Márcio Araújo pra direita. Erro absurdo liderar o Cáceres, ainda mais com a quantidade de cartão amarelo que o Jonas leva.
*******************
E o que Flamengo está esperando para se manifestar de maneira firme contra a arbitragem patética desse primeiro turno?
A defesa do Flamengo é a segunda mais vazada do campeonato, só perdendo para o Vasco. Não há ataque que resista a sua defesa levar nove gols nas últimas quatro partidas.
Novamente o time fez um bom primeiro tempo, porém outra vez a defesa falhou na bola alçada na área. É insuportável, virou doença crônica e por isso precisa receber um tratamento especial urgente para o segundo turno.
Sai zagueiro, entra zagueiro e os problemas persistem. O treinador tem obrigação de resolver esse problema que tem matado as últimas boas atuações.
Se ainda sonham com a Copa do Brasil, em mata-mata não tem condições do time ter uma média de mais de dois gols sofridos por partida.
E arbitragem foi decisiva de maneira absurda: deixou de marcar dois pênaltis claros: um em Pará (com três minutos) e outro no Guerrero, somada ainda à expulsão do goleiro alviverde pois era o último homem e o gol era evidente.
O mesmo arbitro que marcou esse pênalti no mergulho do Vagner Love na vitória do Corinthians contra o Figueirense. Confira aqui. E foi incapaz de marcar duas faltas claras neste domingo.
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Cristóvão escalou corretamente. O primeiro tempo é reflexo do bom time titular que formou: o Flamengo chegou a ter 84% de posse de bola com 15 minutos de jogo e errou apenas dez passes. Um domínio completo.
Cristóvão voltou ainda melhor pro segundo tempo. Sacou Jonas amarelado e entrou com Éderson. O time viveu 15 minutos incríveis: chegava pelos dois lados, fez dois gols, Pará acertou a trave e o time chegou aos 75% de posse de bola.
A virada Rubro Negra veio aos 12 minutos. O time dominava e não permitia o Palmeiras respirar, mas o gol bobo na falha do Samir desmoronou o Flamengo de forma impressionante. O Palmeiras chegou ao 4 x 2 com 25 minutos, ou: 13 minutos.
Aí faltou o Cristóvão atuar para estancar a hemorragia, mas também faltava banco, faltava um primeiro volante pra empurrar o Márcio Araújo pra direita. Erro absurdo liderar o Cáceres, ainda mais com a quantidade de cartão amarelo que o Jonas leva.
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E o que Flamengo está esperando para se manifestar de maneira firme contra a arbitragem patética desse primeiro turno?
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Brasileirão 2015: Flamengo 3 x 2 Atlético Paranaense
Apesar do placar apertado, o Flamengo dominou completamente o Atlético Paranaense e, mesmo sem Guerrero, venceu por 3 x 2.
Novamente o time fez um ótimo primeiro tempo. Cristóvão surpreendeu armando a linha de quatro no meio de campo, com Márcio Araújo na direita, Canteros e Allan Patrick de volantes e Éverton na esquerda.
O gol logo aos 11 minutos deixou o jogo do jeito que o Flamengo queria. Com a marcação compactada, os paranaenses não encontravam espaço pelo meio, mas na bola parada acharam o gol de empate. Pela terceira partida seguida o Rubro Negro levou gol em cruzamento na área.
O Flamengo reagiu, não se abalou e não deixou o adversário gostar do jogo. Flutuando pelos dois lados, Éderson começou a mil por hora e deu dois bons chutes. Na frente, Émerson infernizava a zaga do Atlético Paranaense e foi dele o segundo gol em belo chute de esquerda após cabeçada consciente de Éverton.
Quase o Sheik marca o terceiro, mas o assistente marcou falta no goleiro, apesar do juiz nada ter marcado. O terceiro gol veio mesmo com Allan Patrick, um golaço de falta, após boa jogada do estreante Éderson atacando pela primeira vez de frente pro gol e não caindo pelos lados.
Jogando de segundo volante, a saída de bola ganhou uma referência com Allan Patrick, semelhante ao Dorival que recuou o Lucas Lima no empate contra o Flamengo. Foram 34 passes e apenas quatro errados, seu segundo melhor desempenho no campeonato.
Caso se firme nesta posição, Cristóvão pode optar pelo Jonas para uma melhor marcação, apesar da melhor técnica do Canteros.
Novamente a bola na área foi um tormento na segunda etapa. O adversário marcou o segundo gol em falha defensiva crônica do Flamengo: o cruzamento. A pressão só não ficou pior porque o volante Hernani foi expulso.
E também porque Émerson, o mais experiente, garantiu a vitória segurando a bola no ataque com fôlego de um jovem, e contando ainda com boas escapadas de Pará pela direita.
O time evoluiu. Voltou a fazer um bom primeiro tempo, mas desta vez saiu com a vitória. Éderson entrou bem e Cristóvão ganhou uma nova opção ofensiva.
O gol logo aos 11 minutos deixou o jogo do jeito que o Flamengo queria. Com a marcação compactada, os paranaenses não encontravam espaço pelo meio, mas na bola parada acharam o gol de empate. Pela terceira partida seguida o Rubro Negro levou gol em cruzamento na área.
O Flamengo reagiu, não se abalou e não deixou o adversário gostar do jogo. Flutuando pelos dois lados, Éderson começou a mil por hora e deu dois bons chutes. Na frente, Émerson infernizava a zaga do Atlético Paranaense e foi dele o segundo gol em belo chute de esquerda após cabeçada consciente de Éverton.
Quase o Sheik marca o terceiro, mas o assistente marcou falta no goleiro, apesar do juiz nada ter marcado. O terceiro gol veio mesmo com Allan Patrick, um golaço de falta, após boa jogada do estreante Éderson atacando pela primeira vez de frente pro gol e não caindo pelos lados.
Jogando de segundo volante, a saída de bola ganhou uma referência com Allan Patrick, semelhante ao Dorival que recuou o Lucas Lima no empate contra o Flamengo. Foram 34 passes e apenas quatro errados, seu segundo melhor desempenho no campeonato.
Caso se firme nesta posição, Cristóvão pode optar pelo Jonas para uma melhor marcação, apesar da melhor técnica do Canteros.
Novamente a bola na área foi um tormento na segunda etapa. O adversário marcou o segundo gol em falha defensiva crônica do Flamengo: o cruzamento. A pressão só não ficou pior porque o volante Hernani foi expulso.
E também porque Émerson, o mais experiente, garantiu a vitória segurando a bola no ataque com fôlego de um jovem, e contando ainda com boas escapadas de Pará pela direita.
O time evoluiu. Voltou a fazer um bom primeiro tempo, mas desta vez saiu com a vitória. Éderson entrou bem e Cristóvão ganhou uma nova opção ofensiva.
domingo, 2 de agosto de 2015
Brasileirão 2015: Flamengo 2 x 2 Santos
Foram 67% de posse de bola no primeiro tempo e 11 chutes a gol. Com 61 mil presentes, o Flamengo fez sua melhor etapa inicial neste Brasileiro contra o Santos, ontem, no Maracanã e poderia ter ganho por mais do que os 2 x 0.
Seguro na defesa, Paulo Victor nem via a cor da bola. O time ora alternava posse de bola, ora recuava e atraía o adversário pro seu campo. E olha que jogou com dois volantes e ambos avançando. Márcio Araújo fez boa jogada costurando a zaga e Canteros chegava pela meia-direita no vácuo central santista.
O jogo Rubro Negro era todo concentrado pela direita: Émerson caía por este lado e puxava a marcação.Quando o Flamengo descobriu o buraco no meio de campo aproveitou-se e foi mortal.
A jogada do primeiro gol, porém, começou do outro lado, na esquerda, e sobrou para Alan Patrick acertar um belo chute. Com o Santos atordoado, Canteros apareceu livre no meio e deixou Émerson para esperar o goleiro cair e tocar por cima. 2 x 0 nos cinco minutos minutos finais.
A goleada era mais palpável do que qualquer outro resultado. Mas Dorival Júnior mexeu bem. Se no primeiro tempo Lucas Lima era a única opção de velocidade e inteligência no meio de campo santista, Marquinhos Gabriel entrou no lugar de um volante e povoou a região central.
Qualquer leigo já sentia e percebia que o adversário havia voltado melhor pro segundo tempo, menos o Cristóvão, que assistia a tudo passivamente. A resposta poderia ter sido a entrada de Cáceres no lugar de Allan Patrick - que pediu para sair, e adiantado o Canteros. Ou o Luiz Antônio para recompor a marcação no meio de campo. Mas martelaram tanto que é errado jogar com três volantes, como se não importasse mais a posição deste terceiro homem na disposição tática do que sua função de origem.
É verdade que o banco do Flamengo era bem pobre. As opções foram o inútil Gabriel e nos acréscimos o desnecessário Almir.
Apesar disso tudo Éverton teve a chance derradeira de colocar o time novamente na frente, mas não tem nem de longe a frieza do Émerson quando fica na cara do goleiro.
Pelo menos na próxima rodada Jonas e Ederson já são opções.
Ps: Sem querer ser ranzinza, mas Émerson e Guerrero (já está pendurado e os dois amarelos foram por reclamação) precisam parar de tomar amarelo por bobeira. São os dois principais jogadores da equipe e preciso ter consciência disso. Desculpem o mau humor.
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Brasileirão 2015 - 12ª rodada: Inter 1 x 2 Flamengo
Paolo Guerrero só foi marcar pelo Corinthians no sétimo jogo. Mas na estreia aqui na Gávea marcou seu primeiro gol com o Manto Rubro Negro logo aos 10 minutos de jogo.
E o Flamengo venceu pela primeira vez jogando no Rio Grande do Sul neste campeonato de pontos corridos. Aliás, nas quatro vitórias da equipe no Brasileirão, três foram fora de casa e ambas jogando no Sul, região que já foi um tormento para o Rubro Negro.
O bom de tudo isso é que o Flamengo ganhou não só por jogar com mais vontade ou por brigar à cada dividida, isso pode ser perigoso, mas por atuar bem taticamente. A equipe colocou o Inter na roda.
Com Jonas de primeiro volante, Cáceres vai jogar na sua real posição: segundo volante (E o melhor: nenhum dos dois levou amarelo). A defesa ficou mais protegida, Marcelo na zaga fez incrivelmente um bom jogo, e na frente Guerrero incomodou demais, contando ainda com a boa movimentação de Émerson e a chegada do Canteros.
O gol logo no começo favoreceu à escalação de Cristóvão. O time não precisou trocar mais do que 258 passes para colocar o Colorado na roda e executar uma atuação segura.
O Flamengo já havia feito ótimos 20 minutos contra o Figueirense no Maracanã e um bom primeiro tempo, porém perdeu pelo menos cinco chances e foi derrotado sofrendo um gol nos minutos finais. Agora o time conseguiu ser consistente praticamente os 90 minutos. Que continue esta evolução contra o Corinthians, no Rio.
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A imprensa gaúcha não perdoou a segunda derrota seguida em casa do Inter: "Na noite fria e molhada, o Flamengo serviu chocolate quente", escreveu o colunista Wianey Carlet.
Abusando do bairrismo, o jornal Zero Hora afirmou que a equipe Rubro Negra é uma das piores do campeonato, mas marcava com três jogadores e sobrava em toda dividida:
"Os jogadores entraram mole nas divididas. Perderam todos os rebotes. Abandonaram a recomposição defensiva de maneira assustadora. Não houve aproximação. O jogador que estava com a bola logo era cercado por três do Flamengo, uma das piores equipes do campeonato. Sheik, às costas de Geferson, e Guerreiro, por dentro, colocaram o Inter na roda. Até Cáceres, um volantão comum, flanou no meio-campo do Flamengo, cabeça erguida, tocando bola com leveza. Ninguém cobria o companheiro ou chutava na direção do gol".
E destacou que Guerrero, mesmo cansado pela Copa América entrou em campo com toda disposição. Ao contrário do chileno Aránguiz que foi poupado da partida:
"Autor de quatro gols em quatro jogos contra o Inter, Guerrero não parecia cansado do retorno da Copa América – Aránguiz, que também esteve no torneio no Chile, ganhou folga e deverá se reapresentar nessa quinta-feira ao Inter".
sábado, 13 de junho de 2015
Brasileirão 2015 - 7ª Rodada: Coritiba 0 x 1 Flamengo
Na primeira semana limpa de trabalho, Cristóvão foi premiado com uma importantíssima vitória contra o Coritiba por 1 x 0.
Hoje o time precisa muito mais vencer do que jogar bem. Recuperar a confiança é o primeiro passo.
É o terceiro Brasileiro seguido que o Flamengo consegue vencer fora de casa o adversário, que sempre foi uma dor de cabeça para o Rubro Negro.
O JOGO
O Flamengo começou sem muita movimentação, atacando somente pela direita com Gabriel e Luiz Antônio e algumas tentativas de cruzamento.
Com três volantes Canteros foi o mais participativo, porém sem grande atuação. Jonas e Márcio Araújo apenas serviam para fazer a bola girar - passe pro lado.
O mais importante é que a defesa ficou mais arrumada e sofreu apenas um gol em três jogos com a volta do Samir.
Algumas intervenções do Cristóvão deram certas, como o Luiz Antônio na lateral e Eduardo titular no ataque. Méritos do treinador.
No primeiro lance de perigo das duas equipes, Eduardo da Silva abriu o placar.
Porém, novamente a arbitragem prejudicou o Flamengo. É o sexto jogo nesse campeonato e a diretoria precisa agir urgentemente, da mesma forma que o Alexandre Póvoa agiu nos playoffs do NBB. Se na quadra não queriam o terceiro título seguido, no futebol o clube vive uma batalha na vanguarda pela Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte.
Já tivemos um impedimento mal marcado contra o Sport que daria condições do Gabriel cruzar para três jogadores livres; bola que saiu e muito no gol do Avaí; pênalti mal marcado contra o Fluminense; pênalti não marcado em toque de mão a favor do Rubro Negro contra o Cruzeiro; pênalti claramente não marcado em cima do Gabriel contra o Chapecoense e hoje uma expulsão totalmente injusta de Jonas que nem falta fez no primeiro cartão amarelo.
Com um a menos o time manteve a calma para não rifar a bola: soube controlar. Paulo Victor fez apenas uma importante defesa, assim como no jogo passado, logo depois da expulsão de Jonas. Se empatam ali a coisa ficaria complicada.
Com um a menos o time manteve a calma para não rifar a bola: soube controlar. Paulo Victor fez apenas uma importante defesa, assim como no jogo passado, logo depois da expulsão de Jonas. Se empatam ali a coisa ficaria complicada.
Uma pena que mesmo com Paulinho e Cirino entrando no segundo tempo e jogando por apenas 30, 40 minutos o time não conseguiu imprimir velocidade.
Serão mais duas semanas livres e dois jogos em casa: Atlético Mineiro e Vasco.
Serão mais duas semanas livres e dois jogos em casa: Atlético Mineiro e Vasco.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Brasileirão 2015 - 6ª Rodada: Flamengo 1 x 0 Chapecoense
Uma vitória muito desejada e que dará ao Cristóvão a tranquilidade necessária para trabalhar a semana inteira pro jogo contra o Coritiba, fora de casa, no final de semana.
(Nem tanta calmaria assim porque o Figueirense venceu o Palmeiras e colocou o Rubro Negro novamente no Z4)
Um dos reflexos de que o trabalho do Cristóvão começa a demonstrar um mínimo de organização é quando quem vinha mal volta a jogar bem, como por exemplo o futebol do Canteros, que desde a partida contra o Fluminense tem feito boas partidas. Foi dele o passe excelente pro Cirino que culminou na expulsão do jogador adversário. É o único capaz desse passe vertical neste meio de campo.
Agora sem Alecsandro e até a chegada de Guerrero, Eduardo da Silva terá sua chance de mostrar que pode jogar uma partida inteira: para surpresa de muitos, atuou bem os 90 minutos. O ataque ganha em qualidade técnica.
Quem também voltou a jogar bem foi o Gabriel, que criou suas principais jogadas mais centralizado, sem ficar muito aberto, sem precisar ganhar na velocidade ou de usar o frágil corpo. Seu jogo é esse.
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Foram 18 finalizações, melhor número do Flamengo em seis rodadas, porém apenas duas corretas. No campeonato, o Flamengo é o quarto pior nesse quesito. Vai precisar treinar muito!
Mas é na defesa que o Rubro Negro preocupa: o time é o pior do campeonato. Entretanto, contra o Chapecoense, Paulo Victor foi obrigado a fazer apenas uma defesa.
O Flamengo valorizou bem a posse de bola, controlou as ações ofensivas do adversário e pela primeira vez saiu de campo sem sofrer gol.
Jonas é o titular absoluto da posição e tem tudo para crescer. Marcou demais e voltou a usar do seu potente chute. É sem dúvida uma arma que precisa ser melhor aproveitada. Em quatro jogos são 18 desarmes, 81 passes corretos e apenas 11 errados.
Repito: para o sucesso de um novo treinador é primordial justamente isso: quem não vinha jogando nada, voltar a jogar bem. Samir é um desses.
Boa semana de treinos Cristóvão, agora é hora de mostrar o que sabe.
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Irritante foram os erros de arbitragem. Veja se não: em seis rodadas o Flamengo foi prejudicado claramente em pelo menos cinco partidas: impedimento mal marcado contra o Sport que daria condições do Gabriel cruzar para três jogadores livres; bola que saiu e muito no gol do Avaí; pênalti mal marcado contra o Fluminense; pênalti não marcado em toque de mão a favor do Rubro Negro contra o Cruzeiro; pênalti claramente não marcado em cima do Gabriel contra o Chapecoense. Pesado!
(As estatísticas do post são do excelente Footstats)
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