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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Com apoio dos poderes públicos, Atlético Mineiro encaminha seu estádio. É hora do Flamengo se posicionar para essas eleições


Com apoio da Prefeitura, da Câmara e dos Secretários, o Atlético Mineiro está muito perto de obter as licenças necessárias para iniciar a obra do seu estádio, com capacidade para 45 mil torcedores e por R$ 500 milhões.

Segundo o Globo Esporte, o clube mineiro já cumpriu com 80% das obrigações que têm para conseguir enviar o projeto - faltando apenas um licenciamento ambiental para a construção do empreendimento na área e também a declaração de utilidade pública por parte do Estado.

A expectativa é que as obras comecem em 2017.

A própria Prefeitura enviará um projeto à Câmara para alterar a legislação, por se tratar de um licenciamento de um grande empreendimento.

O Secretário de Meio-Ambiente e vice-prefeito de Belo Horizonte é um dos incentivadores do projeto por ser muito importante para a cidade.

O complexo esportivo ainda terá um parque de lazer para os moradores no entorno. Por isso o Estado vai declarar que o estádio e de utilidade pública.

Enquanto isso, o Flamengo está há três anos com um projeto para a construção de uma simples arena olímpica, com capacidade para pouco menos de quatro mil espectadores, simplesmente parado.

Desanima muito!

É ano de eleição municipal. Ou o Rubro Negro se posicional claramente e de forma veemente em apoio a candidatos que demonstrarem ser favoráveis ao seu estádio, ou vai ficar cada vez para trás em termos financeiros e técnico, com sócio-torcedor morno e fazendo três jogos em três cidades diferentes em uma semana.

É a hora do Flamengo agir,

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Enquanto clubes erguem Arenas próprias, Patrícia Amorim fica feliz com seu parquinho

A eleição em dezembro se torna ainda mais decisiva para o futuro do Flamengo quando se coloca em perspectiva os novos negócios que já estão em andamento: licitação do Maracanã e o contrato com a Adidas.

Esse último, a princípio, deve ser fechado ainda nessa gestão, apesar do dinheiro só entrar a partir do ano que vem, o que é uma excelente notícia.

No dia 08 de novembro terá uma audiência pública para discutir a licitação do Maracanã. Após dez dias será lançado o edital em definitivo. Quer dizer, a assinatura do contrato só acontecerá ano que vem.

Pois bem, é preciso deixar claro para os sócios: vão preferir uma equipe liderada pelo Wallim e todos os gestores capacitados e profissionais reconhecidos do mercado negociem com essa futura empresa concessionária ou que Patrícia Amorim e Leonardo Ribeiro estejam à frente do negócio?

A eleição de dezembro deixou de ser apenas um pleito para saber quem vai gerir o Flamengo por três anos, para decidir qual será o nosso futuro, qual o legado que a Copa e a Olimpíada vão deixar para o Clube.

Enquanto vários clubes já se movimentaram e estão erguendo suas Arenas, Patrícia Amorim fica satisfeita em ser chamada de "a presidente do parquinho".

Santo Deus!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Público vem caindo nos jogos em Macaé, e Flamengo leva seu primeiro prejuízo no Estadual


Luxemburgo se animou com os jogos em Macaé, por ter um aeroporto, pelas boas condições do gramado, o bom estádio, mas se no começo a torcida estava bem animada, nesses últimos jogos o Moacyrzão não tem recebido bons públicos.

O primeiro jogo em Macaé foi na terceira rodada contra o Americano, só com Thiago Neves, os dez mil ingressos foram vendidos. Depois, sexta rodada contra o Boa Vista, primeiro jogo de Ronaldinho no estádio, todos os dez mil ingressos vendidos.

Aí na sétima rodada contra o Resende, 6.384 ingressos vendidos. Segunda rodada do segundo turno, jogo contra o Bangu, 6.958 ingressos vendidos e pela quarta rodada, mais um jogo em Macaé, sem Ronaldinho e Thiago Neves, contra o Cabofriense, apenas 2.447 ingressos foram vendidos, levando o Flamengo ao seu primeiro prejuízo na renda.

Nem a penhora conseguiu tirar sua graninha, e o Rubro Negro ainda teve que pagar R$ 18.041,29. Dá pra justificar que jogou sem Ronaldinho e Thiago Neves, que o time já foi campeão do primeiro turno, mas mesmo com os dois, a torcida em Macaé tem diminuindo.

Fora que contra esses times pequenos eles se defendem mais, o gramado parece ser menor e o ferrolho está armado. Acho que daria pra revezar mais os jogos e voltar a jogar no Engenhão. Pro Brasileirão, não vejo um estádio melhor.


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No clássico entre Botafogo x Vasco, foram vendidos 31.267 ingressos gerando uma renda de R$ 724.360,00. Ao contrário da BWA e seus custos de 10% na renda, a Ingresso Mais cobrou muito mais barato, e levou R$ 41.934,00. Bem abaixo da taxa cobrada pela empresa prestadora de serviço do Flamengo.