Coluna desse sábado do Painel Futebol Clube da Folha de São Paulo. Quando tudo parecia resolvido para a votação no Conselho Deliberativo, após reunião do Conselho Fiscal, eis que surge um novo entrave no contrato com a Adidas.
Confira:
Insatisfeito. O acordo entre Flamengo e Adidas não deve ser
simples de ser aceito. A minuta do contrato de fornecimento de material
chegou à Gávea e desagradou a integrantes da diretoria do clube.
Exclusividade. Quem teve acesso ao contrato afirma que, ao fechar
com a Adidas, o Flamengo só poderá ter em seu uniforme o patrocínio
máster. Assim, se assinar esse acordo, o clube teria que romper
contratos que já possui, como com BMG, Tim e Triunfo. Esses três
patrocínios rendem ao clube carioca R$ 20 milhões anuais. O time, aliás,
não possui patrocinador máster.
Compensação. Para aceitar tal proposta, a diretoria do Fla quer
que a Adidas aumente o valor oferecido para compensar a renúncia de
receitas que irá fazer. A minuta do contrato chega ao Conselho Fiscal do
Flamengo na segunda.
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sábado, 20 de outubro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Bauru também lança seu "Torcedor de Vantagens". E o Flamengo?
Depois do Joinville, agora é o basquete do Bauru que apresenta seu "Torcedor de Vantagens". O modelo é bem parecido com o já apresentado pelo Joinville, veja aqui.
São três modalidades de planos: Para o torcedor - arquibancada ou cadeira, para os funcionários do patrocionador e para futuros parceiros do basquete bauruense. Veja aqui.
E o do Flamengo, quando será lançado?
São três modalidades de planos: Para o torcedor - arquibancada ou cadeira, para os funcionários do patrocionador e para futuros parceiros do basquete bauruense. Veja aqui.
E o do Flamengo, quando será lançado?
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Basquete de Joinville aposta em "Torcedor de Vantagens". E o Flamengo?
O Flamengo apresentou sua equipe de basquete na quarta-feira passada com uma coletiva. O jornal O Globo não deu sequer uma linha sobre o novo elenco Rubro Negro, que outra vez vem forte para reconquistar o NBB.
Faltou apoio do maior jornal do Rio? Sem dúvida, porém faltou e ainda falta uma ação mais agressiva do Flamengo. Uma simples coletiva para apresentar seu novo elenco é batida demais. Não atrai o interesse de mais ninguém, as entrevistas sempre serão as mesmas. É preciso rever essa questão, mudar o modelo. Isso fica para pensar para a próxima temporada.
Agora o que precisar ser feito correndo é um novo programa para seus torcedores e parceiros. O basquete do Flamengo na temporada passada perdeu o patrocínio da SKY, ficou só com o BMG, tempos depois conseguiu acertar com a Gatorade. O Clube precisa ampliar sua forma de divulgação para novos interessados, além da exibição do ginásio e da logo no Manto Sagrado.
Veja o caso do Joinville, uma equipe média, sem chance de ser campeã, mas que tem uma torcida fanática: no dia da apresentação do seu elenco, foi divulgado o novo programa direcionado para torcedores e parceiros, o "Torcedor de Vantagens", onde visa captar e fidelizar torcedores, "oferecendo uma nova experiência ao assistir uma partida de basquete". Além disso, oferece também um cartão de vantagens em toda rede de parceiros do time catarinense.
Por apenas R$ 35,00 mensais, o torcedor do Joinville tem acesso liberado à arquibancada em dia de jogos ou R$ 75,00 para ficar na cadeira. E uma série de vantagens. Veja aqui. E tudo feito on line.
A novidade é o plano corporativo, onde as empresas podem tornar-se parceiras do clube. Veja aqui.
Alô Arnaldo Szpiro, alô Cristina Callou, alô marketing Rubro Negro, chegou a hora.
Faltou apoio do maior jornal do Rio? Sem dúvida, porém faltou e ainda falta uma ação mais agressiva do Flamengo. Uma simples coletiva para apresentar seu novo elenco é batida demais. Não atrai o interesse de mais ninguém, as entrevistas sempre serão as mesmas. É preciso rever essa questão, mudar o modelo. Isso fica para pensar para a próxima temporada.
Agora o que precisar ser feito correndo é um novo programa para seus torcedores e parceiros. O basquete do Flamengo na temporada passada perdeu o patrocínio da SKY, ficou só com o BMG, tempos depois conseguiu acertar com a Gatorade. O Clube precisa ampliar sua forma de divulgação para novos interessados, além da exibição do ginásio e da logo no Manto Sagrado.
Veja o caso do Joinville, uma equipe média, sem chance de ser campeã, mas que tem uma torcida fanática: no dia da apresentação do seu elenco, foi divulgado o novo programa direcionado para torcedores e parceiros, o "Torcedor de Vantagens", onde visa captar e fidelizar torcedores, "oferecendo uma nova experiência ao assistir uma partida de basquete". Além disso, oferece também um cartão de vantagens em toda rede de parceiros do time catarinense.
Por apenas R$ 35,00 mensais, o torcedor do Joinville tem acesso liberado à arquibancada em dia de jogos ou R$ 75,00 para ficar na cadeira. E uma série de vantagens. Veja aqui. E tudo feito on line.
A novidade é o plano corporativo, onde as empresas podem tornar-se parceiras do clube. Veja aqui.
Alô Arnaldo Szpiro, alô Cristina Callou, alô marketing Rubro Negro, chegou a hora.
sábado, 31 de março de 2012
Blog de volta à ativa
Estou de volta depois de uma semana intensa e um vácuo aqui no blog. Já tem post sobre o futsal, sumido do site oficial, estadual de juniores e daqui a pouco tem post sobre a invencibilidade do remo Rubro Negro e o basquete. Pelo NBB, o time entra em quadra contra o vice-lanterna, Araraquara, às 19:15 no ginásio do Tijuca.
Ainda, segundo o Lance, a diretoria deve dois meses de salários ao time de basquete, justamente na hora que os playoffs vão começar. Lamentável. O basquete sofreu com a saída do patrocínio da SKY, demorou a fechar com um outro, mas mesmo assim a modalidade não é auto-sustentável. Muita coisa vai precisar ser revista para a próxima temporada.
Enquanto isso, pelo segundo ano consecutivo, Patrícia Amorim e sua equipe não consegue fechar o patrocínio máster para o futebol. Amanhã, dia primeiro de abril, completará quatro meses que o Manto está limpo. Sai diretor de marketing, assume outro, mas incrivelmente nada muda.
Daqui a pouco, em um prazo de um mês, o balanço financeiro do exercício de 2011 será divulgado. Aí poderá ficar (mais) claro como anda a situação do Clube sem patrocínio e bancando integralmente Ronaldinho. Se estamos entrando no quarto mês do ano e o basquete já está dois meses de atraso, algo indica que as coisas não andam bem.
Ainda, segundo o Lance, a diretoria deve dois meses de salários ao time de basquete, justamente na hora que os playoffs vão começar. Lamentável. O basquete sofreu com a saída do patrocínio da SKY, demorou a fechar com um outro, mas mesmo assim a modalidade não é auto-sustentável. Muita coisa vai precisar ser revista para a próxima temporada.
Enquanto isso, pelo segundo ano consecutivo, Patrícia Amorim e sua equipe não consegue fechar o patrocínio máster para o futebol. Amanhã, dia primeiro de abril, completará quatro meses que o Manto está limpo. Sai diretor de marketing, assume outro, mas incrivelmente nada muda.
Daqui a pouco, em um prazo de um mês, o balanço financeiro do exercício de 2011 será divulgado. Aí poderá ficar (mais) claro como anda a situação do Clube sem patrocínio e bancando integralmente Ronaldinho. Se estamos entrando no quarto mês do ano e o basquete já está dois meses de atraso, algo indica que as coisas não andam bem.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Entrevista: Marcelo Vido, gerente de negócios e marketing do Minas TC
Conforme prometido, segue a conversa que o blog teve com Marcelo Vido, gerente de negócios e marketing do Minas TC.
Ele fala sobre a necessidade da separação da administração do futebol e esportes olímpicos, sobre como funciona a estrutura financeira do clube mineiro, a Lei de Incentivo ao Esporte e chama atenção para a falta de visibilidade dos clubes na natação. O calendário de competições com a participação dos clubes é mínimo, só existem dois campeonatos brasileiros por ano - Maria Lenk e José Finkel, muito pouco para atrair patrocinadores, que por isso, preferem investir diretamente na imagem dos atletas famosos.
E afirma: "Não há a contratação de atletas sem o patrocinador".
Confira:
Geralmente os clubes de futebol têm seu departamento de marketing exclusivamente voltado para o futebol. O Corinthians quer formar uma equipe de marketing exclusivamente para desenvolver os esportes olímpicos. O caminho é esse mesmo?
Na minha opinião é necessário a criação de 2 unidades de negócios, futebol e demais esportes olímpicos, com objetivos específicos e metas para as duas áreas. Não sei se precisa de 2 equipes de marketing, mas com toda certeza essas unidades de negócios, necessariamente, tem que estar alinhadas com o Mapa Estratégico ou Planejamento Estratégico da instituição. Tudo tem que estar integrado e uma visão sistêmica é importante para o sucesso do programa.
O Minas prova que é possível sim bancar os esportes olímpicos no país do futebol?
No Minas Tênis há 8 modalidades esportivas de competição (voleibol masculino e feminino, basquete masculino, futsal masculino, natação, judô, tênis, ginástica artística e trampolim). As modalidades são integradas desde o curso básico (crianças de 3 a 9 anos), escolas de esportes e equipes de competição (categorias da base). Toda a infra-estrutura dessas modalidades são custeadas pelo clube ou melhor esses investimentos são do clube. Para um melhor entendimento, em relação as equipes profissionais, todos os custos de viagem, hospedagem, alimentação, taxas de federação e confederação, comissão técnica, médico, fisiológico, psicólogo, NICE (Núcleo de Integração do Esporte) são bancados pelo clube. Os patrocínios são para pagamento dos atletas profissionais. Essa é a razão do clube nunca deixar de competir as ligas profissionais ou campeonatos brasileiros das respectivas modalidades. Quando, por algum motivo, não há o patrocínio jogamos com uma mais jovem formada no clube. Afinal a nossa grande missão é formar e desenvolver atletas contribuindo para a formação plena da cidadania.
Não seria a fórmula ideal ou o sonho de todo departamento de marketing unir as estrelas do futebol - Ronaldinho e Love, com as estrelas olímpicas do Clube - Marcelinho, Cielo, Fabiana Beltrame, Jade Barbosa, Daniele e Diego Hypólito?
Como ação de marketing, acredito que é muito interessante e tem um apelo muito grande na mídia. Mas no esporte, principalmente no futebol, existe um fator muito forte que é a paixão dos dirigentes. Nesse caso, a paixão pelo futebol é muito maior que qualquer outra modalidade no clube. Mais um motivo para que as unidades de negócios sejam independentes, mas integradas.
Como funciona no Minas. Como funciona a estrutura? Tem um orçamento próprio? Existe uma divisão da equipe de marketing por esportes?
Como respondi na questão 2, temos no clube 73 mil associados que gostam do lazer, educação, cultura e esporte. A nossa gerência (negócios e marketing) trabalha para o clube e não para um departamento. Entretanto, o esporte tem sua unidade de negócios própria com as metas para serem alcançadas. Mas também entendemos que o maior ativo (isso mesmo ativo) do clube é os associados. Não são as piscinas, quadras, edifícios ou atletas.
O clube possui orçamento para todas as áreas do clube. No esporte, a infra-estrutura entra no orçamento corrente do clube e a contratação dos atletas profissionais com o orçamento vindo dos patrocinadores. Não há a contratação de atletas sem o patrocinador.
O Flamengo encontra grandes dificuldades para conseguir patrocínio pra natação mesmo tendo em seus quadros um campeão olímpico e bicampeão mundial. O mercado olímpico não se aqueceu mesmo com a proximidade dos jogos olímpicos do Rio ou o problema é outro, já que o Minas tem o patrocínio da FIAT até 2016?
Apesar de a natação viver um momento muito interessante e promissor para os próximos anos, o produto natação precisa ser mais atrativo, principalmente o calendário de competições com a participação dos clubes. Como exemplo, o Grand Prix das Universidades Americanas. Temos que entender porque os patrocinadores não aportam recursos nos clubes formadores e que competem nessas modalidades. Porque preferem os atletas e não os clubes? No caso da Fiat, o projeto Rio 2016 tem suas metas de participação e resultados, um linguagem muito coorporativa incluindo meta de vendas de carros da marca para os associados do clube.
6 - Márcio Braga uma vez disse: “No Flamengo, o futebol sempre foi superavitário e sempre sustentou os demais esportes. Esse modelo morreu.” Tudo leva a um modelo profissional, onde de um lado ficará o futebol profissional e do outro o clube social?
No caso do Flamengo, vejo 3 grandes áreas de negócios;
* Clube Social
* Futebol profissional
* Modalidades esportivas
No caso do futebol, existem os recursos oriundos de 3 áreas - bilheteria, comercial (patrocínios, licenciamentos e merchandising) e direito de tv - não considerando a venda de jogadores, mesmo porque, na minha visão, é um ativo que o clube possui.
Nas modalidades esportivas, a única receita que podemos contar, exceto raras exceções, é o patrocínio. Mas um motivo que tenhamos um produto muito bem desenvolvido e atrativo. O NBB busca esse modelo mais moderno e profissional.
O Minas conseguiu várias captações via Lei de Incentivo ao Esporte. Existe dentro do Minas uma equipe especializada para tratar apenas desses projetos? Como funciona?
Sim, existe uma equipe especializada na captação do incentivo. Entretanto, a gerencia de esportes é a responsável pela elaboração e aprovação dos projetos, a gerência financeira (contábil) é a responsável por toda a prestação de contas junto aos orgãos oficiais e a minha gerência tem a responsabilidade da divulgação e aplicação das marcas dos incentivadores (deixo claro que essas empresas são incentivadoras e não patrocinadoras).
Qual a divisão da receita do Minas? Qual a porcentagem da receita que vem dos sócios e a porcentagem que vem dos patrocinadores? Como é feita a administração da verba para investimentos no clube social e para os esportes do clube?
O clube possui um orçamento em torno de 100 milhões por ano, sendo que 15 milhões (sem contar os recursos das leis de incentivo) foi a meta da nossa gerência alcançada em 2011 para os patrocínios em esportes, cultura, lazer e educação. A maior parte desses 15 milhões é para as modalidades esportivas. Quanto aos detalhes do orçamento do clube, preciso de mais informações da gerência financeira.
Ele fala sobre a necessidade da separação da administração do futebol e esportes olímpicos, sobre como funciona a estrutura financeira do clube mineiro, a Lei de Incentivo ao Esporte e chama atenção para a falta de visibilidade dos clubes na natação. O calendário de competições com a participação dos clubes é mínimo, só existem dois campeonatos brasileiros por ano - Maria Lenk e José Finkel, muito pouco para atrair patrocinadores, que por isso, preferem investir diretamente na imagem dos atletas famosos.
E afirma: "Não há a contratação de atletas sem o patrocinador".
Confira:
Geralmente os clubes de futebol têm seu departamento de marketing exclusivamente voltado para o futebol. O Corinthians quer formar uma equipe de marketing exclusivamente para desenvolver os esportes olímpicos. O caminho é esse mesmo?
Na minha opinião é necessário a criação de 2 unidades de negócios, futebol e demais esportes olímpicos, com objetivos específicos e metas para as duas áreas. Não sei se precisa de 2 equipes de marketing, mas com toda certeza essas unidades de negócios, necessariamente, tem que estar alinhadas com o Mapa Estratégico ou Planejamento Estratégico da instituição. Tudo tem que estar integrado e uma visão sistêmica é importante para o sucesso do programa.
O Minas prova que é possível sim bancar os esportes olímpicos no país do futebol?
No Minas Tênis há 8 modalidades esportivas de competição (voleibol masculino e feminino, basquete masculino, futsal masculino, natação, judô, tênis, ginástica artística e trampolim). As modalidades são integradas desde o curso básico (crianças de 3 a 9 anos), escolas de esportes e equipes de competição (categorias da base). Toda a infra-estrutura dessas modalidades são custeadas pelo clube ou melhor esses investimentos são do clube. Para um melhor entendimento, em relação as equipes profissionais, todos os custos de viagem, hospedagem, alimentação, taxas de federação e confederação, comissão técnica, médico, fisiológico, psicólogo, NICE (Núcleo de Integração do Esporte) são bancados pelo clube. Os patrocínios são para pagamento dos atletas profissionais. Essa é a razão do clube nunca deixar de competir as ligas profissionais ou campeonatos brasileiros das respectivas modalidades. Quando, por algum motivo, não há o patrocínio jogamos com uma mais jovem formada no clube. Afinal a nossa grande missão é formar e desenvolver atletas contribuindo para a formação plena da cidadania.
Não seria a fórmula ideal ou o sonho de todo departamento de marketing unir as estrelas do futebol - Ronaldinho e Love, com as estrelas olímpicas do Clube - Marcelinho, Cielo, Fabiana Beltrame, Jade Barbosa, Daniele e Diego Hypólito?
Como ação de marketing, acredito que é muito interessante e tem um apelo muito grande na mídia. Mas no esporte, principalmente no futebol, existe um fator muito forte que é a paixão dos dirigentes. Nesse caso, a paixão pelo futebol é muito maior que qualquer outra modalidade no clube. Mais um motivo para que as unidades de negócios sejam independentes, mas integradas.
Como funciona no Minas. Como funciona a estrutura? Tem um orçamento próprio? Existe uma divisão da equipe de marketing por esportes?
Como respondi na questão 2, temos no clube 73 mil associados que gostam do lazer, educação, cultura e esporte. A nossa gerência (negócios e marketing) trabalha para o clube e não para um departamento. Entretanto, o esporte tem sua unidade de negócios própria com as metas para serem alcançadas. Mas também entendemos que o maior ativo (isso mesmo ativo) do clube é os associados. Não são as piscinas, quadras, edifícios ou atletas.
O clube possui orçamento para todas as áreas do clube. No esporte, a infra-estrutura entra no orçamento corrente do clube e a contratação dos atletas profissionais com o orçamento vindo dos patrocinadores. Não há a contratação de atletas sem o patrocinador.
O Flamengo encontra grandes dificuldades para conseguir patrocínio pra natação mesmo tendo em seus quadros um campeão olímpico e bicampeão mundial. O mercado olímpico não se aqueceu mesmo com a proximidade dos jogos olímpicos do Rio ou o problema é outro, já que o Minas tem o patrocínio da FIAT até 2016?
Apesar de a natação viver um momento muito interessante e promissor para os próximos anos, o produto natação precisa ser mais atrativo, principalmente o calendário de competições com a participação dos clubes. Como exemplo, o Grand Prix das Universidades Americanas. Temos que entender porque os patrocinadores não aportam recursos nos clubes formadores e que competem nessas modalidades. Porque preferem os atletas e não os clubes? No caso da Fiat, o projeto Rio 2016 tem suas metas de participação e resultados, um linguagem muito coorporativa incluindo meta de vendas de carros da marca para os associados do clube.
6 - Márcio Braga uma vez disse: “No Flamengo, o futebol sempre foi superavitário e sempre sustentou os demais esportes. Esse modelo morreu.” Tudo leva a um modelo profissional, onde de um lado ficará o futebol profissional e do outro o clube social?
No caso do Flamengo, vejo 3 grandes áreas de negócios;
* Clube Social
* Futebol profissional
* Modalidades esportivas
No caso do futebol, existem os recursos oriundos de 3 áreas - bilheteria, comercial (patrocínios, licenciamentos e merchandising) e direito de tv - não considerando a venda de jogadores, mesmo porque, na minha visão, é um ativo que o clube possui.
Nas modalidades esportivas, a única receita que podemos contar, exceto raras exceções, é o patrocínio. Mas um motivo que tenhamos um produto muito bem desenvolvido e atrativo. O NBB busca esse modelo mais moderno e profissional.
O Minas conseguiu várias captações via Lei de Incentivo ao Esporte. Existe dentro do Minas uma equipe especializada para tratar apenas desses projetos? Como funciona?
Sim, existe uma equipe especializada na captação do incentivo. Entretanto, a gerencia de esportes é a responsável pela elaboração e aprovação dos projetos, a gerência financeira (contábil) é a responsável por toda a prestação de contas junto aos orgãos oficiais e a minha gerência tem a responsabilidade da divulgação e aplicação das marcas dos incentivadores (deixo claro que essas empresas são incentivadoras e não patrocinadoras).
Qual a divisão da receita do Minas? Qual a porcentagem da receita que vem dos sócios e a porcentagem que vem dos patrocinadores? Como é feita a administração da verba para investimentos no clube social e para os esportes do clube?
O clube possui um orçamento em torno de 100 milhões por ano, sendo que 15 milhões (sem contar os recursos das leis de incentivo) foi a meta da nossa gerência alcançada em 2011 para os patrocínios em esportes, cultura, lazer e educação. A maior parte desses 15 milhões é para as modalidades esportivas. Quanto aos detalhes do orçamento do clube, preciso de mais informações da gerência financeira.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
NBB: Flamengo 97 x 83 Joinville
E olha o homem aí de novo. Esse é Marcelinho. Não fazia até agora um grande NBB, sua pontuação máxima foi os 30 pontos contra o Tijuca, mas hoje o capitão Rubro Negro mostrou que ainda vai ajudar muito o Flamengo nessa reta final.
O time venceu em casa o Joinville por 97 x 83 com 40 pontos do Marcelinho em 32 minutos. Foram 4/8 na linha de três, 10/11 na cesta de dois pontos e 8/11 nos lances livres.
A dupla do garrafão também fez uma grande partida: o pivô Caio Torres marcou 14 pontos e pegou 6 rebotes e Kammerichs 6 pontos, pegou 9 rebotes e ainda seu 6 assistências.
Décima vitória em onze confrontos contra o time catarinense pelo NBB. E ainda teve a semifinal do antigo campeonato brasileiro de 2008 quando o Flamengo fechou a série em três partidas. É freguês de carteirinha.
Próxima rodada teremos um jogaço: Flamengo x São José, sábado, às 19h no Tijuca. Duelo do segundo colocado contra o terceiro. Merece casa cheia para superar o duro adversário.
**************
O sempre excelente site Basketeria, presente no Tijuca, informa, lamentavelmente:
O Flamengo não vende produtos licenciados em suas partidas de basquete. Já torcida organizada Paixão Rubro-negra, uma das mais presentes na modalidade, levou um cabide cheio de camisas para vender nas dependências do Tijuca Tênis Clube.
Na época dos jogos na Arena da Barra, quiosques com produtos do Clube eram vendidos por lá. Assim não há esporte olímpico que se sustente.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
"Um departamento de marketing exclusivo para os esportes olímpicos". E a prioridade do Corinthians
O novo presidente do Corinthians assumiu tendo como prioridade o marketing dos esportes olímpicos do clube. A idéia, segundo entrevista ao Máquina do Esporte, é montar um departamento de marketing exclusivo para os esportes amadores, que terão como carro chefe o futsal e a natação
Fernando Alba, diretor dos esportes olímpicos do clube confirma uma situação que deve ser frequente no Flamengo também, claro, tirando o valor que não chega nem perto do Rubro Negro, infelizmente: “O marketing do clube é focado em conseguir R$ 60 milhões para o futebol, e não sobra tempo para conseguir R$ 60 mil para o esporte amador. E R$ 60 mil é muito dinheiro para várias modalidades".
A estrela da natação é Thiago Pereira, que até hoje não fechou um contrato de patrocínio com o clube paulista. Ao contrário do projeto César Cielo, cuja negociação na época envolveriam várias empresas que bancariam um salário milionário ao campeão olímpico, porém, este optou pelo Flamengo.
A idéia não é nada excepcional, aqui no blog já foi escrito e vários comentaristas já disseram isso. É preciso ter antes de tudo um diretor profissional experiente da área, somado a uma equipe de marketing exclusiva para os esportes olímpicos, que bata de porta em porta nas empresas interessadas na imagem de um campeão olímpico e bicampeão mundial César Cielo, ou de atletas consagrados como: Joanna Maranhão, Marcelinho, Fabiana Beltrame.
Fernando Alba, diretor dos esportes olímpicos do clube confirma uma situação que deve ser frequente no Flamengo também, claro, tirando o valor que não chega nem perto do Rubro Negro, infelizmente: “O marketing do clube é focado em conseguir R$ 60 milhões para o futebol, e não sobra tempo para conseguir R$ 60 mil para o esporte amador. E R$ 60 mil é muito dinheiro para várias modalidades".
A estrela da natação é Thiago Pereira, que até hoje não fechou um contrato de patrocínio com o clube paulista. Ao contrário do projeto César Cielo, cuja negociação na época envolveriam várias empresas que bancariam um salário milionário ao campeão olímpico, porém, este optou pelo Flamengo.
A idéia não é nada excepcional, aqui no blog já foi escrito e vários comentaristas já disseram isso. É preciso ter antes de tudo um diretor profissional experiente da área, somado a uma equipe de marketing exclusiva para os esportes olímpicos, que bata de porta em porta nas empresas interessadas na imagem de um campeão olímpico e bicampeão mundial César Cielo, ou de atletas consagrados como: Joanna Maranhão, Marcelinho, Fabiana Beltrame.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Flamengo assume inteiramente Ronaldinho. Foi mais uma decisão política que racional
A grana da Cosan está multiplicando. O Flamengo pagou os salários atrasados de Ronaldinho, que era de responsabilidade da Traffic segundo memorando de intenções assinado por ambas as partes. Agora é hora de o Clube recorrer à Justiça, porque essa "carta de intenções" tem sim valor jurídico.
A Traffic sabia que era um negócio de risco pagar a maior parte dos vencimentos de Ronaldinho. Teve um ano inteiro para cuidar da imagem do atleta e não conseguiu. Seja por incompetência ou até pela falta de habilidade do jogador com o público. Ele tem até muito apelo entre as crianças, mas é tímido nas entrevistas e não tem tanta desenvoltura com o público.
Aí que o Flamengo pode dançar. Se nem em sua melhor fase, depois daquele jogo do Santos e quando voltou à seleção brasileira, a Traffic obteve êxito, agora com ambiente conturbado, futebol comum e o pênalti perdido de ontem, será que terão sucesso nessa dura empreitada? Aí está uma prova de fogo para Marcus Duarte e cia.
O fato é que a diretoria Rubro Negra só vai assumir essa bomba porque a saída de Ronaldinho resultaria em um terremoto para Patrícia Amorim, e ela vai precisar de uma marca para lá ao final do ano apresentar aos eleitores.
Pagando os R$ 450 mil do primeiro acordo eu não pensaria duas vezes em ficar com o jogador, mas assumindo o pagamento R$ 1,2 milhões mensais é suicídio, loucura financeira o que vão fazer. E ainda, mais uma vez o Flamengo começa o ano seu um patrocínio máster. Fracasso absoluto.
A pressão que antes era canalizada no Luxemburgo, agora vai sobrar toda para o Ronaldinho. Apesar da insatisfação da maioria do grupo, o responsável direto pela queda caiu no colo do camisa dez. As vaias ao final do jogo de ontem já foram os primeiros sinais da impaciência da torcida. E agora não tem desculpa de salários atrasados.
***********
Por motivos carnavalescos, não vi o jogo ontem. Ainda bem...
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Dono da Traffic abre o verbo contra o Flamengo. Parceria praticamente desfeita
O Flamengo já fala em seguir com Ronaldinho mesmo sem a Traffic. O clima do outro lado também anda bem belicoso. Está na coluna da Mônica Bergamo dessa quarta-feira, uma das principais do país, na Folha de São Paulo: J. Hawilla, dono da Traffic, classifica como "muito amadorismo" o fato de o Flamengo ter assinado patrocínio da Procter & Gamble com intermediação da agência 9ine, de Ronaldo.
Quando a parceria chega a esse ponto, quando declarações vazam para a imprensa dessa maneira, a ruptura é inevitável. É fato que o Flamengo errou ao fechar com a agencia do Ronaldo. Imagina a Traffic, que desde o começo quis fatiar o Manto, sempre recebendo a recusa da diretoria. Quando finalmente resolvem transformar o Manto em outdoor, excluem a Traffic da jogada.
A tentação é grande em apedrejar o Clube, mas o Rubro Negro não está de todo errado não. Lembram de uma entrevista que o então presidente Júlio Mariz deu ao Globo? Veja aqui. Ele assumia que era um contrato de risco, com a maior parte sendo paga pela Traffic, mesmo sem um contrato assinado, existe um memorando que tem valor legal. E que a missão da empresa era captar um patrocínio acima dos R$ 30 milhões, para então lucrar. Infelizmente não conseguiu.
Mas a Traffic só teria essa fonte de lucro? Claro que não. A venda da imagem de Ronaldinho era de sua responsabilidade também. O mercado não se interessou muito. O problema é que a Traffic é (ou era) reconhecida na negociação de jogadores e direitos de TV. O primeiro, em breve deve abrir liquidação de jogadores da base, o segundo, sofreu um duro golpe da Conmebol. Na verdade o marketing nunca foi seu forte. O Fluminense deixou aos cuidados o projeto do "Guerreiro Tricolor", e não teve sucesso.
E se o prejuízo tivesse as cores Rubro Negras, a Traffic aceitaria romper o negócio? Porque foi isso que aconteceu, quando deixou de pagar sua parte salarial do acordo. Muito se fala que historicamente o Flamengo sempre leva a pior nessas negociações, porém nesse caso, de rompimento do acordo, não foi o Clube que errou não. Repetindo: a diretoria errou sim quando ficou batendo o pé esperando um patrocínio máster enquanto os ventos do mercado indicavam uma divisão de patrocínio.
Já saiu a notícia que a empresa de J. Hawila está quebrada. Veja aqui. Empréstimos bancários vultosos não foram concedidos, isso significa que a credibilidade não está nada boa.
E aí? Abandona a Traffic, agarra na emergente e poderosa Nine e fica com Ronaldinho, ou vai correr o risco dele cair no braço do Corinthians?
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Crise sem fim na NBA: temporada deve ser cancelada.
A casa caiu na NBA. Atletas recusaram a proposta da NBA, dissolveram o sindicato e para completar vão processar os donos das franquias da Liga. É um pulo para a temporada inteira ser cancelada: "Parece que o campeonato deste ano está realmente em perigo", disse o comissário da NBA, David Stern.
Assim Leandrinho vai ficar mais tempo do que o esperado. A previsão inicial era até dezembro, mas com esse imbróglio sem fim, o Flamengo terá o astro por muito mais tempo.
Primeira coisa: será que não seria legal uma camisa exclusiva do Leandrinho para ser vendida? O NBB já começa no sábado. Não sei se produtos licenciados são permitidos, pois ele ainda tem contrato com o Toronto, mas estou achando tudo meio devagar.
Segunda coisa: vamos começar o NBB com apenas a BMG de patrocinadora. Tudo bem que o Estadual não teve cobertura de televisão, dificulta vender a marca, mas com Leandrinho, Marcelinho valorizado pela vaga em Londres-2012, não era pra já ter mais patrocinadores?
Terceira coisa: a previsão do Leandrinho era ficar até o final do ano. Espero que já sentem com a BMG para ver certinho como o acordo foi firmado, para que não aconteça surpresas indesejáveis como atraso de salários depois de dezembro.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Cielo brilha no Pan, e o Flamengo naufrága na administração da natação
Da-lhe Cesão. O nadador Rubro Negro conquistou o bicampeonato dos jogos Pan-Americanos nos 100m livre e bateu seu próprio recorde do campeonato. Depois Cielo voltou às piscinas para nadar o revezamento, junto com o Flamenguista Nicholas dos Santos e ainda Bruno Fratus do Pinheiros e Nicholas Oliveira do Minas, e garantiu mais um ouro batendo também o recorde do campeonato.
Foi a terceira medalha do Flamengo no Pan que está sendo disputado em Guadalajara no México. No sábado, Joanna Maranhão conquistou a prata nos 400m medley. Era uma prova que ela tinha abandonado, nem nadou no Maria Lenk, mas com ótima preparação física, encarou a dura prova dos quatro estilos e conquistou um brilhante resultado.
Mas nem tudo é festa. A mãe de César Cielo anda pra cima e pra baixo com o Manto Rubro Negro lá no México, enquanto isso, o Flamengo segue devendo na administração da natação.
Quantos produtos licenciados tem o Cielo no Flamengo? Quantos patrocínios? Reformas no parque aquático? Garoto propaganda? Alguma coisa? Ou ainda estão estudando projetos?
sábado, 27 de agosto de 2011
Flamengo já negocia patrocínio para 2012, sem intermediação da 9ine
Saiu hoje na coluna Painel da Folha de São Paulo que o Flamengo já negocia patrocínio para 2012 com a Procter & Gamble e sem a intermediação da 9ine, agência de Ronaldo. O valor seria de R$ 18 milhões mais R$ 2,4 milhões para quatro esportes. Será que não poderiam esperar até o final do Brasileirão? Vai que vem uma Libertadores ou um heptacampeonato por aí?
Depois de passar praticamente o ano inteiro apenas com a BMG e a TIM, somando R$ 10,5 milhões, o Clube fechou até dezembro por R$ 5,6 milhões com a P & G e ontem mais R$ 1,8 milhões com uma empresa imobiliária, somando um total de R$ 18 milhões.
Depois de passar praticamente o ano inteiro apenas com a BMG e a TIM, somando R$ 10,5 milhões, o Clube fechou até dezembro por R$ 5,6 milhões com a P & G e ontem mais R$ 1,8 milhões com uma empresa imobiliária, somando um total de R$ 18 milhões.
Logo após acertar patrocínio até o fim do ano com a Procter & Gamble, com intermediação da 9ine, o Flamengo já negocia patrocínio para 2012 com a empresa. A P&G fez uma proposta pelo patrocínio máster da camisa rubro-negra de R$ 18 milhões pela próxima temporada. O Flamengo, no entanto, quer colocar um aditivo no acordo de R$ 2,4 milhões, para a marca patrocinar também outros esportes do clube carioca.
No novo acordo, o Flamengo quer deixar a 9ine, de Ronaldo, de lado. Para não perder dinheiro com comissões a intermediários, o clube mantém as conversas diretamente com a P&;G.
No mesmo barco. Os outros esportes que o Flamengo pretende colocar no acordo são futsal, futebol de praia, futebol de sete e remo.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Mais uma baixa no departamento de marketing do Flamengo
O Flamengo sofreu mais uma baixa no seu departamento de marketing. O gerente Alexandre Franklin, que era responsável pelos esportes olímpicos, pediu demissão do Clube para buscar novas oportunidades profissionais, é o que informa o Máquina do Esporte.
Alexandre Franklin estava no Flamengo desde o segundo semestre de 2009. Ele foi responsável pelos famosos e concorridos cards do basquete, pela primeira transmissão via twitcam de uma partida de basquete e recentemente foi responsável pela pintura e confecções dos painéis da bela nova quadra da Gávea.
É uma pena perder um profissional com experiência no mercado esportivo e qualificado para tal. Ele estudou nos Estados Unidos, na Bethany University, com formação em Business & Sports Marketing. Fez Gestão e Marketing Esportivo no IWL, ou seja, não era nenhum amador ou indicação política.
Dá pra chegar a conclusão que não basta ter grandes profissionais do mercado dentro do Flamengo. A carência de uma mentalidade profissional, a burocracia, a falta de agilidade, os empecilhos expulsam os bons profissionais. Infelizmente.
Alexandre Franklin estava no Flamengo desde o segundo semestre de 2009. Ele foi responsável pelos famosos e concorridos cards do basquete, pela primeira transmissão via twitcam de uma partida de basquete e recentemente foi responsável pela pintura e confecções dos painéis da bela nova quadra da Gávea.
É uma pena perder um profissional com experiência no mercado esportivo e qualificado para tal. Ele estudou nos Estados Unidos, na Bethany University, com formação em Business & Sports Marketing. Fez Gestão e Marketing Esportivo no IWL, ou seja, não era nenhum amador ou indicação política.
Dá pra chegar a conclusão que não basta ter grandes profissionais do mercado dentro do Flamengo. A carência de uma mentalidade profissional, a burocracia, a falta de agilidade, os empecilhos expulsam os bons profissionais. Infelizmente.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Kobe Bryant e o sonho em jogar no Brasil
Saiu hoje no Máquina do Esporte:
O ala Kobe Bryant, do Los Angeles Lakers, planeja jogar no Brasil. Agentes do jogador procuraram agências de marketing esportivo e algumas empresas do país para tentar viabilizar o negócio.
O salário seria de R$ 1,5 milhões por mês. Segundo o site, o astro da NBA é amigo de Ronaldinho, é apaixonado por futebol e sempre sonhou em morar no Brasil.
No futebol alguns times brasileiros pagam salários a nível da Europa, será que o basquete pode bancar isso tudo?
Um detalhe importante, a greve na NBA ainda não é definitiva, ou seja, praticamente impossível alguma empresa ajudar a bancar o Kobe Bryant correndo risco da greve do basquete americano acabar no meio do NBB ele ter que voltar.
Pensar em Kobe Bryant ultrapassariam os limites do basquete Rubro Negros. Muitas fanáticos pelo esporte, que pouco se interessam pelos jogos no Brasil, pagariam o ingresso que fosse e lotariam a Arena da Barra para ver o ala jogando de perto.
Vejo que a amizade com Ronaldinho pouco influenciaria. Até se fosse o outro Ronaldo e todos seus contatos direto com várias empresas, teria alguma chance de um pool de empresas para bancar o milionário salário do jogador.
Então, será que alguma empresa faria esse investimento ousado?
domingo, 14 de agosto de 2011
P & G comemora em jornal parceria com o Flamengo. Sem a bendita pilha!
A Procter & Gamble ocupou uma página inteira do jornal O Globo para comemorar a parceria fechada essa semana com o Flamengo: "A P & G se orgulha de estar presente em 140 nações pelo mundo. Agora, 141.
O mais interessante é que nem no anúncio do jornal, a empresa colocou aquela maldita pilha com o Duracell, como fez com o Manto. Não daria pra colocar apenas como está no jornal? A Batavo, por exemplo, colocou uma garrafa de iorgute na camisa? Tem alguma esfirra na camisa do Vasco? Existe alguma garrafa de Guaraviton na camisa do Botafogo? É um abuso, e me admira como o Conselho aprovou sem restrições.
O mais interessante é que nem no anúncio do jornal, a empresa colocou aquela maldita pilha com o Duracell, como fez com o Manto. Não daria pra colocar apenas como está no jornal? A Batavo, por exemplo, colocou uma garrafa de iorgute na camisa? Tem alguma esfirra na camisa do Vasco? Existe alguma garrafa de Guaraviton na camisa do Botafogo? É um abuso, e me admira como o Conselho aprovou sem restrições.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Conselho aprova patrocínio principal. Traffic fica de fora da jogada
Então ontem foi aprovado o contrato de patrocínio máster pelo Conselho Deliberativo e as duas marcas já estréiam no domingo (Quer dizer que a empresa pagou por um e vai colocar duas empresas no Manto?). O Flamengo vai receber R$ 5,6 milhões por quatro meses, que representaria um valor anual de R$ 16,9 milhões, praticamente a metade do desejo da diretoria e bem menos do último contrato com a Batavo, de R$ 22 milhões mais R$ 3 milhões de ativação promocional.
Infelizmente as agências que fazem essa intermediação são necessárias. Quando fechou com a Batavo, a agência que levou a comissão foi a Off Field. Não adianta o Flamengo ter competentes profissionais de marketing com apenas conhecimento técnico. Ronaldo conseguiu o necessário para se dar bem no mercado e nem é qualificado na área: carisma, conhecimento pessoal e portas abertas em várias empresas.
O esquisito nessa história é o papel que a toda poderosa Traffic vem fazendo. Afinal a empresa é a responsável por captar patrocínios, não teve sucesso nessa empreitada e não vai levar nem um centavo desse contrato com a Procter & Gamble.
Agora o mais surreal foi a diretoria do Flamengo ter fechado questão com tal site de vendas coletivas "Felicidade Urbana", ter colocado na pauta de votação na seção do Conselho Deliberativo e acertado o pagamento de R$ 6 milhões que seria feito em parcelas de R$ 500 mil sendo que nos dois primeiros meses o Flamengo receberia apenas R$ 100 mil.
E o pior, a tal comissão seria paga a uma empresa que tem poucos meses de vida, nenhum histórico no mercado e um endereço bizarro em Niterói. Quem foi o gênio da diretoria que negociou e fechou com essa empresa? Dessa vez o Conselho Fiscal, que estava sendo ignorado, acertou e travou o negócio.
Infelizmente as agências que fazem essa intermediação são necessárias. Quando fechou com a Batavo, a agência que levou a comissão foi a Off Field. Não adianta o Flamengo ter competentes profissionais de marketing com apenas conhecimento técnico. Ronaldo conseguiu o necessário para se dar bem no mercado e nem é qualificado na área: carisma, conhecimento pessoal e portas abertas em várias empresas.
O esquisito nessa história é o papel que a toda poderosa Traffic vem fazendo. Afinal a empresa é a responsável por captar patrocínios, não teve sucesso nessa empreitada e não vai levar nem um centavo desse contrato com a Procter & Gamble.
Agora o mais surreal foi a diretoria do Flamengo ter fechado questão com tal site de vendas coletivas "Felicidade Urbana", ter colocado na pauta de votação na seção do Conselho Deliberativo e acertado o pagamento de R$ 6 milhões que seria feito em parcelas de R$ 500 mil sendo que nos dois primeiros meses o Flamengo receberia apenas R$ 100 mil.
E o pior, a tal comissão seria paga a uma empresa que tem poucos meses de vida, nenhum histórico no mercado e um endereço bizarro em Niterói. Quem foi o gênio da diretoria que negociou e fechou com essa empresa? Dessa vez o Conselho Fiscal, que estava sendo ignorado, acertou e travou o negócio.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Empresa de Ronaldo consegue o que a Traffic não conseguiu em oito meses. Como explicar isso?
A notícia saiu ontem no jornal O Globo, mas hoje teve uma repercussão maior na coluna "Painel Esporte Clube" da Folha de São Paulo.
O patrocínio máster com a Procter & Gamble foi intermediado pela 9ine, empresa do Ronaldo. Se for aprovado pelo Conselho Deliberativo nessa quinta-feira, a comissão da agência será de R$ 975 mil. O valor do patrocínio que ficará com o Flamengo é de R$ 5,6 milhões até o final do ano.
É realmente surpreendente que a Traffic, a suprema no marketing esportivo, esteja envolvida para captar patrocínios desde a chegada de Ronaldinho, sem sucesso, e Ronaldo, com seus seis meses de agência de marketing esportivo e todos seus contatos, já fechou um patrocínio pro Flamengo e levou seu milhãozinho de comissão.
Será que a Traffic vai querer seu percentual no patrocínio máster? Ou será mesmo só depois dos R$ 30 milhões? O que está no contrato?
Será que ninguém do marketing Rubro Negro pensou em fazer uma visita a essas empresas gigantes de consumo?
Conversando com Rodrigo Capelo, repórter da Máquina do Esporte, ele afirmou que não é estranho que Ronaldo tenha obtido êxito, pois ele tem portas abertas em muitas empresas, com muitos executivos. E apontou o erro da negociação pelos patrocínios de ambas as partes. Do Flamengo, em não ter uma política clara se iria fatiar ou não os patrocínios da camisa e a supervalorização da cota máster, pois, segundo ele, quem define o valor de uma propriedade comercial é o mercado, e não o proprietário.
A Traffic precisava conseguir R$ 30 milhões para levar sua parte, ficou assustada com a realidade do mercado, mas esbarrava no desejo da diretoria do Flamengo de "não poluir o Manto".
O patrocínio máster com a Procter & Gamble foi intermediado pela 9ine, empresa do Ronaldo. Se for aprovado pelo Conselho Deliberativo nessa quinta-feira, a comissão da agência será de R$ 975 mil. O valor do patrocínio que ficará com o Flamengo é de R$ 5,6 milhões até o final do ano.
É realmente surpreendente que a Traffic, a suprema no marketing esportivo, esteja envolvida para captar patrocínios desde a chegada de Ronaldinho, sem sucesso, e Ronaldo, com seus seis meses de agência de marketing esportivo e todos seus contatos, já fechou um patrocínio pro Flamengo e levou seu milhãozinho de comissão.
Será que a Traffic vai querer seu percentual no patrocínio máster? Ou será mesmo só depois dos R$ 30 milhões? O que está no contrato?
Será que ninguém do marketing Rubro Negro pensou em fazer uma visita a essas empresas gigantes de consumo?
Conversando com Rodrigo Capelo, repórter da Máquina do Esporte, ele afirmou que não é estranho que Ronaldo tenha obtido êxito, pois ele tem portas abertas em muitas empresas, com muitos executivos. E apontou o erro da negociação pelos patrocínios de ambas as partes. Do Flamengo, em não ter uma política clara se iria fatiar ou não os patrocínios da camisa e a supervalorização da cota máster, pois, segundo ele, quem define o valor de uma propriedade comercial é o mercado, e não o proprietário.
A Traffic precisava conseguir R$ 30 milhões para levar sua parte, ficou assustada com a realidade do mercado, mas esbarrava no desejo da diretoria do Flamengo de "não poluir o Manto".
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Dois novos patrocínios para o futebol e, finalmente, para o esporte olímpico
Na quinta-feira à noite o Flamengo deverá ter mais três patrocínios, dois para o futebol e um para os esportes olímpicos.O Conselho Deliberativo foi convocado em caráter de urgência para analisar os contratos e deve bater o martelo. A princípio, o Conselho Fiscal foi ignorado pela diretoria.
O patrocinador master seria a Procter & Gamble. Por um contrato de quatro meses, o Flamengo receberá R$ 5,6 milhões e exibirá a marca "Gillete". Segundo O Globo dessa terça-feira, a "9INE", do ex-jogador Ronaldo, foi a intermediária do negócio e vai receber R$ 900 mil.
Já o "Felicidade Urbana" renderá R$ 6 milhões por um período de um ano. Os produtos serão anunciados na barra da camisa e dos calções. O melhor nesse caso seria fechar por apenas quatro meses, ano que vem pode pintar uma Libertadores e poderia pedir mais.
O futebol tem outros dois patrocínios: a BMG, que rende R$ 8 milhões e a TIM, com mais R$ 2 milhões.
Sou leigo nesse assunto, mas acredito ser um caminho irreversível. O Flamengo ficou esperando oito meses, sonhando com os R$ 30 milhões de uma empresa só, e não encontrou ninguém que bancasse.
É péssimo, ter cinco marcas no Manto vai ficar feião, mas já é um caminho sem volta. Ou o Flamengo abre novas frentes de marketing pra fechar com apenas uma ou duas empresas na camisa, ou vai ter que fatiar o que tem de mais sagrado.Infelizmente.
E a novidade seria o patrocínio da Frigo-Premium, empresa de abatedouros e frigoríficos, que ofereceu R$ 7,5 milhões por um compromisso de cinco anos para patrocinar os esportes olímpicos do Flamengo, segundo O Globo. É pouco, cerca de R$ 1,5 milhões por ano, sendo que a receita total em 2010 foi de R$ 18 milhões para uma despesa de R$ 45 milhões.
O patrocinador master seria a Procter & Gamble. Por um contrato de quatro meses, o Flamengo receberá R$ 5,6 milhões e exibirá a marca "Gillete". Segundo O Globo dessa terça-feira, a "9INE", do ex-jogador Ronaldo, foi a intermediária do negócio e vai receber R$ 900 mil.
Já o "Felicidade Urbana" renderá R$ 6 milhões por um período de um ano. Os produtos serão anunciados na barra da camisa e dos calções. O melhor nesse caso seria fechar por apenas quatro meses, ano que vem pode pintar uma Libertadores e poderia pedir mais.
O futebol tem outros dois patrocínios: a BMG, que rende R$ 8 milhões e a TIM, com mais R$ 2 milhões.
Sou leigo nesse assunto, mas acredito ser um caminho irreversível. O Flamengo ficou esperando oito meses, sonhando com os R$ 30 milhões de uma empresa só, e não encontrou ninguém que bancasse.
É péssimo, ter cinco marcas no Manto vai ficar feião, mas já é um caminho sem volta. Ou o Flamengo abre novas frentes de marketing pra fechar com apenas uma ou duas empresas na camisa, ou vai ter que fatiar o que tem de mais sagrado.Infelizmente.
E a novidade seria o patrocínio da Frigo-Premium, empresa de abatedouros e frigoríficos, que ofereceu R$ 7,5 milhões por um compromisso de cinco anos para patrocinar os esportes olímpicos do Flamengo, segundo O Globo. É pouco, cerca de R$ 1,5 milhões por ano, sendo que a receita total em 2010 foi de R$ 18 milhões para uma despesa de R$ 45 milhões.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Marcus Duarte é o novo executivo de marketing do Flamengo
Com a saída de Harrison Baptista para a Traffic, Marcus Duarte assume a função de executivo de marketing do Flamengo. Ele já ocupou o cargo lá no começo de 2005 durante a gestão de Márcio Braga. Era um tempo difícil, onde o time vivia rondando a zona de rebaixamento, e não cair para a segunda divisão era o principal objetivo naquela época, por incrível que pareça.
Confira aqui uma entrevista que ele deu ao Máquina do Esporte. Marcus Duarte foi responsável pelo projeto das pulserinhas para o Centro de Treinamento. A torcida abraçou a causa e teve um certo sucesso, foram vendidas mais de 90 mil, porém as obras não foram pra frente, um pancada na credibilidade da relação torcedor x Clube.
Em 2007 ele esteve no Vasco na gestão Eurico Miranda, e após muitos anos sem patrocínio conseguiu levar o MRV para time de São Januário.
Hoje com o futebol bem dentro de campo, o objetivo é unificar a política de patrocínios do futebol, investir nos produtos para estruturar o CT e captar aporte para o basquete e finalmente para a natação. E se lembrar do Cidadão Rubro Negro, também não seria nada mal. Vamos ver como será o trabalho do novo chefe do marketing Rubro Negro.
Confira aqui uma entrevista que ele deu ao Máquina do Esporte. Marcus Duarte foi responsável pelo projeto das pulserinhas para o Centro de Treinamento. A torcida abraçou a causa e teve um certo sucesso, foram vendidas mais de 90 mil, porém as obras não foram pra frente, um pancada na credibilidade da relação torcedor x Clube.
Em 2007 ele esteve no Vasco na gestão Eurico Miranda, e após muitos anos sem patrocínio conseguiu levar o MRV para time de São Januário.
Hoje com o futebol bem dentro de campo, o objetivo é unificar a política de patrocínios do futebol, investir nos produtos para estruturar o CT e captar aporte para o basquete e finalmente para a natação. E se lembrar do Cidadão Rubro Negro, também não seria nada mal. Vamos ver como será o trabalho do novo chefe do marketing Rubro Negro.
sábado, 9 de julho de 2011
Patrícia Amorim: Flamengo não tem dificuldade financeira
A rádio Nacional transmitiu a final de juniores nesse sábado e no intervalo entrevistou Patrícia Amorim.
Ela confirmou que Alex Silva está mais próximo mesmo em relação ao Kleber, afirma que pensa em mais um atacante sem ser o Kleber. Se ele não vier, o Fla tentará outro jogador.
Agora a grande bomba do sábado: Patrícia Amorim afirmou que o Clube não tem dificuldades financeiras, que não tem necessidade de fechar com qualquer patrocinador e que o contrato com a Globo acaba dando certo alívio as finanças do clube, por isso os salários em dia.
Será que ela lembra do caos que foi o balanço de 2010? Será que ela lembra que tem uma dívida de R$ 225 milhões a ser paga até dezembro? Quanto desse valor já foi quitado?
Também disse que a camisa do Flamengo não será macacão de Formula 1. E hoje saiu na coluna Panorama Esportivo do jornal O Globo, que pela Traffic, o Manto Rubro Negro já seria transformado em outdoor multimarcas e por isso a relação Flamengo/Traffic estaria desgastada.
E que já foi oferecido a TIM e a BMG cota principal de patrocínio, porém, com um valor menor. Confira a coluna na íntegra:
Ela confirmou que Alex Silva está mais próximo mesmo em relação ao Kleber, afirma que pensa em mais um atacante sem ser o Kleber. Se ele não vier, o Fla tentará outro jogador.
Agora a grande bomba do sábado: Patrícia Amorim afirmou que o Clube não tem dificuldades financeiras, que não tem necessidade de fechar com qualquer patrocinador e que o contrato com a Globo acaba dando certo alívio as finanças do clube, por isso os salários em dia.
Será que ela lembra do caos que foi o balanço de 2010? Será que ela lembra que tem uma dívida de R$ 225 milhões a ser paga até dezembro? Quanto desse valor já foi quitado?
Também disse que a camisa do Flamengo não será macacão de Formula 1. E hoje saiu na coluna Panorama Esportivo do jornal O Globo, que pela Traffic, o Manto Rubro Negro já seria transformado em outdoor multimarcas e por isso a relação Flamengo/Traffic estaria desgastada.
E que já foi oferecido a TIM e a BMG cota principal de patrocínio, porém, com um valor menor. Confira a coluna na íntegra:
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