quinta-feira, 17 de abril de 2014

Mogi elimina Pinheiros e avança às quartas do NBB

Uma das maiores zebras da história do NBB.

O Mogi, 12º colocado na fase regular com 14 vitórias e 18 derrotas, eliminou  o Pinheiros, 5º colocado com 20 vitórias e 12 derrotas, e agora enfrenta o Limeira nas quartas de final.

Jogando em casa, a equipe do Mogi fechou a série em 3 x 1, com uma vitória por 86 x 68 na noite desta quinta-feira.

Outra zebra pode surgir na disputa entre São José e Palmeiras. A série está empatada em 2 x 2 e a última partida será em São José dos Campos.

Na outra série, Uberlândia x Franca decidem a sorte também na quinta partida em Minas Gerais.

O Flamengo já tem adversário definido nas quartas: trata-se do Bauru. Passando, enfrenta na semifinal o vencedor de Limeira x Mogi.

Na temporada 2010/2011 do NBB, o Flamengo eliminou o Bauru também nas quartas de final em 3 x 1. Perdeu o primeiro jogo fora de casa e liquidou a série vencendo três jogos seguidos.

Se fosse no regulamento antigo, o adversário do Rubro Negro nas quartas seria o Mogi. Mas como os confrontos estão fixos, o Flamengo acaba tendo que enfrentar um adversário mais forte do que o Limeira, por exemplo, que terminou em terceiro lugar. Isso tudo na teoria, é claro.

- E tinha gente aí zombando da SeleMogi quando derrotou o Flamengo, hein? hehe

- O Sportv com três canais não passou o jogo ao vivo. Cinco mil torcedores lotaram o ginásio, sendo necessária inclusive a força da polícia para impedir que o portão fosse arrombado. Que desperdício, hein, canal campeão?

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Estadual 2014: Flamengo 1 x 1 Vasco


O título de domingo foi no grau: não apaga o vexame da Libertadores e muito menos esconde as carências do time. Pelo menos deu para curtir e comemorar com um gol inacreditável nos acréscimos contra o finado Vasco.

Foi um jogo fraco tecnicamente, porque se por um lado o Vasco mantinha a posse de bola sem levar perigo ao Felipe - Douglas apagado outra vez, do outro o Flamengo era só pernas e zero inteligência. A defesa se fechou razoavelmente bem no primeiro tempo, mas ninguém era capaz de segurar a bola no meio de campo, esperar ultrapassagens pelas pontas, preparar melhor as jogadas. Ótimas bolas sobraram para Paulinho, Éverton e Luiz Antônio e todas foram desperdiçadas. Não tinha ninguém para fazer o contraponto à correria.

Abrindo um parênteses: o Vasco não precisa dessa preocupação toda do Jayme de só jogar por uma bola, de fechar o time todo e buscar na velocidade o gol. O Flamengo tem muito mais time que isso.

No segundo tempo piorou, porque nem as jogadas em contra-ataque o time conseguia realizar. O Vasco também cansou de martelar e o domínio já começava a ficar mais claro para a equipe da Gávea, quando Chicão foi expulso junto André Rocha - que já tinha um amarelo. Era lance tradicional de amarelo, mas o árbitro teria que expulsar o lateral vascaíno.

O Flamengo recuou de vez e o gol do Vasco ficava cada vez mais evidente. Jayme queria tirar o Paulinho acabou tirando o Éverton, quando deveria ter substituído o André Santos. Cada vez mais me convenço que o lugar do Éverton é ali na lateral esquerda. Ele tem mais tato de posicionamento que o André Santos. Este, pelo contrário, por pouco não foi expulso.

Erazo entrou, cometeu um pênalti medíocre. O Vasco rezava pro tempo passar, trocava passes, a torcida vascaína gritava "olé", porém errou um saída de bola pela direita. De lá saiu o escanteio para o incrível gol de Márcio Araújo impedido. Azar, erros de arbitragem acontecem todos os dia.

O título não apaga que o Flamengo para o Brasileirão é uma incógnita: 1) Os dois laterais voltaram depois de muito tempo e logo de cara em dois jogos decisivos. Ambos foram péssimos. 2) Só de velocidade não dá pra viver, a opção precisa ser o Mugni.

Mais do que time, elenco, Jayme precisa decidir qual postura quer da equipe, qual a proposta. Vai jogar como nas duas últimas partidas? Recuado e jogando em velocidade ou com toque de bola? Marcação vai subir ou vai ficar atrás da linha de meio campo?

Elenco para fazer um campeonato tranquilo eu acredito que o Flamengo tenha, mas se quiser brigar pelo título, vai precisar de trazer um volante, um meia passador e um lateral esquerdo.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Estatuto modificado: o Flamengo caminha rumo à sustentabilidade olímpica


Foi uma noite histórica para os esportes olímpicos do Flamengo.

Foi aprovada nesta segunda-feira a adequação do estatuto à Lei Pelé. Com esse alinhamento, o clube continuará apresentando projetos para captação via Imposto de Renda e ICMS, além de participar das chamadas públicas e dos convênios com o Ministério do Esporte.

Além disso, está legitimamente apto a participar da partilha dos R$ 130 milhões, oriundos dos 0,5% da loteria, que está parada na conta da Confederação Brasileira de Clubes há três anos. Essa grana será dividida entre os principais clubes formadores de atletas olímpicos do país, o que se discute agora são os critérios para essa divisão.

A oposição, liderada por Leonardo Ribeiro, tentou uma emenda esdrúxula: que 20% de toda receita líquida do Flamengo fosse destinada para os esportes olímpicos, continuando assim a eterna dependência do futebol. Conseguiu apenas dois votos, foi clamorosamente derrotado e levou uma sonora vaia.

(Como seria salutar uma oposição justa e com valores à frente desses tempos amadores que graças a Deus vão ficando para trás)

Foi sem dúvida uma vitória política também. Durante a campanha a atual gestão foi acusada de ser peremptoriamente contrária aos esportes ditos amadores. Quando foi obrigada a encerrar diversas equipes adultas foi um escândalo. Muitos não entendiam, alguns disseram que seria retaliação, mas mesmo assim continuaram o trabalho, apesar da desconfiança dos atletas (que hoje fizeram campanha pela modificação e inclusive estiveram ontem à noite na Gávea), conseguiram as Certidões Negativas, apresentaram diversos projetos e lutaram com toda as forças para um fato inédito: modificação do arcaico estatuto de 1992.

Os esportes olímpicos caminham para a sustentabilidade, impedindo que todo esse custo caia no colo do já combalido do futebol. Vence o Flamengo, vence a tradição, vence o futebol Rubro Negro!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Votação decisiva para o futuro dos esportes olímpicos do Flamengo hoje no Deliberativo


Antes do post sobre o título estadual mais do que merecido do Flamengo na tarde de ontem no Maracanã: hoje é o dia de votação no Conselho Deliberativo às 19:30h para adaptar o estatuto à Lei Pelé.

No sábado, na Gávea, diversos atletas olímpicos percorreram o clube manifestando a necessidade de adequação do estatuto - que é de 1992, à legislação atual. É questão de sobrevivência.

Manter os esportes olímpicos não é tarefa fácil, torná-lo autossustentável então, missão árdua. Investimento privado é cada vez mais difícil pela pouca visibilidade e retorno e dividir a grana com as Confederações é impossível, restam então aos verdadeiros clubes formadores de atletas a busca por recursos públicos.

É nessa direção que o Flamengo caminha quando conseguiu as tão sonhadas Certidões Negativas na base de muito sacrifício, para ter acesso e apresentar projetos via IR e ICMS, além de participação nos convênios federais e entrar na partilha da grana da Confederação Brasileira de Clubes, os 0,5% de toda loteria esportiva. São mais de R$ 130 milhões parados na conta prontos para serem repartidos aos clubes que apresentarem todas as exigências previstas.

Mas para isso precisa hoje votar a favor da adequação do estatuto à Lei Pelé, para incluir questões básicas que qualquer gestão profissional precisa: limitação do mandado do dirigente (quatro anos), permitida uma recondução, exigência de total transparência, participação de atletas nos diversos órgãos internos, obrigatoriedade de autonomia do Conselho Fiscal e veto ao nepotismo.


CLÁUSULA DE CONFIDENCIALIDADE

Um dos pontos que ainda gera dúvida é a cláusula de confidencialidade, que está na Lei Pelé. É justamente para garantir que os sócios dos clubes tenham posse de contrato, quer dizer: amplia para todos os sócios além dos conselheiros acesso irrestrito aos documentos e informações relativos à prestação de contas, salvo aqueles com cláusulas de confidencialidade, os quais serão passados pelo Conselho Fiscal.

Já os conselheiros do clube não muda nada, pois continuam tendo acesso a todo tipo de contrato e documento, independente ou não ter conter cláusula de confidencialidade.

Os amantes dos esportes olímpicos e de toda tradição Rubro Negra no remo, basquete, natação, ginástica, pólo-aquático, judô, futsal não podem perder essa chance por disputa política, por mesquinhez.

Pela alteração do estatuto do Flamengo à Lei Pelé!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Libertadores 2014: Flamengo 2 x 3 León


A página pra escrever o post no blog foi aberta diversas vezes desde quarta-feira à noite. Finalmente hoje saiu alguma coisa sobre a eliminação do Flamengo na Libertadores:

Erros individuais, dez gols sofridos, falta de substituto para o Elias, aposta em Muralha, Recife e Feijão como opções na posição, contusões, jogadores importantes do ano passado que não rendem mais e algumas opções do Jayme que não se justificam.

Antes do primeiro jogo da Libertadores escrevi aqui:

Vejo um time ainda criança para enfrentar uma pressão, bola na área, o inferno todo peculiar desses jogos.
O Flamengo terá que conquistar ao longo da competição essas características, exatamente como foi durante a Copa do Brasil. Um time desacreditado e sem força, mas que virou praticamente imbatível durante o mata-mata.
Vamos ver qual será o espírito do time na estreia. Se será um time de pegada, de raça, de muita marcação e velocidade no ataque, ou que aceita ser dominado como foi contra o Fluminense.

Não via um Flamengo com um elenco fraco, mas ainda era um time em formação. Jayme nunca conseguiu armar seu time ideal - pelos jogadores que não rendiam, pelas opções que tinha, foi rodando o banco. O que salvava o Flamengo era a força do seu elenco e dos vários jogadores que decidiam os jogos.

Mas tinha uma equipe suficiente para passar da fase de grupos e tentar envergar o varal com a força de sua camisa e a possibilidade de contar com o Márcio Araújo e especialmente o Luiz Antônio. Como foi na Copa do Brasil: o time ganhava confiança a cada fase e chegou praticamente imbatível na reta final da competição.

Não deu. Pode marcar aí no seu bingo da eliminação: os erros individuais, a montagem do elenco de Pelaipe e Wallim e os graves erros do Jayme.

Destaco alguns:

Cáceres fez muita falta. Ele sozinho foi responsável por 19% de todos os desarmes da equipe no campeonato: 23 no total em apenas três jogos. Sem o paraguaio e não confiando nos seus volantes, (Recife e Feijão apenas viajaram nessa Libertadores), Jayme poderia ter improvisado um experiente Chicão mais adiantado. Já escreve isso aqui.

A demora na substituição do André Santos na partida contra o Bolívar no morro, mesmo vendo ele demorando quase dois minutos para voltar do ataque para a defesa, foi dura de compreender. Escrevi aqui. Demorou demais a colocar o Éverton na esquerda e entrar com o Alecsandro. Quando o fez, quase empatou  a partida, porém era tarde demais.

Contra o Emelec fora de casa Jayme não contou com seus três laterais. E foi um dos jogos mais seguros da equipe. Jogando de forma solidária e consciente das fraquezas da equipe, Wellinton foi escalado na direita e, enquanto teve perna foi bem, e na direita um batalhão de assessores para proteger o João Paulo.

O discurso era de que o time havia aprendido a jogar a Libertadores. Foi um Flamengo totalmente vibrante com espírito diferente. Escrevi aqui.

Pois é. O que vimos na quarta-feira foi um baile tático contra um Jayme que errou em escalar Léo Moura, André Santos e Elano juntos, sem Lucas Mugni no banco e nenhum outro meia. Foi incrível a forma do León jogar: praticamente não errava passes, pegava todos os rebotes e com inúmeras tabelinhas desmoronava a defesa Rubro Negra. Era Samir, Wallace e Amaral contra o ataque mexicano. A diferença tática foi gritante!

O começo do jogo já deu ideia de que era um estranho Flamengo, que se quer exerceu a tradicional pressão inicial do time que joga em casa e precisava vencer. O restante do jogo foi um time apático, que não respondia aos apelos da torcida de que ainda dava para vencer.

Não, ainda não aprenderam como se joga uma Libertadores. Nem os jogadores, nem o treinador e nem os diretores Rubro Negros.

Aliás, o curioso: a Gávea já viveu crises graves em tempos de Libertadores. Em 2012 presenciou tempos tenebrosos de salários atrasados e foi eliminado na primeira fase, veja aqui. Neste ano resolveram até pagar antecipado e criaram um clima bom de trabalho, mesmo assim não conseguiram fazer o time jogar decentemente essa competição.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Votação importante no Conselho Deliberativo, na segunda-feira, para garantir recursos aos esportes olímpicos


Ainda não é a votação maior para alteração do estatuto que está por vir, mas na segunda-feira, dia 14 de abril, o Conselho Deliberativo votará adaptações importantes do estatuto à Lei Pelé.

Essa adaptação será necessária para que o Flamengo tenha acesso à parte do fundo de formação de atletas olímpicos de R$ 130 milhões que estão na conta há três anos. Trata-se da MP que alterou a Lei Pelé e garantiu ao CONFAO (Conselho de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos) 0,5% dos recursos da loteria esportiva.

Segundo a atual legislação, apenas as instituições com as Certidões Negativas de Débito e a adequação dos seus estatutos à Lei Pelé poderão participar dessa partilha e participar das chamadas públicas do Ministério do Esporte.

Estarão em discussão a limitação do mandado do dirigente - máximo de quatro anos permitida uma recondução, exigência de total transparência, participação de atletas nos diversos órgãos internos, obrigatoriedade de autonomia do Conselho Fiscal e veto ao nepotismo.

Só mais hoje, São Judas!


terça-feira, 8 de abril de 2014

Rubro-Negros da Ilha: A torcida que mais cresce no Brasil






Rubro-Negros da Ilha, a torcida de amigos capixabas apaixonados pelo Mengão. Muitos que não moram em nosso querido estado, o Espírito Santo, perguntam o por que de ser “da ilha”. Somos da Ilha pois nossa torcida nasceu na capital, Vitória, que é uma ilha maravilhosa, e por isso a homenagem.

Tudo começou com um grupo criado no facebook em meados de junho de 2012. Eu, Gabriel Harchbart Dias, Presidente e fundador da torcida, criei o grupo no facebook com o intuito de fornecer um espaço nas redes sociais para que os  Flamenguistas capixabas pudessem interagir, podendo assim compartilhar notícias, ideias, critícas, participar de debates, dar opinião, cornetar os jogadores é claro, e tudo mais que as redes sociais podem nos proporcionar para falar no nosso Mengão.

O grupo começou a crescer muito e como ja era minha ideia desde a criação, começamos a marcar de assistir a jogos do Mengão juntos, e a partir dai foram diversos encontros, viagens, eventos, churrascos, festas, peladas e muita amizade formada. Desde então assistimos a todos os jogos do Mengão juntos. Criamos uma camisa personalizada em estilo retrô na qual ja esta vestindo mais de 350 rubro-negros, inclusive vários ilustres, como o Magro de Aço, Ronaldo Angelim, que visitou nosso estado e vestiu o nosso Manto, e claro levou para casa.

Juntos fizemos diversas excursões, a primeira delas na reabertura do Novo Maraca com Flamengo e Botafogo. Depois fomos a toda a fase final da Copa do Brasil, sempre com o nosso Manto Sagrado e com a nossa bandeira. E neste ano, é claro, estamos levando diversos membros da torcida aos jogos da Libertadores. Nas nossas peladas, na sua grande maioria no society Golaço, no qual nosso amigo Marcio Castello sempre nos disponibiliza com cortesia, nos reunirmos para jogar bola e bater um papo sobre o Mengão.

Nossa torcida conta com uma diretoria, que tem como função fazer a moderação das mídias sociais, tal como gerir todos os eventos da torcida. Hoje, o nosso grupo no facebook ja conta com mais de 3500 membros, nossa fan page tem mais de 600 curtidas. No instagram temos mais de 1500 seguidores, e no aplicativo whatsapp temos 3 grupos que somados tem 150 membros. E não queremos parar por aí, pois nosso amor pelo Mengão não tem limites, e estaremos sempre onde ele estiver.

Nosso maior sonho sempre foi ser uma Embaixada do Flamengo, pois este o maior reconhecimento dado pelo Clube por todo amor e paixão que colocamos em prol do nosso amado Clube, mesmo estando a quilômetros de distância. Agradecemos a todos aqueles que de alguma forma nos ajudam e nos fazem realizar os sonhos de diversos Rubro-Negros Capixabas.

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