A próxima temporada promete uma invasão de argentinos no NBB. Com o aumento no número de equipes, mudanças na regra de estrangeiros e a crise econômica no país vizinho, a imprensa argentina retrata o êxodo de atletas argentinos para o Brasil.
Nos dois últimos anos, cinco hermanos disputaram a temporada em terras brasileiras (Balbi, Figueroa, Sahdi, Caferatta e Ruiz), agora, esse número deve dobrar ou triplicar. É o que informa o site Basquet Plus.
Lucas Faggiano e Nico Romano devem ir para o Bauru, Schattmann está perto de Franca e vários outros estão na mira dos brasileiros: Basabe, Elsener, Luciano Gonzalez, Leandro Vildoza, Gerlero, Machuca, Vega, Brussino, Gamboa, Gramajo, Guido Mariani, Cuello, Cosolito, Aguerre, Figueroa, Tabarez.
E também há treinadores: o próximo técnico do Minas deve ser Nico Casalánguida ou Silvio Santander.
Segundo o site, os motivos são os diversos: aumento de 14 para 18 equipes que vão disputar o próximo NBB (Unifacisa, São Paulo, Pato Branco e Campo Mourão) e a mudança na regra de estrangeiros permitidos: de três para quatro por time.
Mas por que querem os argentinos? Segundo o Basquet Plus, os hermanos são bons, mais baratos do que os norte-americanos, a adaptação é mais rápida e o visto de trabalho não tem tanta burocracia.
Por que os argentinos estão vindo para o Brasil? Eis as respostas: segurança econômica, dez meses garantidos, salários razoavelmente em dia, se joga menos, viaja menos - apesar da grandeza do Brasil, os times são concentrados no Rio e São Paulo, com ponte aérea para o restante das regiões.
E a maioria dos jogadores argentinos requisitados já passaram dos 30 anos e pensam em alargar sua carreira. E na Argentina, com desgaste nos últimos anos, não será possível.
A matéria completa está aqui.
Lucas Faggiano e Nico Romano devem ir para o Bauru, Schattmann está perto de Franca e vários outros estão na mira dos brasileiros: Basabe, Elsener, Luciano Gonzalez, Leandro Vildoza, Gerlero, Machuca, Vega, Brussino, Gamboa, Gramajo, Guido Mariani, Cuello, Cosolito, Aguerre, Figueroa, Tabarez.
E também há treinadores: o próximo técnico do Minas deve ser Nico Casalánguida ou Silvio Santander.
Segundo o site, os motivos são os diversos: aumento de 14 para 18 equipes que vão disputar o próximo NBB (Unifacisa, São Paulo, Pato Branco e Campo Mourão) e a mudança na regra de estrangeiros permitidos: de três para quatro por time.
Mas por que querem os argentinos? Segundo o Basquet Plus, os hermanos são bons, mais baratos do que os norte-americanos, a adaptação é mais rápida e o visto de trabalho não tem tanta burocracia.
Por que os argentinos estão vindo para o Brasil? Eis as respostas: segurança econômica, dez meses garantidos, salários razoavelmente em dia, se joga menos, viaja menos - apesar da grandeza do Brasil, os times são concentrados no Rio e São Paulo, com ponte aérea para o restante das regiões.
E a maioria dos jogadores argentinos requisitados já passaram dos 30 anos e pensam em alargar sua carreira. E na Argentina, com desgaste nos últimos anos, não será possível.
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