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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Basquete e futebol: as vitórias do Flamengo nessa quinta-feira

Vitória no basquete e futebol na noite desta quinta-feira.

Pelo NBB, o Flamengo derrotou o Campo Mourão por 79 x 69, em ótima partida coletiva do elenco Rubro Negro.

Pela Primeira Liga, os reservas da Gávea venceram o América-MG por 1 x 0 e classificaram a equipe para a semifinal, que só acontecerá, inexplicavelmente, no segundo semestre.


BASQUETE

Após a vitória na prorrogação contra o Pinheiros, a equipe Rubro Negro passou duas semanas sem uma partida. Este intervalo ajudou muito o Flamengo: os contundidos Fischer e Marcelinho retornaram e José Neto pôde treinar a equipe.

Como resultado: a ótima vitória contra o Mogi por 96 x 87 e a convincente vitória contra o Campo Mourão por 79 x 69. Apesar do placar com apenas dez pontos de diferença, o jogo foi bom.

Olivinha segue sua ótima fase. Em apenas 22 minutos, anotou 15 pontos e pegou 12 rebotes. É a 13ª e a quarta consecutiva que o ala-pivô termina com duplo-duplo. Marquinhos e Marcelinho marcaram juntos 28 pontos e a dupla JP Batista e Rollins anotou 24 pontos. 

Novamente o time cresceu no quarto final, à exemplo do confronto contra o Mogi. O Flamengo já vencia por 54 x 44 ao final do terceiro quarto. Na metade do período final fez 16 x 7, abriu 70 x 51 e liquidou a partida em 79 x 69.



FUTEBOL

Quando se joga com time totalmente reserva, vemos exatamente o que aconteceu ontem. É muito feito, não tem entrosamento, não tem uma jogada ensaiada. Por isso, se puder escolher, é melhor fazer time misto do que todo reserva. Entretanto, ontem não tinha escolha: os titulares precisavam treinar durante a semana e principalmente ficar no Rio. O foco precisa ser o 08 de março. Desta forma, fizeram certo.

E foi até melhor não contar com os titulares, apesar da presença do Éverton e Berrío que possivelmente estarão entre os 11, pois, o que bateu o América-MG não foi brincadeira. Conseguiram derrubar duas vezes e tirar sangue do Berrío. Ele e Damião tiveram que sair no intervalo.

Porém foi interessante ver o colombiano jogar, embora por pouco tempo. Foi dele o passe para Gabriel marcar o único gol. É a sua segunda assistência em três partidas e sem jogar os noventa minutos. 

Mesmo com teoricamente dois pontas, Zé Ricardo montou o time no 4-4-2, tendo o Berrío ao lado do Damião. Gabriel e Éverton centralizados. O problema que o Flamengo não conseguiu dosar, saber a hora de subir a marcação e marcar no meio de campo. Fez o gol, iniciou marcando pressão, mas depois começou a marcar atrás da linha do meio de campo, deu a bola para o América-MG que, mesmo sendo um time horroroso e carniceiro, levou perigo justamente por ter a posse e por enfrentar uma defesa que ainda não conseguiu acertar a marcação com os volantes. 

À exemplo do jogo contra o Grêmio, Muralha fez outra grande defesa em chute da intermediária, justamente ali entre os volantes e os zagueiros, que fizeram um bom jogo. 

No segundo tempo finalmente o adversário ficou com um a menos. E o Flamengo fez o que mais tem feito: toque de bola sem muita objetividade. Ainda teve um bom passe vertical do Éverton pro Cafú, e depois do Adryan pro René, infelizmente ambos perderam. 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Primeira Liga 2017: Flamengo 2 x 0 Grêmio


Após três boas vitórias no estadual, o Flamengo enfrentou o primeiro desafio mais complicado da temporada: os reservas do Grêmio pela Primeira Liga: venceu por 2 x 0. Não jogou bem, mas venceu sem sustos.

Utilizando-se do mesmo esquema, com o Mancuello jogando de ponta, porém com muita movimentação, caindo pelo meio, entretanto desta vez ficou embolado: o argentino continuou fechando pelo meio, Diego por vezes precisou cair pela esquerda, Arão ajudava o Pará na direita e tudo na intermediária, faltando as jogadas agudas, principalmente pelos laterais. Foram muitas trocas de passes, muita paciência para entrar na defesa, o que não aconteceu.

Por isso os excessivos cruzamentos no primeiro tempo. Foram 16 jogadas aéreas. Alguns foram interessantes, como nas boas cabeçadas de Réver e Arão logo no começo da partida, entretanto depois virou a única fonte de jogada do Flamengo.

Após o bom começo, boa pressão, marcação avançada e muita movimentação durante os primeiros 15 minutos, o Grêmio respirou e equilibrou o jogo.

Quando finalmente o time de Zé Ricardo parou de erguer bola na área, chegou ao gol. Coube ao Diego, mais centralizado e puxando a marcação, encontrar Trauco livre, que distribuiu sua quarta assistência em quatro jogos, para ótima finalização de Éverton que abriu o placar.

No ano passado, Douglas, do Grêmio, terminou com 11 assistências na temporada. No Brasileiro, Dudu e Scarpa terminaram com 10 assistências.

No segundo tempo o Grêmio começou melhor, mas mesmo assim não foi um grande teste para o sistema defensivo Rubro Negro. Bolanos era o mais perigoso e obrigou Muralha a realizar grande defesa em chute de fora.

No Flamengo, as triangulações que tão bem funcionaram nos jogos do estadual, não apareceram na fechada defesa do Grêmio. Diego não fez um bom segundo tempo, chegou a prender por demais a bola em alguns ataques.

A grande novidade foi a estreia do Bérrio, que praticamente não treinou com a equipe titular, não fez pré-temporada, nem participou de amistosos. E mostrou ser exatamente o que se espera dele: foi até a linha de fundo marcar, mostrou força física, arrumou bons passes, apesar de demonstrar claro nervosismo da estreia, errando na dose de força dos passes.

Novamente o segundo gol saiu em bola aérea. Guerrero cabeceou, e no rebote o estreante Bérrio, bem posicionado, marcou seu gol. Logo depois o peruano teve boa chance de cabeça, entretanto, o goleiro gremista realizou grande defesa.

São quatro jogos, 13 gols feitos, apenas um sofrido. Domingo tem o clássico contra o Botafogo. Um desafio ainda maior para o Flamengo.

quinta-feira, 24 de março de 2016

O Flamengo misto na semifinal da Primeira Liga; A comemoração dos jogadores pela eliminação; Urge uma sede para mandar seus jogos

O Flamengo foi o proeminente na luta pela criação da Primeira Liga. Ensaiou uma briga com a FERJ, entretanto teve que recuar por pressão da TV Globo.

Tudo isto para chegar à semifinal da competição com time misto, ser eliminado e ouvir os jogadores aliviados por "menos um campeonato para disputar".

Sem local para mandar jogos no Rio, sem patrocínio, só restou ao clube rodar o Brasil e, diga-se, lotar praticamente todos os estádios que jogou. A diretoria e a comissão técnica não se entenderam e fizeram um planejamento bem ruim: em baixo de um temporal, jogou o time titular contra o Madureira. Na fase aguda da Primeira Liga, mandou um time misto e foi eliminado, com os jogadores aliviados por reduzir o número de viagens.

Tudo errado!

Desde o jogo contra o América-MG no Espírito Santo as reclamações quanto ao cansaço passaram a ser frequentes, e ainda estamos em março. Podem ter razão, pois já são 12 estádios diferentes que o Flamengo atuou.

Evidente que o cansaço não pode ser muleta pra tudo de errado que acontecer. Evidente mais ainda que, desde a contusão do Mancuello, Arão caiu de produção e o Flamengo perdeu o que tinha de novidade neste ano, em comparação com 2015.

E o pior: Muricy não conseguiu mais evoluir a equipe e continua com um esquema absoluto em qualquer jogo ou circunstância: três atacantes.

Reconheço que pela quantidade de viagens: jogou em Volta Redonda no sábado, Aracaju na quarta, domingo em São Paulo e quarta em Juiz de Fora, fica inviável treinar para organizar o time, alternar um esquema novo e testar novas fórmulas.

A desculpa já está na ponta da língua pelos jogadores e pelo Muricy. Para evitar que isso ocorra, basta a diretoria encontrar uma sede para fazer seus jogos. Se oferece salários em dia, estrutura e um elenco razoável para brigar pelo Brasileirão, pode colocar tudo a perder se não encontrar um estádio. Seja por culpa do cansaço de fato, seja pela desculpa pronta em caso de fracasso do Muricy.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Primeira Liga 2016: Flamengo 1 x 1 Figueirense


O Flamengo fez o que precisava fazer para se classificar como o melhor time da Primeira Liga e ter vantagem para decidir em casa na semifinal e final.

Foi um time em ritmo de amistoso. Muito espaçado, sem concentração, errando passes demais, o que expôs as fragilidades do sistema defensivo - Wallace e Paulo Victor.

Se o time não ajuda lá na frente, se Émerson perde uma bola e depois não corre pra recompor, vai estourar lá na defesa mesmo e escancarar o ponto fraco da equipe.

Já escrevi por aqui: Émerson não tem mais idade pra marcar pela esquerda e ainda chegar inteiro no ataque. Muricy precisa rever isso, ainda mais porque o Jorge também não vive uma boa fase por aquele lado.

Foi uma atuação semelhante a que o Flamengo teve contra o América-MG, no Espírito Santo. Até criou chances: Émerson perdeu duas vezes na cara, Gabriel chutou na trave, Guerrero perdeu no rebote, mas faltou intensidade.

Mas há pontos positivos, como a evolução do Ederson e o Guerrero com seis gols em nove partidas. É importante pro jogador pois, mesmo atuando bem, dando bons passes, é o gol que lhe dará confiança.

Brasília recebeu apenas sete mil torcedores. Quase uma partida em Volta Redonda. O Flamengo, se for escolher o Mané Garrincha como sede de seus jogos, não poderá cobrar o preço que vem cobrando nesses jogos aleatórios.

Mesmo que venda a partida para uma empresa e já ganhe a renda antes mesmo da venda de ingressos, será preciso decidir se vai querer estádio cheio ou obrigar o torcedor a escolher a partida que irá torcer por conta do preço do ingresso. Sem falar na dificuldade que muitos torcedores relataram para entrar no Mané Garrincha, mesmo sendo sócio-torcedor.

E ainda: o campo de Volta Redonda estava bem melhor do que ontem. Não dá pro Flamengo se esforçar com uma estrutura de primeiro mundo no Centro de Treinamento e forçar seus atletas a jogarem nesses gramados acabados.

terça-feira, 8 de março de 2016

Flamengo em busca do primeiro lugar na Primeira Liga; E a coluna de Fernando Calazans em O Globo

O Flamengo pode confirmar na noite desta quarta-feira o primeiro lugar geral na Primeira Liga, que daria a vantagem do Rubro Negro ser o mandante da semifinal e final, ambas em partida única.

Mancuello é o desfalque da noite. O argentino chegou para ser segundo ou terceiro homem de meio de campo, jogando à frente do volante, pela esquerda.

Ederson joga mais perto dos atacantes e não recompõe como o argentino. Muda a característica da equipe na marcação - Arão vai ter que segurar mais na subida, porém a posse de bola deve continuar em alta e o ataque será ainda mais abastecido.

O time deve sair do 4-1-4-1 e jogar no 4-2-3-1, com o Ederson mais centralizado.

Mas nada que seja problema para uma equipe que a cada jogo demonstra evolução tática com Muricy.

Fernando Calazans, em sua coluna desta quarta-feira em O Globo, escreve sobre as novas promessas do Flamengo, a volta do Ederson, o meio de campo Rubro Negro e o fim do "Muricybol". Desta vez acertou.

Confira:


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Primeira Liga: Flamengo 1 x 0 América-MG


O Flamengo venceu o América-MG por 1 x 0 e conseguiu a segunda vitória na Primeira Liga. Foi um jogo na maior parte do tempo sofrível, lento e sem intensidade.

No primeiro tempo era um Rubro Negro muito previsível. Márcio Araújo era a principal referência da saída de bola, ora se posicionando à frente dos zagueiros, ora caindo como terceiro defensor pela direita. Do estádio você percebe claramente isso. Cuéllar revezava nessa posição, mas na maioria das jogadas quem fazia a transição era o Márcio Araújo.

Agora ficou claro porque a estatística dele é favorável no quesito passes corretos: o time trocou inúmeros passes entre meio de campo e defesa. Nesse esquema, a única saída de bola era quando os pontas encontravam alguma brecha ou quando os laterais ultrapassavam.

Mancuello que deveria fazer essa função, ficou muito à frente, por vezes caía de atacante e Guerrero era quem voltava, jogando quase sempre de costas para o gol - tem encontrado boas opções jogando assim.Tanto que o argentino não fez nenhum lançamento característico, porque Éverton e Gabriel não davam opções.

O Flamengo sentiu muito a falta do Arão, para ser o homem surpresa no ataque, além do passe vertical sempre refinado, e do Cirino, pela intensidade.

No segundo tempo, pelo gol de pênalti logo no começo, o América-MG saiu para o jogo e o Rubro Negro encontrou mais espaços. Rodinei escapava pela bem direita, só precisa aprender a executar melhor a jogada.

Não entendi a entrada do Cirino no lugar do Mancuello com Gabriel e Éverton em campo. Arão entrou e provou que é o melhor jogador desse começo de temporada, não sentiu o peso de jogar com o Manto Rubro Negro e na primeira jogada deixou Guerrero na cara do gol.

Na única jogada que foi trabalhada, o gol saiu, mas a assistente anulou erradamente. Ainda teve a bola na trave e um pênalti não marcado. O placar poderia ter sido maior, o que não seria nenhum absurdo, apesar dos pesares.

Além do Arão, uma boa surpresa é o Juan, muito seguro na zaga, tem muita técnica e habilidade.

Pode ser impressão, mas parecia um time sem vontade de estar ali. Muricy após o jogo reclamou das viagens. E tem razão: domingo jogou no Rio, ontem já estava no Espírito Santo e domingo tem Brasília. Justamente quando se tem dois clássicos e um jogo pela Primeira Liga.

Definitivamente o Flamengo precisa encontrar seu estádio e jogar ali. Volta Redonda pode ser a opção. O que não pode é time pagar o preço das dificuldades para fechar as contas pela falta de patrocínio e do Maracanã fechado.

Mas o Muricy não terá razão nenhuma se não mudar esse esquema tático que força o time a jogar sempre encontrando os pontas abertos - que coisa antiga, sem jogada pelo meio e, obviamente, mantendo Márcio Araújo como referência na saída de bola com Mancuello enfiado no ataque.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Sem ter como se opor, CBF e FERJ aceitam a Primeira Liga em 2016


Nesta quinta-feira CBF e a FERJ divulgaram nota acatando a realização da Primeira Liga ainda em 2016. Com isso, as bravatas da Federação Carioca, ameaçando bloquear as cotas de televisão de  Flamengo e Fluminense, além de impedir a dupla de disputar as divisões de base do Estadual caem por terra.

A guerra foi vencida, mas a batalha ainda não.

O Flamengo não pode aceitar condições impostas pela FERJ como se esta tivesse alguma autoridade e poder coercitivo, como o tal critério técnico para jogar a Liga em 2017 e muito menos aceitá-la para o segundo semestre.

Primeiro que a Liga foi criada e aberta para todos os clubes e não baseando em critérios técnicos para indicação dos participantes desta competição, segundo que ela foi criada justamente para ser uma alternativa aos falidos e longos campeonatos estaduais. Não tem que estar atrelada aos regionais.

Evidente que a CBF viu que era batalha perdida e agora tenta atrair esses clubes para baixo de sua jurisdição, forçando a cumprir o calendário e impondo toda sua estrutura: Comissão de Arbitragem e STJD. É preciso que os clubes continuem firmes e trabalhem de forma unida e autônoma.

Esse é o objetivo da Liga: tirar a interferência da CBF e Federações da organização dos campeonatos. Essa primeira guerra foi vencida.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Primeira Liga 2016: Atlético 0 x 2 Flamengo


Não foi uma vitória simples. Não dá pra relativizar ter ganho do vice-campeão brasileiro que, apesar dos desfalques tem um elenco que joga juntos há tempos, em pleno Mineirão e também com desfalques Rubro Negros importantes no meio de campo, porque não.

É preciso encontrar o ponto certo pra qualificar a vitória de ontem. Nem exaltar demais até porque tiveram falhas já conhecidas, mas também é um erro avaliar que não teve uma súbita melhora no segundo tempo.

Foi um primeiro tempo de muitos erros de passe na altura do meio de campo, que provocaram ataques do Atlético Mineiro contra uma defesa pega de surpresa. Márcio Araújo era o responsável por conduzir a bola da defesa pro ataque, exatamente como Ronaldo tão bem fez na Copa São Paulo, porém essa não é a do Araújo, ao contrário do jovem volante.

O Flamengo tentava ficar com a posse de bola, mas os atacantes estão isolados. Allan Patrick e Mancuello fizeram falta neste meio de campo.

Novamente a equipe estava no ataque e perdeu o rebote ofensivo na entrada da área. Contra o Ceará sofreu o gol, ontem Gabriel salvou em cima da linha. Erro grave do Márcio Araújo que por duas vezes tentou e não conseguiu recuperar a bola.

Muricy no início da temporada apostava no 4-3-3. Mas assim como o Santa Cruz, ontem jogou no simples: 4-4-2. E isso é ótimo, pois não prende o time a um esquema, mas arma de acordo com o que tem à disposição.

O vestiário do Flamengo deve ter sido animado, porque a postura da equipe foi outra no segundo tempo com marcação avançada: Arão encontrava seu espaço, Émerson caía mais pelo meio de campo, atrás do Guerrero, e deixava a marcação das pontas para os velocistas Gabriel e Éverton. Não dá para um atacante com 38 anos jogar aberto e ainda ter que voltar pra recompor.

Com a equipe mais compacta e a queda no número de erros de passe, a defesa não ficava mais exposta e o Flamengo com mais pernas e melhor preparado fisicamente, engolia o adversário em pleno Mineirão.

Marcelo Cirino novamente entrou bem e foi dele o passe perfeito para Guerrero finalmente desencantar. Um alívio. O peruano não vinha fazendo jogos ruins, mas faltava aquilo que o atacante vive. No jogo passado Guerrero com apenas um toque deixou Arão livre pra marcar, ontem deixou o campo livre para a corrida do Cirino, que levantou a cabeça e viu seu companheiro bem posicionado.

O segundo veio após briga do Émerson. Era tudo que o Guerrero precisava.

Um dia difícil para Rubens Lopes e sua maldita FERJ, que assistiu a 30 mil torcedores lotarem o estádio em pleno janeiro.

Um dia ótimo para continuar acreditando que Muricy vai fazer desse porção de bons jogadores um grande time!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Flamengo confirma participação na Primeira Liga. Espero que tenha certeza do que está fazendo

O Flamengo afirma que estará na Primeira Liga. Os clubes parceiros prometem solidariedade ao Rubro Negro em caso de retaliação da FERJ.

Gilvan de Pinho Tavares, presidente da Liga, afirma que nesta semana terá uma reunião com Rubens Lopes, presidente da Federação Carioca de Futebol, para solucionar esse impasse.

A FERJ ameaça impedir o Flamengo de disputar as divisões de base do Estadual e bloquear a cota de televisão (R$ 7 milhões). É um troço inacreditável, absurdo e autoritário.

O problema é que as outras Federações não estão nessa guerra com seus clubes. Nenhuma outra promete retaliar seus afiliados se disputarem a Primeira Liga. Apenas no Rio acontecem esses dispautérios.

Aí mora o perigo de, novamente, o Flamengo sair prejudicado por tentar revolucionar a estrutura do futebol e ficar sozinho nessa história. Os clubes co-irmãos prometem até abandonar a disputa do Brasileirão caso a FERJ retalie o clube da Gávea. Sinceramente, alguém acredita nisso?

De fato, não há dispositivos legais que impeçam os clubes de organizarem campeonatos. Segundo a Lei Pelé, não havendo o reconhecimento de entidades federativas, os torneios apenas deixam de existir dentro do calendário.

Não há base legal para a Federação tungar dinheiro, mas em se tratando de FERJ, ao lado da CBF e até da televisão, tudo é possível.

É bom o Flamengo ter certeza do que está fazendo. Se não tiver, melhor deixar para 2017, tendo em vista que o contrato de televisão para a transmissão do Campeonato Carioca se encerra neste ano e precisará ser renovado para os próximos anos. O que será uma belíssima carta na manga.

sábado, 19 de dezembro de 2015

As boas notícias da Primeira Liga

Boas notícias em relação à Primeira Liga.

Eduardo Bandeira de Mello conseguiu reverter a decisão, trouxe o Cruzeiro de volta e confirmou a disputa da Primeira Liga que parecia fadada à extinção antes mesmo de nascer.

Depois a excelente notícia de que a Rede Globo comprou os direitos de transmissão da competição por cerca de R$ 80 milhões. Informação do Mundo Rubro Negro. Suponhamos que as cotas sejam divididas igualmente - o que não acontecerá e é bom que fique claro, o Flamengo receberia 6,7 milhões. Pela disputa do Carioca o Rubro Negro ganha R$ 7 milhões.

E por último, a demissão do diretor executivo e ex-presidente do Atlético Mineiro, Alexandre Kalil, que nem deveria ter sido o escolhido para esse cargo pela sua posição completamente extremista e fanática contra as cotas de televisão do Flamengo.

Quiseram um cara para bater de frente, mas acredito que o ideal seria um nome como o do Leonardo, para gerir de forma profissional e racional essa nova frente de clubes contra os desmandos das Federações.

Precisamos de alguém que una e atraia os interessados em um novo modelo de gestão e não de dirigente polêmico que divide e monopoliza a atenção.

Novamente o Flamengo é vanguarda no futebol brasileiro. E Eduardo Bandeira de Mello é outra vez o protagonista.