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sexta-feira, 20 de abril de 2018
Fernando Calazans certeiro em O Globo
Confira trecho da coluna de Fernando Calazans dessa sexta-feira, em O Globo, sobre o jogo de quarta-feira e a fase atual do Flamengo:
terça-feira, 8 de março de 2016
Flamengo em busca do primeiro lugar na Primeira Liga; E a coluna de Fernando Calazans em O Globo
O Flamengo pode confirmar na noite desta quarta-feira o primeiro lugar geral na Primeira Liga, que daria a vantagem do Rubro Negro ser o mandante da semifinal e final, ambas em partida única.
Mancuello é o desfalque da noite. O argentino chegou para ser segundo ou terceiro homem de meio de campo, jogando à frente do volante, pela esquerda.
Ederson joga mais perto dos atacantes e não recompõe como o argentino. Muda a característica da equipe na marcação - Arão vai ter que segurar mais na subida, porém a posse de bola deve continuar em alta e o ataque será ainda mais abastecido.
O time deve sair do 4-1-4-1 e jogar no 4-2-3-1, com o Ederson mais centralizado.
Mas nada que seja problema para uma equipe que a cada jogo demonstra evolução tática com Muricy.
Fernando Calazans, em sua coluna desta quarta-feira em O Globo, escreve sobre as novas promessas do Flamengo, a volta do Ederson, o meio de campo Rubro Negro e o fim do "Muricybol". Desta vez acertou.
Confira:
Mancuello é o desfalque da noite. O argentino chegou para ser segundo ou terceiro homem de meio de campo, jogando à frente do volante, pela esquerda.
Ederson joga mais perto dos atacantes e não recompõe como o argentino. Muda a característica da equipe na marcação - Arão vai ter que segurar mais na subida, porém a posse de bola deve continuar em alta e o ataque será ainda mais abastecido.
O time deve sair do 4-1-4-1 e jogar no 4-2-3-1, com o Ederson mais centralizado.
Mas nada que seja problema para uma equipe que a cada jogo demonstra evolução tática com Muricy.
Fernando Calazans, em sua coluna desta quarta-feira em O Globo, escreve sobre as novas promessas do Flamengo, a volta do Ederson, o meio de campo Rubro Negro e o fim do "Muricybol". Desta vez acertou.
Confira:
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Calazans sobre Muricy: "Pelo fim dos brucutus"
Segue a boa coluna de Fernando Calazans em O Globo, nesta quarta-feira, sobre o início de trabalho de Muricy Ramalho à frente do Flamengo:
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Ótimo trecho da coluna de Calazans sobre o trabalho do Luxemburgo em fazer do Marcelo um artilheiro
Estou desde sexta-feira para postar esse ótimo trecho da coluna de Fernando Calazans em O Globo.
O jornalista já sofreu pesadas críticas neste blog, mas para provar que não temos perseguição a nenhum cronista, se concordo digo que sim, caso contrário digo que não. Dessa vez ele foi perfeito em analisar a escolha do Luxa em fazer do Marcelo um artilheiro.
O jornalista já sofreu pesadas críticas neste blog, mas para provar que não temos perseguição a nenhum cronista, se concordo digo que sim, caso contrário digo que não. Dessa vez ele foi perfeito em analisar a escolha do Luxa em fazer do Marcelo um artilheiro.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Calazans concorda com o blog e aponta a competitividade como principal característica do Flamengo em 2014
Boa análise de Fernando Calazans hoje em sua coluna no jornal O Globo sobre o título do Flamengo da Taça Guanabara e a maior qualidade desse time: a competitividade. Corroborando com o post de domingo do blog. E toca na palavrinha mágica: profissionalismo.
Confira trechos:
Confira trechos:
Competitividade foi a maior virtude do Flamengo na conquista da Taça Guanabara, com duas rodadas de antecipação. Pode haver outras, mas nenhuma com tal diferença na comparação entre o vencedor e os outros três clubes grandes. Em poucas palavras, o Fluminense foi o time dos extremos: uma goleada aqui, uma partida medíocre ali. Foi o time que mais oscilou.
O Botafogo apareceu exatamente no extremo oposto do Flamengo. É seu companheiro no Campeonato do Rio e na Copa Libertadores, mas, dividido entre um e outro, foi um fracasso no primeiro. Mesmo sem tirar o olho da maior competição sul-americana, o Flamengo conseguiu mostrar times (titular e reserva) competitivos e profissionais no Estadual. Nenhum deles com brilho, mas ambos com espírito de luta, consciência, regularidade, profissionalismo. Nesse aspecto, não há como ignorar o trabalho do técnico Jayme de Almeida com titulares, reservas, veteranos e jovens. Tanto o time principal quanto o reserva imbuídos do espírito de competição.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
As declarações de Felipe. Ou: quem entende de Libertadores nessa história
Pois é. O Flamengo pode perder todas as competições que disputar em 2014, mas não vai se auto destruir, não vai se afundar em penhoras, em escândalos, em ações trabalhistas por salários atrasados. Gostem ou não, critiquem pontos especifícos ou não, mas as palavras do Felipe hoje ao portal UOL ecoam muitíssimo bem em um clube cuja bagunça e esculhambação sempre estiveram em evidência.
Era disso que falava quando escrevi o post sobre o risco do copo cheio ou do copo vazio, em resposta à coluna do Fernando Calazans no jornal O Globo, que não enxergou o que estava e está em curso na Gávea.
Relembro um trecho da coluna dele aqui:
É Calazans, agora vamos ver quem realmente conhece tudo de Flamengo, quem tratou com indignidade as tradições do Flamengo ou quem tem que apagar o que na história do clube.
Declarações do Felipe ao jornal O Globo dia 08/02/2014 sobre a participação do Flamengo na Libertadores de 2012:
Como é aquele papo de que não sabem o que é disputar uma Libertadores? O Felipe esclarece essa dúvida em entrevista ao portal UOL nesta sexta-feira de carnaval:
Era disso que falava quando escrevi o post sobre o risco do copo cheio ou do copo vazio, em resposta à coluna do Fernando Calazans no jornal O Globo, que não enxergou o que estava e está em curso na Gávea.
Relembro um trecho da coluna dele aqui:
É Calazans, agora vamos ver quem realmente conhece tudo de Flamengo, quem tratou com indignidade as tradições do Flamengo ou quem tem que apagar o que na história do clube.
Declarações do Felipe ao jornal O Globo dia 08/02/2014 sobre a participação do Flamengo na Libertadores de 2012:
Como é aquele papo de que não sabem o que é disputar uma Libertadores? O Felipe esclarece essa dúvida em entrevista ao portal UOL nesta sexta-feira de carnaval:
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Lembremos de uma dura e cruel coluna de Fernando Calazans. Ou: Um 2013 que entra pra história
A coluna de Fernando Calazans do dia 22 de setembro foi de toda sorte de infelicidade, imediatismo e uma dose de arrogância que ele tanto criticará. O blog respondeu aqui.
Segue trecho:
Realmente. Foi feito muita coisa indigna, como por exemplo o pagamento de R$ 80 milhões apenas em 2013 em impostos, um recorde histórico. Realmente, já está na história do Clube, Calazans.
O título da Copa do Brasil tem que ser muito comemorado, mais ainda por aquele torcedor que entendeu o que estava em rumo na Gávea. Uma pena que o senhor, com toda experiência e com um histórico por cobranças de profissionalismo, pagamento de impostos e uma gestão séria, não percebeu o que estava e está em curso na Gávea.
Essa conquista do "timeco de quinta categoria" foi um justo prêmio para aqueles que estão pensando em um Flamengo forte e equilibrado financeiramente a longo prazo
Segue trecho:
Realmente. Foi feito muita coisa indigna, como por exemplo o pagamento de R$ 80 milhões apenas em 2013 em impostos, um recorde histórico. Realmente, já está na história do Clube, Calazans.
O título da Copa do Brasil tem que ser muito comemorado, mais ainda por aquele torcedor que entendeu o que estava em rumo na Gávea. Uma pena que o senhor, com toda experiência e com um histórico por cobranças de profissionalismo, pagamento de impostos e uma gestão séria, não percebeu o que estava e está em curso na Gávea.
Essa conquista do "timeco de quinta categoria" foi um justo prêmio para aqueles que estão pensando em um Flamengo forte e equilibrado financeiramente a longo prazo
sábado, 26 de outubro de 2013
Fernando Calazans e a festa da torcida na quarta
Para mostrar que este blog não guarda mágoa, belo trecho de coluna de Fernando Calazans dessa sexta-feira no jornal O Globo.
Confira:
Confira:
terça-feira, 24 de setembro de 2013
O risco do copo cheio ou do copo vazio. Ou: cada três pontos conquistados é um tijolo para um Flamengo melhor
A coluna do Fernando Calazans de domingo tem toda sorte de oportunismo, arrogância - que ele tanto critica, além do imediatismo que tem quebrado o Flamengo nesses últimos anos.
Sua função precisa ir além do papo de boteco: é tentar passar para aquele torcedor desesperado, que só lê jornal no final de semana e que só quer saber de bola na rede, o que está em curso atualmente. Mas Calazans escolheu o deboche, a arrogância de apontar e julgar quem conhece mais de Gávea. Que aquele dirigente fanfarrão conhece tudo de Flamengo ao contrários destes engravatados. Que aquela ex-atleta sabe tudo de Flamengo, em oposição àqueles senhores executivos pragmáticos. É, o clube tem uma geração de ex-dirigentes criados na Gávea invejável mesmo.
Realmente, essa gestão que está aí desconhece a história da Gávea. Que sempre esteve acostumada a contratações bombásticas e populistas, pensando no hoje, sem importar como pagaria o imposto de amanhã, antecipando receitas ou enfiando o pé na jaca nos empréstimos. Pagamento em dia de salários, impostos e uma gestão formada por grandes profissionais "de outras áreas" é coisa de gente indigna mesmo.
Ou de um Fernando Calazans do passado, menos oportunista, que corre ao sabor da direção do vento. Segue trechos de sua coluna de pouco tempo atrás, graças ao arquivo digital do jornal O Globo, quando o Leonardo afirmou que o Flamengo deveria ser vendido e a resposta do Kléber Leite foi que o clube não paga nem o seu refrigerante:
É fato que não é normal que o Flamengo vá para seu quarto treinador em menos de um ano. É natural que a torcida nivele tudo por baixo, entretanto é preciso ver o que está sendo feito além das quatro linhas, por mais que seja angustiante e nebuloso.
O objetivo principal deste primeiro ano era administrar as contas. Aquela bagatela de R$ 40 milhões de entrada foi necessária para o start via acordo com Receita Federal. A partir de agora "basta" cumprir as duras parcelas, adequando-as ao fluxo de caixa para não mais ser pego de surpresa com penhoras que neutralizam o poder de investimento.
O risco é enxergar que é ou copo cheio ou copo vazio, sem meio termo. O perigo é seguir na linha de que é tudo a mesma coisa apenas pelo resultado em campo.
A torcida já aguentou muito time ruim, muitas campanhas lamentáveis, mas o que se via era a contratação pela simples contratação, sem nada que indicasse uma mudança de rumo. Pode ser que Pelaipe seja um péssimo executivo mesmo, mas quem sabe dando-lhe um orçamento e autonomia nas contratações ele tenha mais êxito. Por que esse ano a chave do cofre ficou nas mãos do vice-presidente de finanças Rodrigo Tostes e, por um motivo simples: o rombo do cofre precisava ser administrado. Daí as contratações por empréstimo, daí as contratações vetadas.
Pode ser que eu quebre a cara e que não tenha nada disso, mas os sinais são claros. Uma gestão que mesmo com um projeto de anistia pintando no Congresso Nacional resolveu apertar suas finanças, pagar todos os impostos atrasados e manter o salário em dia, antecipando o pagamento histórico do dia vinte do mês seguinte para todo dia cinco, como qualquer trabalhador normal.
O Flamengo não tem time para cair, não acredito mesmo em rebaixamento. Se a torcida tiver um pouco de paciência, aguentar essa fase e tentar enxergar a longo prazo, todos têm a ganhar. A torcida terá um clube que cumpre suas obrigações, que tem credibilidade no mercado,que estruturou sua parte física, que tem um orçamento próprio, que fez os esportes olímpicos autossustentáveis, tudo isso com gente capacitada para exercer cada função.
Não tenha dúvida: cada vitória, cada classificação, um tijolo está sendo colocado para um Flamengo melhor.
Sua função precisa ir além do papo de boteco: é tentar passar para aquele torcedor desesperado, que só lê jornal no final de semana e que só quer saber de bola na rede, o que está em curso atualmente. Mas Calazans escolheu o deboche, a arrogância de apontar e julgar quem conhece mais de Gávea. Que aquele dirigente fanfarrão conhece tudo de Flamengo ao contrários destes engravatados. Que aquela ex-atleta sabe tudo de Flamengo, em oposição àqueles senhores executivos pragmáticos. É, o clube tem uma geração de ex-dirigentes criados na Gávea invejável mesmo.
Realmente, essa gestão que está aí desconhece a história da Gávea. Que sempre esteve acostumada a contratações bombásticas e populistas, pensando no hoje, sem importar como pagaria o imposto de amanhã, antecipando receitas ou enfiando o pé na jaca nos empréstimos. Pagamento em dia de salários, impostos e uma gestão formada por grandes profissionais "de outras áreas" é coisa de gente indigna mesmo.
Ou de um Fernando Calazans do passado, menos oportunista, que corre ao sabor da direção do vento. Segue trechos de sua coluna de pouco tempo atrás, graças ao arquivo digital do jornal O Globo, quando o Leonardo afirmou que o Flamengo deveria ser vendido e a resposta do Kléber Leite foi que o clube não paga nem o seu refrigerante:
É fato que não é normal que o Flamengo vá para seu quarto treinador em menos de um ano. É natural que a torcida nivele tudo por baixo, entretanto é preciso ver o que está sendo feito além das quatro linhas, por mais que seja angustiante e nebuloso.
O objetivo principal deste primeiro ano era administrar as contas. Aquela bagatela de R$ 40 milhões de entrada foi necessária para o start via acordo com Receita Federal. A partir de agora "basta" cumprir as duras parcelas, adequando-as ao fluxo de caixa para não mais ser pego de surpresa com penhoras que neutralizam o poder de investimento.
O risco é enxergar que é ou copo cheio ou copo vazio, sem meio termo. O perigo é seguir na linha de que é tudo a mesma coisa apenas pelo resultado em campo.
A torcida já aguentou muito time ruim, muitas campanhas lamentáveis, mas o que se via era a contratação pela simples contratação, sem nada que indicasse uma mudança de rumo. Pode ser que Pelaipe seja um péssimo executivo mesmo, mas quem sabe dando-lhe um orçamento e autonomia nas contratações ele tenha mais êxito. Por que esse ano a chave do cofre ficou nas mãos do vice-presidente de finanças Rodrigo Tostes e, por um motivo simples: o rombo do cofre precisava ser administrado. Daí as contratações por empréstimo, daí as contratações vetadas.
Pode ser que eu quebre a cara e que não tenha nada disso, mas os sinais são claros. Uma gestão que mesmo com um projeto de anistia pintando no Congresso Nacional resolveu apertar suas finanças, pagar todos os impostos atrasados e manter o salário em dia, antecipando o pagamento histórico do dia vinte do mês seguinte para todo dia cinco, como qualquer trabalhador normal.
O Flamengo não tem time para cair, não acredito mesmo em rebaixamento. Se a torcida tiver um pouco de paciência, aguentar essa fase e tentar enxergar a longo prazo, todos têm a ganhar. A torcida terá um clube que cumpre suas obrigações, que tem credibilidade no mercado,que estruturou sua parte física, que tem um orçamento próprio, que fez os esportes olímpicos autossustentáveis, tudo isso com gente capacitada para exercer cada função.
Não tenha dúvida: cada vitória, cada classificação, um tijolo está sendo colocado para um Flamengo melhor.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Boa coluna de Fernando Calazans hoje em O Globo
Quando não está rabugento, Calazans fica agradável. Sua coluna hoje no jornal O Globo está muito boa.
E completa algumas informações que escrevi no post de análise do jogo de quarta. Fernando Calazans escreve que foram 37 cruzamentos sobre a área do Cruzeiro - deve ser um recorde entre os principais times do Brasil, porém, ou falta alguém para empurrar a bola pro gol ou falta capricho na hora de levantar pra área.
O diferencial do Paulinho é que ele não quis se livrar da bola metendo na área por puro desespero com o término do jogo. Ele levanta a cabeça e enxerga Elias brilhante saindo da marcação.
E completa algumas informações que escrevi no post de análise do jogo de quarta. Fernando Calazans escreve que foram 37 cruzamentos sobre a área do Cruzeiro - deve ser um recorde entre os principais times do Brasil, porém, ou falta alguém para empurrar a bola pro gol ou falta capricho na hora de levantar pra área.
O diferencial do Paulinho é que ele não quis se livrar da bola metendo na área por puro desespero com o término do jogo. Ele levanta a cabeça e enxerga Elias brilhante saindo da marcação.
Na segunda parte um belo trecho sobre o Elias e um comentário sobre o Marcelo Moreno. Confira:
sábado, 29 de setembro de 2012
Ainda sobre o jogo de quarta: trechos da coluna de Calazans
Trecho da coluna de Fernando Calazans do jornal O Globo dessa sexta-feira, ainda sobre o jogo contra o Atlético-MG.
E sobre o chororô patético de Cuca:
E sobre o chororô patético de Cuca:
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Assim como em 2009, Flamengo vence o Santos na Vila em jogo marcante
Em 2009 o Flamengo venceu de virada o Santos na estréia do Andrade. Não foi uma grande partida, lembro do Adriano armando o jogo porque o time era um bando, e chutou lá do meio da rua para garantir os três pontos, mas o significado daquele jogo foi marcante.
As lágrimas do Andrade e a vitória dedicada ao seu amigo Zé Carlos ecoaram bem mais forte, uniu o time e arrancou para o hexacampeonato. A coluna de Fernando Calazans na segunda-feira foi excepcional, confira um trecho aqui:
O que essa vitória vai repercutir no time e principalmente no Ronaldinho ninguém sabe, mas na torcida a relação mudou. Luxemburgo colocou o mel prometido, deu fé aos descréditos, mesmo o Flamengo em terceiro, e mostrou aos que acreditavam o que estes já sabiam: vamos brigar.
Não custa nada lembrar, o Fluminense, campeão brasileiro ano passado, também venceu o Santos na Vila Belmiro.
As lágrimas do Andrade e a vitória dedicada ao seu amigo Zé Carlos ecoaram bem mais forte, uniu o time e arrancou para o hexacampeonato. A coluna de Fernando Calazans na segunda-feira foi excepcional, confira um trecho aqui:
"Chorei depois do jogo. Não me lembro há quanto tempo, há quantos e quantos anos, o futebol não me emocionava. Ontem, o futebol me emocionou – e eu chorei. Chorei junto com o Andrade, o técnico do Flamengo, o técnico interino, que só entra no sacrifício, só entra quando tudo vai mal, só entra quando o clube está no desespero, só entra quando os cartolas fracassam.
O que essa vitória vai repercutir no time e principalmente no Ronaldinho ninguém sabe, mas na torcida a relação mudou. Luxemburgo colocou o mel prometido, deu fé aos descréditos, mesmo o Flamengo em terceiro, e mostrou aos que acreditavam o que estes já sabiam: vamos brigar.
Não custa nada lembrar, o Fluminense, campeão brasileiro ano passado, também venceu o Santos na Vila Belmiro.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Mais que Ronaldinho e Thiago Neves, Léo Moura precisa participar mais dos jogos
Léo Moura é o melhor jogador desse começo de campeonato. Por isso, é lógico, o time precisa jogar mais pela direita, ainda mais porque pela esquerda, temos o Egídio, que não faz nada de pior, nem de melhor, que os dois últimos anos de lateral esquerda do Flamengo e o Renato Abreu, que não ajudam muito.
Mais que armar um time para liberar Thiago Neves e Ronaldinho, é preciso forçar o Léo Moura a participar mais dos jogos e empurrá-lo para a linha de fundo. Na quarta-feira, bastou Fierro entrar como volante e ter o Negueba se movimentando e dando opções, para que Léo Moura criasse boas jogadas e chegasse até a linha de fundo, quando meteu na cabeça do Ronaldinho.
Más Luxemburgo é teimoso. Não bastou o primeiro tempo medonho contra o Murici, quer manter o mesmo esquema com três zagueiros, e para completar, Maldonado se machucou e Fernando está virando titular, era o risco que todos previam por não ter banco volante a altura. Espero que sem o chileno, o Willians fique mais preso e não queira fazer suas graças no ataque.
Eu não teria dúvidas, colocaria o Muralha. São Paulo está aí, finalmente dando valor a sua base, e já colocou pra jogar o Lucas, Casemiro e Willian José juntos.
Fernando Calazans analisou bem o jogo de quarta-feira na sua coluna em O Globo, "Dois times num só". Porém Luxemburgo vai optar pelo pior, para no intervalo mudar e dizer que "graças a sua visão de jogo", o time melhorou, eita vaidade. Confira os prints:
Mais que armar um time para liberar Thiago Neves e Ronaldinho, é preciso forçar o Léo Moura a participar mais dos jogos e empurrá-lo para a linha de fundo. Na quarta-feira, bastou Fierro entrar como volante e ter o Negueba se movimentando e dando opções, para que Léo Moura criasse boas jogadas e chegasse até a linha de fundo, quando meteu na cabeça do Ronaldinho.
Más Luxemburgo é teimoso. Não bastou o primeiro tempo medonho contra o Murici, quer manter o mesmo esquema com três zagueiros, e para completar, Maldonado se machucou e Fernando está virando titular, era o risco que todos previam por não ter banco volante a altura. Espero que sem o chileno, o Willians fique mais preso e não queira fazer suas graças no ataque.
Eu não teria dúvidas, colocaria o Muralha. São Paulo está aí, finalmente dando valor a sua base, e já colocou pra jogar o Lucas, Casemiro e Willian José juntos.
Fernando Calazans analisou bem o jogo de quarta-feira na sua coluna em O Globo, "Dois times num só". Porém Luxemburgo vai optar pelo pior, para no intervalo mudar e dizer que "graças a sua visão de jogo", o time melhorou, eita vaidade. Confira os prints:
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Bem fora de campo, Ronaldinho só tem a crescer dentro
Ronaldinho antes da estréia de quarta-feira, teve apenas um dia de folga, no domingo, dia 23. Isso em três semanas. Sem contar a data de apresentação, foram 19 dias de trabalho, muitos em dois períodos, num total de 27 treinos pelo Flamengo.
Desses treinos, os 11 primeiros foram só físicos, depois disputou quatro coletivos. Bom, só depende dele para voltar a apresentar o futebol de antes. Não o considero acabado, em fim de carreira, lembremos, Ronaldinho tem apenas 30 anos. Se fora de campo ele tem se comportado e se esforçado muito nos treinos, dentro de campo na estréia ele aguentou os noventa minutos e correu muito, até o final do jogo procurou as jogadas, procurando tabelas, foi participativo.
Enfim, foi uma boa estréia, que rendeu a TV Globo no Rio de Janeiro 31 pontos e 50% de share, segundo o Jornal O Globo. Deve sair ainda os números de outros estados. Domingo tem mais Mengão na Globo. A partida que seria no sábado passou para domingo, tirando o jogo do Vasco da grade de programação.
Fernando Calazans escreveu bem hoje, em O Globo, sobre o jogo de quarta-feira e sobre a formação do meio de campo - meu Deus, 2012 está chegando, ele passou a rabugentice para PVC..rssss
Confira os prints:
Desses treinos, os 11 primeiros foram só físicos, depois disputou quatro coletivos. Bom, só depende dele para voltar a apresentar o futebol de antes. Não o considero acabado, em fim de carreira, lembremos, Ronaldinho tem apenas 30 anos. Se fora de campo ele tem se comportado e se esforçado muito nos treinos, dentro de campo na estréia ele aguentou os noventa minutos e correu muito, até o final do jogo procurou as jogadas, procurando tabelas, foi participativo.
Enfim, foi uma boa estréia, que rendeu a TV Globo no Rio de Janeiro 31 pontos e 50% de share, segundo o Jornal O Globo. Deve sair ainda os números de outros estados. Domingo tem mais Mengão na Globo. A partida que seria no sábado passou para domingo, tirando o jogo do Vasco da grade de programação.
Fernando Calazans escreveu bem hoje, em O Globo, sobre o jogo de quarta-feira e sobre a formação do meio de campo - meu Deus, 2012 está chegando, ele passou a rabugentice para PVC..rssss
Confira os prints:
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