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sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Brasileirão 2018: A importância da melhor campanha como visitante

Na história do Brasileiro de pontos corridos, os últimos sete campeões foram os times que tiveram o melhor desempenho jogando como visitante.

O Flamengo tem o melhor desempenho como mandante: nove vitórias, um empate e uma derrota. Porém, fora de casa, é apenas o quarto colocado. 

Jogando como visitante, o Rubro Negro não vence há quatro rodadas: empatou com Palmeiras e Santos e perdeu para Grêmio e CAP. A última vitória nem foi tão fora de casa: 2 x 0 contra o Fluminense no Mané Garrincha com maioria Rubro Negra.

O Inter, por exemplo, das cinco vitórias seguidas que possui atualmente, conquistou três jogando longe do Beira Rio.

Daí a importância de voltar a pontuar rapidamente. A nova oportunidade será nesse domingo, contra o América-MG, que ocupa a décima colocação no campeonato e, jogando em casa, nas últimas quatro partidas, venceu o Inter por 2 x 1 e empatou com Chapecoense, Palmeiras e Fluminense.



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No treino desse sábado, o treinador Adilson Batista não permitiu filmagens. A equipe mineira tem problemas: o zagueiro Messias está suspenso, o meia Ruy está lesionado e Luan, também com terceiro cartão amarelo, não joga. Rafael Moura é o grande nome da equipe mineira.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Basquete e futebol: as vitórias do Flamengo nessa quinta-feira

Vitória no basquete e futebol na noite desta quinta-feira.

Pelo NBB, o Flamengo derrotou o Campo Mourão por 79 x 69, em ótima partida coletiva do elenco Rubro Negro.

Pela Primeira Liga, os reservas da Gávea venceram o América-MG por 1 x 0 e classificaram a equipe para a semifinal, que só acontecerá, inexplicavelmente, no segundo semestre.


BASQUETE

Após a vitória na prorrogação contra o Pinheiros, a equipe Rubro Negro passou duas semanas sem uma partida. Este intervalo ajudou muito o Flamengo: os contundidos Fischer e Marcelinho retornaram e José Neto pôde treinar a equipe.

Como resultado: a ótima vitória contra o Mogi por 96 x 87 e a convincente vitória contra o Campo Mourão por 79 x 69. Apesar do placar com apenas dez pontos de diferença, o jogo foi bom.

Olivinha segue sua ótima fase. Em apenas 22 minutos, anotou 15 pontos e pegou 12 rebotes. É a 13ª e a quarta consecutiva que o ala-pivô termina com duplo-duplo. Marquinhos e Marcelinho marcaram juntos 28 pontos e a dupla JP Batista e Rollins anotou 24 pontos. 

Novamente o time cresceu no quarto final, à exemplo do confronto contra o Mogi. O Flamengo já vencia por 54 x 44 ao final do terceiro quarto. Na metade do período final fez 16 x 7, abriu 70 x 51 e liquidou a partida em 79 x 69.



FUTEBOL

Quando se joga com time totalmente reserva, vemos exatamente o que aconteceu ontem. É muito feito, não tem entrosamento, não tem uma jogada ensaiada. Por isso, se puder escolher, é melhor fazer time misto do que todo reserva. Entretanto, ontem não tinha escolha: os titulares precisavam treinar durante a semana e principalmente ficar no Rio. O foco precisa ser o 08 de março. Desta forma, fizeram certo.

E foi até melhor não contar com os titulares, apesar da presença do Éverton e Berrío que possivelmente estarão entre os 11, pois, o que bateu o América-MG não foi brincadeira. Conseguiram derrubar duas vezes e tirar sangue do Berrío. Ele e Damião tiveram que sair no intervalo.

Porém foi interessante ver o colombiano jogar, embora por pouco tempo. Foi dele o passe para Gabriel marcar o único gol. É a sua segunda assistência em três partidas e sem jogar os noventa minutos. 

Mesmo com teoricamente dois pontas, Zé Ricardo montou o time no 4-4-2, tendo o Berrío ao lado do Damião. Gabriel e Éverton centralizados. O problema que o Flamengo não conseguiu dosar, saber a hora de subir a marcação e marcar no meio de campo. Fez o gol, iniciou marcando pressão, mas depois começou a marcar atrás da linha do meio de campo, deu a bola para o América-MG que, mesmo sendo um time horroroso e carniceiro, levou perigo justamente por ter a posse e por enfrentar uma defesa que ainda não conseguiu acertar a marcação com os volantes. 

À exemplo do jogo contra o Grêmio, Muralha fez outra grande defesa em chute da intermediária, justamente ali entre os volantes e os zagueiros, que fizeram um bom jogo. 

No segundo tempo finalmente o adversário ficou com um a menos. E o Flamengo fez o que mais tem feito: toque de bola sem muita objetividade. Ainda teve um bom passe vertical do Éverton pro Cafú, e depois do Adryan pro René, infelizmente ambos perderam. 

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Brasileirão 2016: América-MG 0 x 1 Flamengo


Foram mais de dez de intervalo após a partida contra o Botafogo, porém a atuação contra o América-MG foi uma das piores do campeonato, superando até mesmo a estreia do segundo turno contra o Sport.

Poucos se salvaram: Donatti seguro, Jorge bem, Thiago Santos mostrou por que foi injustificável não ter tido mais oportunidades, boa volta do Éverton, desde sua contusão contra o Inter o Flamengo não ganhava mais, e a curta, mas interessante participação do Cuellar.

Este talvez um dos reservas mais injustificáveis dos últimos anos. O colombiano era uma das melhores figuras do primeiro semestre, ainda com Muricy Ramalho. Depois passou a viver no ostracismo, sendo subutilizado, apesar de ter entrado bem contra o Coritiba - ótimo passe pro Cirino e tendo uma atuação perfeita contra o Figueirense, num dos melhores jogos da temporada da equipe.

Parece que o time, treinador e esquema chegaram aos seus limites. Zé mantém o sistema que o levou a brigar pelo título e se agarra desesperadamente, insistindo nesta forma de jogar para ver se milagrosamente o Flamengo volta a fazer uma boa partida. Ontem trocou os pontas pelos pontas para tentar reverter a atuação ruim.

Evidente que faltando poucas rodadas para o fim o treinador não vai mudar muita coisa. O fato, no entanto, é que o Rubro Negro vem numa sequência de partidas ruins, vivendo bons momentos aqui e ali e nada foi feito para mudar esse panorama.

Sei que parece ser oportunista, mas poderia ter utilizado mais o Cuellar, seja no lugar do Márcio Araújo ou até mesmo do Arão, que não vai bem há alguns jogos, voltado com o Rodinei, visto que Pará é outro que não vem bem, utilizado mais o Thiago Santos, que já tinha feito bom jogo contra o Internacional no primeiro turno, tentando o Mancuello de segundo volante. Ou até mesmo buscando algumas soluções da base como o Paquetá. Sem falar da má utilização do Vizeu.

Enfim, são aprendizados para 2017 de um Zé Ricardo com apenas seis meses treinando o profissional.

E hoje é torcer para o Atlético Mineiro. Uma diferença de quatro pontos, faltando três rodadas seria nada mal.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Brasileirão 2016: Flamengo 2 x 1 América-MG

O Flamengo só precisou de jogar os dez minutos finais do primeiro tempo e a metade inicial do segundo tempo para vencer o lanterna América-MG.

E conseguiu passar sufoco ainda: fez 2 x 0 e não conseguiu matar o jogo. Criou chances, ótimas oportunidades, mas não concluiu como deveria.

Bastou o adversário subir as linhas que o sistema defensivo não aguentou a pressão. Repare que no gol sofrido, os zagueiros ficam em desvantagem. O primeiro volante é o último a chegar.


Zé armou o time com os dois meias tão pedidos, mas o América se fechava bem com duas linhas de quatro. Faltava movimentação, apesar da intensa participação do Guerrero, que pedia desesperadamente para o time subir a marcação, mas Fernandinho não atendia aos apelos do peruano. E no ataque, quando desenvolvia alguma jogada, caía pedindo falta.

As melhores jogadas aconteceram no final do primeiro tempo com a participação do Mancuello. O gol não saiu por pouco.

A pressão continuou no começo do segundo tempo. O treinador armou melhor o time. Antes embolados, agora o Allan Patrick fixou-se pela esquerda e deixou Mancuello livre para flutuar.

Guerrero fazia com maestria o papel de pivô e o Flamengo crescia pela direita com Pará, em noite inspirada. Os dois gols vieram e por pouco não veio também o terceiro e o quarto.

Vale destacar a boa jogada ensaiada do escanteio, na bola rolada para Rafael Vaz, que encontrou Pará do outro lado e por pouco Guerrero não marca.

O jogo parecia controlado até o América-MG encontrar um gol. A leitura do Zé em tirar o Chiquinho e colocar o Vaz foi acertada. Mas o adversário descobriu as costas do Pará e foi por lá que eles se criaram e chegaram com perigo. O empate parecia ser questão de minutos, mas a incompetência mineira ajudou e o Rubro Negro saiu com a vitória.

Foram duas semanas de treino. O esquema se manteve, apesar da mudança de jogadores. Talvez o treinador já esteja preparando o time para a chegada do Diego. Entretanto, não foram atuações boas.

A zaga com Juan não demonstra a mesma confiança de antes com Rever e Vaz, especialmente nas bolas aéreas.

Apesar disso, o Flamengo segue no bolo. Agora a cinco pontos do líder.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Primeira Liga: Flamengo 1 x 0 América-MG


O Flamengo venceu o América-MG por 1 x 0 e conseguiu a segunda vitória na Primeira Liga. Foi um jogo na maior parte do tempo sofrível, lento e sem intensidade.

No primeiro tempo era um Rubro Negro muito previsível. Márcio Araújo era a principal referência da saída de bola, ora se posicionando à frente dos zagueiros, ora caindo como terceiro defensor pela direita. Do estádio você percebe claramente isso. Cuéllar revezava nessa posição, mas na maioria das jogadas quem fazia a transição era o Márcio Araújo.

Agora ficou claro porque a estatística dele é favorável no quesito passes corretos: o time trocou inúmeros passes entre meio de campo e defesa. Nesse esquema, a única saída de bola era quando os pontas encontravam alguma brecha ou quando os laterais ultrapassavam.

Mancuello que deveria fazer essa função, ficou muito à frente, por vezes caía de atacante e Guerrero era quem voltava, jogando quase sempre de costas para o gol - tem encontrado boas opções jogando assim.Tanto que o argentino não fez nenhum lançamento característico, porque Éverton e Gabriel não davam opções.

O Flamengo sentiu muito a falta do Arão, para ser o homem surpresa no ataque, além do passe vertical sempre refinado, e do Cirino, pela intensidade.

No segundo tempo, pelo gol de pênalti logo no começo, o América-MG saiu para o jogo e o Rubro Negro encontrou mais espaços. Rodinei escapava pela bem direita, só precisa aprender a executar melhor a jogada.

Não entendi a entrada do Cirino no lugar do Mancuello com Gabriel e Éverton em campo. Arão entrou e provou que é o melhor jogador desse começo de temporada, não sentiu o peso de jogar com o Manto Rubro Negro e na primeira jogada deixou Guerrero na cara do gol.

Na única jogada que foi trabalhada, o gol saiu, mas a assistente anulou erradamente. Ainda teve a bola na trave e um pênalti não marcado. O placar poderia ter sido maior, o que não seria nenhum absurdo, apesar dos pesares.

Além do Arão, uma boa surpresa é o Juan, muito seguro na zaga, tem muita técnica e habilidade.

Pode ser impressão, mas parecia um time sem vontade de estar ali. Muricy após o jogo reclamou das viagens. E tem razão: domingo jogou no Rio, ontem já estava no Espírito Santo e domingo tem Brasília. Justamente quando se tem dois clássicos e um jogo pela Primeira Liga.

Definitivamente o Flamengo precisa encontrar seu estádio e jogar ali. Volta Redonda pode ser a opção. O que não pode é time pagar o preço das dificuldades para fechar as contas pela falta de patrocínio e do Maracanã fechado.

Mas o Muricy não terá razão nenhuma se não mudar esse esquema tático que força o time a jogar sempre encontrando os pontas abertos - que coisa antiga, sem jogada pelo meio e, obviamente, mantendo Márcio Araújo como referência na saída de bola com Mancuello enfiado no ataque.

sábado, 24 de setembro de 2011

26º Rodada do Brasileirão: Flamengo 2 x 1 América-MG


Não é preciso ser nenhum gênio para entender que com esse esquema tosco que Luxemburgo armou seria um desastre. E o treinador tem que levantar as mãos pro céu porque não levou um 3 x 0 no primeiro tempo que esgotaria todas as possibilidades de reação.

Neneca não fez nenhuma defesa, enquanto Felipe salvou de maneira sensacional em duas oportunidades, e ainda teve o gol que Kempes perdeu sem goleiro. A única jogada de perigo foi um excelente passe do Jael pro fraco Botinelli chutar de maneira bisonha. E depois o argentino cometeu pênalti e o Flamengo foi pro intervalo perdendo pro lanterna do campeonato.

Segundo tempo Luxemburgo acordou, ou seriam seus últimos 45 minutos como treinador do Flamengo. Tirou um volante, recuou Renato e tirou ainda Jael e Botinelli. Thomás entrou bem, se movimentando, primeiro pela esquerda e depois pela direita, dando um baile no Botinelli, mas o fudamental mesmo foi a entrada do Diego Maurício. Jogou muito, foi ousado, partiu pra cima sempre na diagonal e foi decisivo para a vitória.

Quem aproveitou a entrada dos dois garotos da base foi Léo Moura. Partidaça, fez ainda um drible a lá 2008 para a linha de fundo. Pena que levou terceiro cartão e ficará suspenso contra o São Paulo.

O que deve ter pensado Luxemburgo? Vai continuar insistindo nesse esquema com três volantes? Com Renato no meio de campo estragando todas as jogadas? Porque precisou de dez jogos sem vitória para buscar novas opções...!!!

Eu manteria Jael de titular. Qualquer atacante precisa ter algum atacantes velozes criando jogadas pelas pontas. Hoje "só" tivemos Diego Maurício, Thomás e Léo Moura empolgado. Ele isolado na área e de costas pros zagueiros não vai fazer nada mesmo.  

Próximos dois jogos serão a resposta se o Flamengo vai brigar pelo título ou pela Libertadores. São Paulo fora de casa e com estréia de Luis Fabiano e o clássico contra o Fluminense.

Como é bom vencer, depois de dez jogos, finalmente dá pra curtir um sabadão tranquilo.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

7º Rodada do Brasileirão: Ronaldinho decisivo para a vitória do Flamengo


Foi infartante o final do jogo, mas dessa vez o time não vacilou o conseguiu a virada com grande atuação de Ronaldinho. Agora o Flamengo tem sete jogos, três vitórias, quatro empates, artilheiro e vice-artilheiro, melhor ataque da competição e a quinta posição no Brasileirão. O importante é ficar no bolo.

Não dava mesmo pra perder pontos para um adversário que vai brigar pelo rebaixamento, porém, por pouco a zaga não entrega mais uma vitória que tinha tudo para ser tranquila, apesar dos erros do sistema ofensivo que não soube controlar o jogo lá na frente quando fez 1 x 0.

A zaga vai acabar terminando como o ataque: um rodízio de jogadores se não tiver um reforço indiscutível. Hoje foi Angelin e Wellinton, os dois falharam, o Felipe não saindo do gol também teve parcela de culpa, agora já querem o David de volta, claro, sempre quem está no banco é o melhor e vai resolver o nosso problema. Mas o grande responsável é o Luxemburgo. É postura tática nos cruzamentos, é treinamento, não dá pra ficar marcando a bola, dá pra corrigir.

Só que tem um Ronaldinho decisivo, driblando, partindo pra cima com velocidade, como nos velhos tempos. Sensacional. Sofreu a falta, fez um belo gol, e criou outras boas chances no segundo tempo. Quando Deivid saiu, Ronaldinho foi pro ataque e Botinelli ficou na armação, e assim saiu o gol da virada.

Méritos para Luxemburgo que terminou o jogo sem volantes porque o América-MG ficou com um a menos. Foi pra ganhar mesmo o jogo, e foi premiado pela vitória na ousadia.

Botinelli entrou bem, deu dois bons chutes, e lembrem-se, essa era a sua principal dificuldade, pegar bem na bola, e hoje provou que está evoluindo.

E finalmente temos um bom lateral esquerdo. Não dá pra entender como Junior César era reserva do patético Juan. Teve algum tipo de briguinha com o Capergianni. Não foi tão ofensivo como no jogo de sábado, mas ninguém se cria por seu lado não, marca bem.

Léo Moura preocupa. Não vem jogando bem desde a contusão, e afunila muito o jogo, anulando as jogadas mais abertas.

Enfim, uma semana de paz.