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quarta-feira, 14 de novembro de 2018
NBB 2018/2019: São José 57 x 64 Flamengo
São José é um adversário que já sofreu com o Rubro Negro.
Em março de 2010, Marcelinho Machado anotou incríveis 63 pontos contra a equipe paulista, acertando 16 cestas de três pontos em 21 tentativas.
No entanto, na noite dessa quarta-feira, a equipe de Gustavo de Conti esteve bem distante dessa atuação brilhante.
No primeiro tempo, o Flamengo chegou a ter 0/12 na linha de três pontos e terminou com apenas uma cesta certa de três: 1/16. No total, o aproveitamento foi de 4/30.
No garrafão, Anderson Varejão não consegue se impor e faz uma temporada bastante decepcionante. É visível que não está bem fisicamente.
Por outro lado, a defesa Rubro Negra segue em alta. O Flamengo é a equipe que sofreu menos pontos nesse NBB: 66,7 por jogo. Em seguida vem o Paulistano com 73,1 pontos sofridos por partida.
É a melhor média da história do Flamengo em toda a história do NBB. Além disso, nenhuma equipe conseguiu terminar a temporada sofrendo abaixo de 70 pontos.
Ofensivamente, no entanto, o clube da Gávea segue apoiando seu jogo nos tiros de longa distância, porém tem apenas o 10º melhor aproveitamento nesse quesito.
E quando a bola de três não cai, o Flamengo não encontra muita variedade no ataque.
A média de 77,7 pontos marcados por jogo na atual temporada representa o pior desempenho ofensivo da sua história no NBB. Sempre foi tradição a equipe ter médias de quase 90 pontos e liderar nessa estatística.
A vitória veio graças à boa atuação de Jhonatan Luz, cestinha com 18 pontos, além de cinco rebotes.
São José venceu o primeiro quarto por 22 x 15 e abriu frente no segundo: 27 x 17. Com uma corrida de 17 x 3 o Flamengo conseguiu finalmente encontrar seu jogo e cortar a diferença antes do intervalo: 34 x 30.
No segundo tempo o jogo foi equilibrado, com o Rubro Negro abrindo vantagem apenas no final, para fechar em 64 x 57.
Na sexta-feira a equipe enfrenta o atual campeão brasileiro Paulistano, também fora de casa. Na temporada passada, o time paulista venceu os dois jogos da fase de classificação.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
NBB 2015/2015: Flamengo 94 x 77 São José
O Flamengo conquistou a terceira vitória seguida ao derrotar o São José na tarde deste domingo por 94 x 77 no Tijuca.
Marquinhos com ótimos 21 pontos (65% de aproveitamento) e 8 assistências (encontramos o nosso armador..hehe) foi o grande destaque. Marcelinho, que vem fazendo uma sequência surpreendente de jogos bons, terminou com 13 pontos e aproveitamento de quase 50%.
Novamente o garrafão foi responsável por quase metade dos pontos. Olivinha anotou 16 pontos e 7 rebotes foi a referência por lá.
A defesa trabalhou muito bem e segurou o ímpeto do São José no primeiro tempo, permitindo apenas 36 pontos dos paulistas, que vieram desfalcados do Jamaal, aquele mesmo que anotou cinco pontos em três segundos e virou o jogo em favor do Macaé no NBB passado.
E no ataque o time foi avassalador com 51 pontos.
E finalizou com tranquilidade para fechar em 94 x 77.
Na terça-feira um confronto duríssimo contra o Mogi também no Tijuca. Vamos ver como a equipe de comporta contra um dos favoritos. Contra o Bauru, Paulistano e Pinheiros não conseguiu se impôr. Na torcida!
quarta-feira, 6 de maio de 2015
NBB 2014/2015 - 5º jogo das quartas de final: Flamengo 98 x 64 São José
Esse é o Flamengo que a torcida se acostumou a ver. Se manter essa pegada, essa sintonia com a torcida, essa vibração, esse nível de competitividade, pode sonhar pelo título do NBB.
Na noite dessa terça-feira o Rubro Negro amassou São José por 98 x 64 e garantiu a vaga na semifinal contra o Limeira.
Com a classificação a equipe da Gávea manteve a marca de ter terminado todas as edições do NBB entre as quatro melhores.
DESTAQUES
Herrmann voltou a ser decisivo e anotou 20 pontos com 4/8 na linha de três pontos. Laprovittola terminou com 14 pontos, 9 assistências e 5 rebotes. Esse é o armador que merece a renovação, e não o argentino apagado da temporada. Até Meyinsse fez seu melhor jogo em tempos: 13 pontos e 10 rebotes.
Entretanto o grande nome foi o capitão Marquinhos, cestinha com 26 pontos sendo inacreditáveis 20 anotados apenas nos terceiro quarto. Um show!!
O JOGO
Sem as bolas de três, o Flamengo descobriu uma poderosa arma: o contra-ataque. Quando menos se esperava, lá estava Olivinha em baixo da cesta para anotar seis pontos e abrir 8 x 3. São José apostava todo seu jogo no garrafão com Caio Torres. Foi de lá que a equipe paulista virou a partida para 18 x 16.
Neto tirou até então a melhor arma da equipe, Olivinha, e entrou com Herrmann, que matou a primeira bola de três do Rubro Negro após seis tentativas para encerrar o período inicial: 21 x 18.
Com duas bolas de três seguidas, Herrmann, depois de assistência de costas do Laprovittola, colocou o Tijuca à baixo e no placar a maior vantagem: 30 x 28, obrigando ao treinador joseense a pedir tempo no segundo período.
Com 37 x 26 no placar, a arbitragem marcou erradamente falta de Herrmann na briga legal pelo rebote ofensivo e de Felício no Caio Torres na busca pela posição no garrafão. Neto se irritou, levou falta técnica e São José conseguiu cortar para seis pontos: 37 x 31.
Sem Caio Torres, que chegou a três faltas, Meyinsse se aproveitou para ampliar a vantagem e ainda aplicar um lindo toco pregando o Renan na tabela: 43 x 35.
Marquinhos saiu zerado da volta do segundo período, entrou Marcelinho que também zerou. Eis que volta Marquinhos para o terceiro quarto para exibir uma das maiores atuações de um jogador neste NBB em dez minutos. Foram 20 pontos, com 4/6 na linha de três pontos, 4/5 na linha de dois e sem cobrar lance livre.
O Flamengo amassou São José, vencendo o terceiro quarto por 29 x 10 e colocando 72 x 45 no placar.
No quarto final São José não sabia como reagir depois do massacre e via um time do outro lado disposto não apenas a vencer, mas convencer, a mostrar para tua torcida que esse elenco pode buscar o título. A fazer temer Limeira, que assistia de camarote seu próximo adversário na semifinal.
Marcelinho, Marquinhos, Meyinsse e Herrmann chegaram a colocar 37 pontos de frente: 87 x 50. O Flamengo encerrou o jogo com os reservas em quadra e o placar apontando em 98 x 64.
terça-feira, 5 de maio de 2015
Promoção para a quinta e decisiva partida da série quartas de final do NBB
O Flamengo entra em quadra com a missão de garantir a vaga para as semifinais do NBB. Às 21h o time enfrenta o São José pelo quinta e decisiva partida da série.
Foram dois os confrontos de playoffs entre carioca e paulistas, ambos valendo vaga na final. Quem decidiu em casa se classificou: em 2011 deu São José no quinto jogo e em 2012 o troco do Flamengo na quinta partida decisiva.
Em todas as edições do NBB o Rubro Negro esteve entre os quatro melhores. E em apenas uma vez, contra o Uberlândia em 2012, o Flamengo precisou do quinto jogo para avançar à semifinal.
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Nas duas partidas em que o time venceu São José nessa quarta de final a defesa no primeiro tempo foi essencial para a vitória. No primeiro jogo o Rubro Negro venceu o período inicial por 28 x 15 e foi pro vestiário com 47 x 33. No terceiro jogo ganhou por 25 x 18 e foi pro intervalo com 44 x 29.
Ao contrário da segunda partida, quando o placar no intervalo apontou 41 x 35 e do quarto jogo, com 45 x 40 a favor da equipe paulista na ida aos vestiários. Essa é a chave da vitória: começar bem, especialmente o sistema defensivo.
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O Tijuca precisará estar lotado para empurrar o time. É como no futebol: se a equipe não vai bem, não consegue se encontrar, é hora da Nação carregar o Flamengo rumo à semifinal.
Tem promoção: quem levar o amigo e comprar os dois ingressos juntos paga apenas R$ 20,00 usando o Manto Rubro Negro ou pagando meia-entrada.
É hora da força da torcida.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
NBB 2014/2015 - 4º jogo das quartas de final: São José 81 x 76 Flamengo
Tem que vencer para pelo menos garantir vaga na Liga das Américas em 2016.
Por duas vezes cariocas e paulistas se enfrentaram nos playoffs. Quem decidiu a quinta partida em casa, se classificou. Foi assim nas semifinais de 2011 quando São José eliminou o Flamengo em casa e nas semifinais de 2012 foi a vez do troco Rubro Negro jogando no Rio.
Vi apenas os minutos finais do último período e foi terrível.
TRÊS MINUTOS MALDITOS
Faltando três minutos para o encerramento da partida o placar apontava 78 x 76 para a equipe joseense. E o Flamengo conseguiu terminar o jogo sem acertar uma cesta!
São José chegou à quarta falta quando faltavam mais de oito minutos pro final de jogo e a equipe de José Neto só cobrou quatro lances livres. E o treinador deixou o cestinha (26 pontos em 30 minutos), Marquinhos, fora dos momentos cruciais.
Nos três minutos zerados, Caio Torres estava pendurado com quatro faltas e ninguém bateu pro garrafão, pelo contrário, tentaram tiros de três os senhores Marcelinho e Herrmann.
Antes, com 76 x 73, Herrmann, tendo apenas seis pontos no jogo, tentou um tiro de três.
E nos rebotes? Foram 12 x 8 para o time joseense no quarto final sendo dois destes ofensivos no minuto final.
Vi apenas o final, mas pelo que assisti o Flamengo não mereceu vencer.
O que me contam os amigos?
quarta-feira, 29 de abril de 2015
NBB 2014/2015 - 3º jogo das quartas de final: São José 68 x 86 Flamengo
O Flamengo voltou a defender bem e conseguiu uma importante vitória fora de casa contra São José por 86 x 68. Fez 2 x 1 na série e jogou toda pressão para a equipe paulista.
A próxima partida acontecerá nesta quinta-feira também no Lineu de Moura.
Os dois grandes destaques foram Olivinha, cestinha da noite com 21 pontos e Benite com 18 pontos e uma cesta no meio da quadra no final do primeiro quarto.
Marquinhos terminou com 11 pontos, 7 rebotes e 3 assistências e Meyinsse marcou 10 pontos.
O JOGO
A equipe Rubro Negra iniciou abrindo 9 x 0 com 100% de aproveitamento nos ataques e um Marquinhos calibrado. Mas não demorou para São José repetir os 9 x 0 e empatar partida.
Com 18 x 18 no placar, o Flamengo conseguiu uma sequência de sete pontos seguidos nos minutos finais, culminando com uma cesta do meio da quadra de Benite para fechar o primeiro quarto em 25 x 18.
Se o time de José Neto terminou anotando sete pontos seguidos no primeiro período, estreou o segundo quarto repetindo os 7 x 0, tendo em quadra a base titular, diferentemente de outros jogos, quanentoavamvam Gegê e Felício: Laprovittola, Benite, Marcelinho, Herrmann e Meyinsse. Foi uma sequência de 14 x 0 para varrer o adversário.
Com uma cesta de Herrmann o Flamengo colocou 32 x 18 no placar obrigando ao treinador de São José a parar o jogo.
A defesa Rubro Negra marcava muito, dificultava todo ataque paulista e forçou nove erros do adversário contra apenas quatro do time da Gávea em todo o primeiro tempo. Dessa vez foi Marquinhos que, no estouro do cronômetro, matou uma bola de três para ir pro vestiário vencendo por 44 x 29.
Foram apenas 29 pontos sofridos nesta noite no primeiro tempo, superando os 33 do primeiro jogo da série aqui no Tijuca. É elogiável ver o sistema defensivo funcionando nessas quartas de final.
O segundo tempo foi inaugurado com uma bola de três de Laprovittola. Sem permitir qualquer reação do São José, o Flamengo teve nas mãos de Olivinha o grande destaque ofensivamente. O ala-pivô, que havia marcado apenas dois pontos no primeiro tempo, anotou 19 no segundo tempo e liderou o Rubro Negro para colocar vinte pontos de frente.
Impressionou a vontade do Flamengo. Mesmo no quarto final, com o placar já definido, os jogadores brigavam pelos rebotes e pela recuperação da bola. Esse é o espírito de quem quer ser campeão.
Felício que havia feito três faltas em seis minutos no segundo quarto, voltou do banco, deu duas lindas enterradas no quarto final e embalou o "olé" da Nação Rubro Negra na arquibancada.
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Uma pena! Esperava-se bem mais do Herrmann, que vem tendo uma média de apenas oito pontos nesses playoffs. Tem sido uma decepção.
domingo, 26 de abril de 2015
NBB 2014/2015 - 2º jogo das quartas de final: Flamengo 76 x 82 São José
O Flamengo não resistiu a sua irregularidade e, depois de ter feito sua melhor atuação defensiva da história dos playoffs do NBB no primeiro jogo, perdeu para São José por 82 x 76 na noite deste sábado.
A série das quartas de final está empatada em 1 x 1 e os paulistas jogarão as duas próximas partidas em casa.
Ao Rubro Negro resta repetir a história do NBB passado, quando perdeu um jogo em casa nas quartas de final contra o Bauru e na semifinal contra o Mogi e em ambos buscou a classificação fora de casa vencendo as duas partidas pra fechar a série em 3 x 1.
É verdade que o time fazia um ótimo campeonato, garantindo inclusive o primeiro lugar com rodadas de antecipação. Neste ano terá que tirar forças de sua tradição para pelo menos trazer o quinto jogo pro Rio.
Aliás, as quatro disputas das quartas de finais do NBB estão empatadas: Macaé venceu Mogi, Brasília venceu Limeira e hoje, surpreendente e quebrando uma sequência de 34 vitórias seguidas, Franca venceu Bauru, empataram a série e terão dois jogos em casa para, quem saber, eliminar os favoritos.
O JOGO
Se no primeiro confronto o Flamengo venceu o quarto inicial por 28 x 15, dessa vez São José não permitiu que o time da casa largasse abrindo vantagem. Apesar dos 21 x 20 favoráveis ao Rubro Negro no primeiro quarto, no segundo período permitiu apenas 14 pontos do time de José Neto, indo pro vestiário com 41 x 35 no placar.
No terceiro quarto Marquinhos colocou a bola em baixo do braço, cortou a diferença e empatou o jogo: 46 x 46, levantando a torcida que lotava o Tijuca. A partida seguia equilibrada e ninguém mais conseguia abrir frente.
O minuto final foi inaugurado com uma bola de três de Laws, Marquinhos deu o troco e colocou o Flamengo na frente: 75 x 74.
Eis que surge o decisivo Caio Torres para fazer cinco pontos seguidos. Nos lances livres São José se mostrou frio e decisivo para conseguir uma grande vitória no Tijuca: 82 x 76.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
NBB 2014/2015 - 1º jogo das quartas de final: Flamengo 85 x 62 São José
O ginásio do Tijuca foi bem preparado para receber uma boa atuação do Flamengo no primeiro jogo das quartas de final do NBB.
Com o piso padronizado e jogo de luzes (enquanto não tem a sua arena multiuso), a equipe Rubro Negra venceu o São José por 85 x 62 e abriu 1 x 0 na série.
Seis jogadores pontuaram mais de um dígito e a defesa permitiu apenas 62 pontos, igualando o placar mais baixo sofrido pelo Flamengo na história dos playoffs do NBB: quartas de final, temporada 2011/2012, Fla 77 x 62 Uberlândia.
O cestinha foi Benite com 19 pontos. Olivinha conseguiu double-double: 16 pontos e 13 rebotes. Marquinhos terminou com 11 pontos e Herrmann, Laprovittola e Felício anotaram dez pontos cada um.
Novamente uma superior partida de Felício que, além dos dez pontos, pegou seis rebotes contra três pontos de Meyinsse e quatro rebotes.
O JOGO
O primeiro quarto foi o melhor período do Flamengo na noite, que chegou a abrir 7 x 0, mas permitiu a virada do São José para 9 x 7. A partida seguia equilibrada em 17 x 15 quando o Rubro Negro conseguiu uma sequência de 11 x 0 com show de Olivinha e seus nove pontos e cinco rebotes e a mão calibrada do capitão Rubro Negro Marquinhos com duas bolas de três no quarto.
O placar apontava 28 x 15, com direito a três enterradas de Benite, Marquinhos e Meyinsse que levantaram a torcida.
No segundo período apenas Marquinhos voltou entre os titulares. Gegê, Marcelinho, Herrmann e Felício vieram do banco e engoliram os reservas do São José: Betinho, Renan e Dedé. Apenas Baxter e Laws seguiam entre os titulares.
Com duas assistências de Gegê, Marcelinho matou de três e Felício no garrafão ampliaram a vantagem para 35 x 19. Baxter tentava salvar a pátria joseense e conseguiu cortar a diferença para 11 pontos, obrigando Neto a parar o jogo.
Na volta, Herrmann e Benite na linha de três pontos e Felício nos lances livres colocaram a vantagem em 45 x 30. Os times foram pro intervalo com 47 x 33 favorável à equipe da Gávea.
A diferença poderia ter sido maior se o Flamengo não fizesse apenas uma cesta nos três minutos finais do quarto.
Depois de passar o primeiro tempo zerado, André Laws matou duas bolas de três e terminou o quarto com dez pontos, mas do outro lado tinha Benite para segurar a diferença. E mesmo com Laprovittola cometendo sua terceira falta e tendo que ficar no banco, o Flamengo usou bem seu repertório ofensivo coletivo e manteve a confortável vantagem: 67 x 51.
O quarto final foi ainda mais tranquilo. Logo no começo conseguiu 12 x 02 com boa atuação de Benite e Olivinha. José Neto colocou os juniores em quadra pois a vitória já estava garantida, terminando em 85 x 62 para abrir 1 x 0 na série quartas de final.
Próximo jogo será no sábado também às 18h.
sábado, 28 de março de 2015
NBB 2014/2015: Flamengo 93 x 88 São José
O Flamengo passou sufoco contra o São José graças a um quarto final desastroso, mas venceu a décima partida consecutiva pelo NBB: 93 x 88.
O próximo desafio será na quarta-feira, às 20h, também no Tijuca, contra o Rio Claro.
Meyinsse depois de muitos jogos finalmente voltou a atuar bem, terminando como cestinha com 21 pontos e 4 rebotes. Benite, Marquinhos e Olivinha marcaram cada um 14 pontos.
E voltou em boa hora, porque Caio Torres teve uma ótima atuação: 26 pontos e 9 rebotes.
Era jogo para o Flamengo atropelar, mas o time não conseguiu sustentar os 40 minutos de bom basquete e correu risco de perder um jogo ganho.
Meyinsse foi um monstro no primeiro quarto, anotando 14 pontos dos 27 x 14. No segundo a vantagem passou dos 20 pontos e, mesmo com a boa entrada de Gustavo, o Rubro Negro foi pro intervalo ganhando por 55 x 34.
Apesar de um São José mais perigoso e agressivo, o Flamengo apresentava bem suas armas e Meyinsse voltou para vencer o terceiro período por 77 x 60.
No quarto final a equipe conseguiu ser instável em dez minutos. A vantagem chegou a cair para um dígito (79 x 70), Neto interrompeu o jogo e a diferença subiu para 16 pontos. Mas novamente São José reagiu e dessa vez não houve reação da equipe da Gávea. A diferença chegou a cair para quatro pontos 88 x 84 com 20 segundos. Mas o Flamengo soube matar o jogo nos lances livres finais.
sábado, 13 de dezembro de 2014
NBB 2014/2015: São José 71 x 94 Flamengo
Em sua melhor atuação defensiva e com show do Benite que veio do banco, a equipe Rubro Negro volta de São Paulo com duas importantes vitórias.
Agora serão três jogos no Rio contra equipes que frequentam a parte de baixo da tabela para fechar bem o ano: Brasília (2V e 7D), Basquete Cearense (2V e 6D) e Macaé (2V e 7D).
O armador Benite em 25 minutos foi o cestinha com 24 pontos, quatro rebotes e duas assistências. Marcelinho com 19 pontos e Marquinhos anotando 14 completaram a trinca de cestinhas.
Meyinsse foi o reboteiro com sete e marcou 11 pontos.
O primeiro quarto foi o único equilibrado: 18 x 17. Depois o Flamengo se distanciou no placar com um excelente segundo período: 48 x 35.
A diferença para o último quarto poderia ter sido de apenas cinco pontos, mas Benite matou uma bola de três no estouro do cronômetro: 68 x 60.
No quarto final as bolas de longa distância caíram todas e o Flamengo aumentou a diferença vencendo o quarto por 26 x 11 e a partida por 94 x 71.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
O adeus de Shilton. O basquete da Gávea mais uma vez auto-sustentável. O mercado da bola laranja
Como já era esperado, o pivô Shilton não renovou com o Flamengo, apesar do desejo do treinador José Neto. "Shiltão da Massa", como ficou conhecido pela turma basqueteira, conquistou dois brasileiros e uma Liga das Américas pelo Rubro Negro.
A decisão ao meu ver foi acertada: foi uma temporada bem fraca. Alguns podem alegar que fazia o jogo sujo, a porrada dentro do garrafão, mas suas inúmeras faltas ofensivas e sua pouca técnica em baixo da cesta atrapalharam demais o Flamengo.
Pelo menos ficou marcado pelo rebote salvador na final do NBB contra o Paulistano. Assim como o Coloneze ficou conhecido como o pé de Deus pela conquista da Liga Sul-Americana, Shilton também entrou pra história emocionante do basquete pegando aquela bola decisiva nos segundos finais.
Que seja feliz, nosso Shiltão da massa!
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Essa saiu no Máquina do Esporte. O Flamengo teve aprovado pelo Governo do Rio o projeto de R$ 8 milhões via ICMS para o basquete. É um Incentivo Fiscal Estadual, ao contrário da Lei de Incentivo Fiscal que abrange o país todo via Ministério do Esporte. Na temporada passada o clube fechou com a TIM, a expectativa é de que a "renovação" aconteça.
A SKY e a Estácio já patrocinam o basquete Rubro Negro.
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No mercado do basquete, o Bauru levou a sério essa história de montar uma seleção e fechou com o ala-pivô Jefferson William, ex-São José. Ele chega para substituir o argentino Fabian Barrios, que já tinha assinado a renovação com a equipe paulista, porém teve que voltar para a Argentina por problemas familiares.
Jéfferson teve uma média de 14,5 pontos e 9,8 rebotes no último NBB.
E segundo o jornalista argentino Pablo Tosal, Walter Hermann tem uma boa oferta de algum time brasileiro e deve assinar contrato nas próximas horas. O argentino foi o MVP da Liga Nacional Argentina.
Será que vem pra Gávea?
terça-feira, 1 de abril de 2014
NBB 2013/2014: São José 74 x 94 Flamengo
Jogando contra a forte equipe de São José, o Rubro Negro se comportou como se o jogo valesse vaga pros playoffs e derrotou a equipe paulista por 94 x 74, vingando aquele horroroso 81 x 59 do primeiro turno.
Laprovittola voltou por apenas dez minutos. Mas já retornou ao Rio e nem disputa as últimas duas partidas fora de casa. O argentino está com fadiga no adutor e já vai começar o tratamento para a fase final.
A dupla Marcelinho e Marquinhos segue liderando o time. Foram 21 pontos, 6 rebotes e 4 assistências do capitão e 19 pontos, 5 rebotes e 3 assistências do ala.
Destaque também para a ótima partida de Cristiano Felício: em 17 minutos foram 13 pontos e 8 rebotes. Sendo decisivo para carimbar a vitória no quarto final.
Com 12 pontos de Marcelinho no primeiro quarto e um jogo truncado e bom defensivamente no segundo quarto (17 x 7), o Flamengo conseguiu larga vantagem para superar a reação do São José na volta do intervalo, que imprimiu uma corrida de 13 x 01.
Porém, no quarto final, Marcelinho e Felício mataram todos os chutes e confirmaram a excelente vitória do Flamengo. Vai ser difícil para qualquer equipe derrotar essa equipe de José Neto em condições normais. São vários jogadores decisivos e um time frio e calculista nos momentos finais.
Temos também um Marcelinho maduro, que não entra mais em provocação, há muito tempo não sofre uma falta técnica, o que era bem comum, assim também como o próprio José Neto.
Rumo à tríplice coroa!
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
NBB 2013/2014: Flamengo 59 x 81 São José
Salário atrasado nunca foi desculpa para a má fase do basquete do Flamengo. Não acredito que o problema seja esse. Após uma derrota massacrante para o Minas, o time sofreu sua pior derrota na história do NBB: 81 x 59 - 22 pontos de diferença e precisa encontrar a causa dos erros.
A última pior derrota Rubro Negra na NBB havia sido contra o Uberlândia, por 21 pontos de diferença em 2011: 89 x 68.
Sem ver os jogos fica impossível entender se o time mudou de postura com a volta do Marcelinho. Olhando apenas os scouts, os tiros de três pontos não subiram, pelo contrário. Antes da volta do capitão foram 38/118 na linha de três pontos em cinco jogos. Depois foram 26/81 pontos em quatro jogos.
Mas uma mudança significativa foi a diferença de rendimento ofensivo do Laprovittola, cestinha dos cinco primeiros jogos com média de 24 pontos. Suas médias nos últimos quatro jogos caíram para 11,2.
José Neto ao blog Garrafão Rubro Negro foi enigmático: "Temos que rever as estratégias e ver como estamos jogando. Precisamos recuperar a nossa maneira de jogar e isso é o ponto inicial. Depois podemos pensar no passo a frente. Tem muita coisa que tem que ser repensada. Se fosse somente à estratégia o erro, seria muito fácil resolver. Você muda somente ela. É um apanhado de coisas que precisamos rever".
E, para fechar o ano, o Flamengo terá duas partidas duríssimas. O líder Limeira, invicto no NBB com oito vitórias, e depois o Bauru. Vamos ver como o time reage.
domingo, 26 de maio de 2013
NBB 2012/2013 - Semifinal: Flamengo 88 x 76 São José
Com show de Duda, o Flamengo derrotou São José por 88 x 76, fechou a série semifinal no quinto jogo e sábado que vem enfrentará o Uberlândia na grande final em jogo único (triste) do NBB.
O ala, melhor sexto-homem da temporada, entrou no lugar de Benite e não saiu mais. Terminou com 26 pontos em 28 minutos com 6/11 na linha de três pontos.
Agora falta uma vitória na Arena lotada para garantir o tricampeonato brasileiro.
No primeiro quarto o Flamengo esteve bem no ataque, jogando de forma coletiva abriu 14 x 08. Mas do outro lado Murilo comandava o São José acertando todos os ataques e só por isso a vantagem Rubro Negra não foi maior: 23 x 22.
O segundo quarto foi o pior momento do time. Benite que fazia uma boa partida saiu machucado. E tendo apenas Marquinhos de titular e ao seu lado Gegê, Zanotti, Duda e Shilton o Flamengo sofreu. São José abriu 38 x 32 e Duda já começava aparecer para salvar o final do primeiro tempo. O prejuízo foi pequeno: 42 x 39.
No terceiro quarto Murilo, que já tinha 16 pontos, cometeu sua quarta falta e foi pro banco. Mesmo assim o Flamengo não aproveitava com Caio Torres no garrafão para abrir frente no placar. Foi preciso a bola chegar na mão do Duda para o time finalmente desgarrar do placar. E foi um show, não só na linha de três pontos, mas puxando contra-ataques, dando assistências e levantando a torcida. Ainda teve Marquinhos na última bola para matar da linha de três pontos e correr pros braços da torcida numa cena emocionante.
Quarto vencido por 30 x 16 e onze pontos na frente: 69 x 58.
Com Murilo de volta, São José voltou fazendo 4 x 0, mas o controle do jogo era todo Rubro Negro. Fúlvio perdeu dois lances livres e Duda matou mais uma de três pontos para colocar 17 pontos de frentes e liquidar qualquer possibilidade de reação adversária.
Mengão na final, festa na Arena da Barra!
sexta-feira, 24 de maio de 2013
NBB 2012/2013 - Semifinal: São José 96 x 88 Flamengo
E tudo ficou para o quinto jogo. A Arena da Barra vai pegar fogo. Jogando em casa, o São José derrotou o Flamengo por 96 x 88 e empatou a série semifinal do NBB.
Ao final do jogo, Marcelinho foi até o Fúlvio, encarou o armador e este, teatralmente, outra vez, insinuou uma agressão. Pronto, a confusão foi generalizada entre os dois times, entre as comissões técnicas, terminando com o Flamengo encurralado no vestiário.
É claro que Marcelinho errou, não tinha nada que provocar, encarar e tirar satisfações com o Fúlvio. É claro também que Fúlvio aumentou a situação quando insinuou uma agressão que não aconteceu, provocando todo aquele tumulto desagradável.
Alexandre Póvoa, vice de esportes olímpicos, queria uma partida tranquila, sem perder a cabeça, para não correr o risco de ter jogadores desqualificados. Pois é, vamos ver a repercussão disso tudo.
Agora surgem aqueles de sempre que acham que o Flamengo é o vilão da história e o adversário é sempre o coitadinho. Que Marcelinho é do mau e Fúlvio é a vítima. Que basqueteiros não gostam de time de futebol - forte (Palmeiras fraco e saco de pancada é o ideal) que o legal mesmo é São José, Franca, Limeira e afins. Que é por isso que o basquete está assim, como se na NBA essas cenas fossem raridade.
E tome conversinha fiada. Se o jogo de sábado prometia, Marcelinho tratou de instaurar o caos e incendiar o último jogo da série.
Marquinhos foi o grande destaque, carregou o time nas costas e terminou com 29 pontos. Partida ruim do Olivinha. E como o time precisa dele, sua irregularidade nesses playoffs está preocupante.
O JOGO
Ao final do jogo, Marcelinho foi até o Fúlvio, encarou o armador e este, teatralmente, outra vez, insinuou uma agressão. Pronto, a confusão foi generalizada entre os dois times, entre as comissões técnicas, terminando com o Flamengo encurralado no vestiário.
É claro que Marcelinho errou, não tinha nada que provocar, encarar e tirar satisfações com o Fúlvio. É claro também que Fúlvio aumentou a situação quando insinuou uma agressão que não aconteceu, provocando todo aquele tumulto desagradável.
Alexandre Póvoa, vice de esportes olímpicos, queria uma partida tranquila, sem perder a cabeça, para não correr o risco de ter jogadores desqualificados. Pois é, vamos ver a repercussão disso tudo.
Agora surgem aqueles de sempre que acham que o Flamengo é o vilão da história e o adversário é sempre o coitadinho. Que Marcelinho é do mau e Fúlvio é a vítima. Que basqueteiros não gostam de time de futebol - forte (Palmeiras fraco e saco de pancada é o ideal) que o legal mesmo é São José, Franca, Limeira e afins. Que é por isso que o basquete está assim, como se na NBA essas cenas fossem raridade.
E tome conversinha fiada. Se o jogo de sábado prometia, Marcelinho tratou de instaurar o caos e incendiar o último jogo da série.
Marquinhos foi o grande destaque, carregou o time nas costas e terminou com 29 pontos. Partida ruim do Olivinha. E como o time precisa dele, sua irregularidade nesses playoffs está preocupante.
O JOGO
O Flamengo começou errando demais no ataque e dando muitos espaços na defesa. Com um André Laws inspiradíssimo e jogando em velocidade, São José abriu 19 x 10 com nove pontos do americano, forçando José Neto a parar o jogo. O final do quarto terminou com um tiro na linha de três pontos no estouro do cronômetro do jovem Ícaro para marcar: 30 x 19.
O segundo quarto a atuação Rubro Negra piorou. Bem na linha de três pontos, São José abriu 16 pontos. Quem carregava o time era Marquinhos, que marcou seis pontos seguidos e cortou a diferença para dez pontos. O quarto foi equilibrado, a diferença do placar foi toda do primeiro período: 51 x 40.
No terceiro quarto o Flamengo voltou um pouco melhor, apesar da defesa ainda falhar demais dentro do garrafão facilitando o trabalho do Murilo. Marquinhos seguia arrebentando e com uma bela cesta de três no segundo final cortou a diferença para: 75 x 72.
No quarto decisivo o Rubro Negro colou no placar, chegou a empatar a partida por duas vezes. Quando o time perdia por 84 x 83 a arbitragem deu três faltas seguidas do Flamengo - que só tinha duas faltas até o momento, no mesmo ataque joseense. Depois deu uma técnica no Zanotti, colocando São José na linha do lance livre por quatro vezes e ainda tendo a posse de bola para minar toda a reação e fechando o jogo em 96 x 88.
O segundo quarto a atuação Rubro Negra piorou. Bem na linha de três pontos, São José abriu 16 pontos. Quem carregava o time era Marquinhos, que marcou seis pontos seguidos e cortou a diferença para dez pontos. O quarto foi equilibrado, a diferença do placar foi toda do primeiro período: 51 x 40.
No terceiro quarto o Flamengo voltou um pouco melhor, apesar da defesa ainda falhar demais dentro do garrafão facilitando o trabalho do Murilo. Marquinhos seguia arrebentando e com uma bela cesta de três no segundo final cortou a diferença para: 75 x 72.
No quarto decisivo o Rubro Negro colou no placar, chegou a empatar a partida por duas vezes. Quando o time perdia por 84 x 83 a arbitragem deu três faltas seguidas do Flamengo - que só tinha duas faltas até o momento, no mesmo ataque joseense. Depois deu uma técnica no Zanotti, colocando São José na linha do lance livre por quatro vezes e ainda tendo a posse de bola para minar toda a reação e fechando o jogo em 96 x 88.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Duda, o sexto homem da temporada. E uma conversa com Alexandre Póvoa
Interessante matéria no site da Liga Nacional de Basquete sobre a força dos reservas nesta semifinal contra São José, com grande destaque para Duda, o sexto homem do Flamengo na temporada, cuja média na série é de 13 pontos.
Os reservas Rubro Negros estão com média de 24 pontos por jogo, 25,9%, enquanto os reservas Joseenses possuem média de 16 pontos por partida, 19,2%.
Fora de quadra, Alexandre Póvoa, vice-presidente de esportes olímpicos, comemora ter conseguido fechar com a Arena para sediar a semifinal do NBB. Apesar dos altos custos, o Flamengo ainda conseguiu R$ 60 mil de lucro.
Em conversa com o blog, ele afirma que a sinergia entre torcida e o time na nova casa foi fundamental para as duas vitórias e torce para que o Flamengo esteja subindo a ladeira de novo na hora certa.
Mas tem algo a melhorar. Segundo Póvoa, filas foram formadas para quem queria comprar ingressos na hora por falta de bilheteria. Problema que será corrigido para a próxima partida - ou o quinto jogo da semifinal ou a grande decisão.
Quanto ao jogo de quinta-feira, normalmente já é tenso, disputando uma vaga para a final torna-se ainda mais complicado: "não podemos perder a cabeça, até porque, como falei desde o começo, quem tem que ganhar no Rio para ser campeão é São José ou Uberlândia. O problema é deles. Não podemos ter jogadores desqualificados (no basquete, há suspensão automática também). Portanto, temos que jogar na quinta de forma tranquila", afirmou o vice-presidente de esportes olímpicos.
Fúlvio, o artista, disse que caiu numa planejada provocação dos jogadores Rubro Negros, sei. E fez a promessa de que não vai levar mais nenhuma falta técnica. Só não simulando uma agressão já estará de bom tamanho. É bom José Neto e cia também esfriarem a cabeça para não entrarem na pilha no caldeirão que será o ginásio de São José.
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segunda-feira, 20 de maio de 2013
NBB 2012/2013 - Semifinal: Flamengo 106 x 86 São José
O Flamengo está a uma vitória da
final e a duas vitórias de garantir o tricampeonato brasileiro. Na noite
deste domingo, para um público de sete mil torcedores, o Rubro Negro
anotou outro placar centenário: 106 x 86 e pode fechar a série na
quinta-feira fora de casa às 19h.
Outra vez o jogo coletivo, a defesa forte, a tranquilidade do time quando a diferença caiu para um ponto e a força da torcida que empurrou o time foram fatores fundamentais para a bela vitória, que terminou com gritos de olé da Nação Rubro Negra.
Olivinha fez sua melhor partida nessa série semifinal, sendo o cestinha com 18 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. O garrafão ficou ainda mais forte com Caio Torres e seu double-double: 14 pontos e 10 rebotes.
Marquinhos anotou 17 pontos, Benite 14, Gegê 9 e Kojo 8 pontos.
Destaque especial para Duda, que vem fazendo uma temporada bem acima da média. Sem forçar tantos chutes, o ala vem tendo boas atuações sob o comando de José Neto.
Nos rebotes, o Flamengo venceu: 31 x 27.
Outra vez o jogo coletivo, a defesa forte, a tranquilidade do time quando a diferença caiu para um ponto e a força da torcida que empurrou o time foram fatores fundamentais para a bela vitória, que terminou com gritos de olé da Nação Rubro Negra.
Olivinha fez sua melhor partida nessa série semifinal, sendo o cestinha com 18 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. O garrafão ficou ainda mais forte com Caio Torres e seu double-double: 14 pontos e 10 rebotes.
Marquinhos anotou 17 pontos, Benite 14, Gegê 9 e Kojo 8 pontos.
Destaque especial para Duda, que vem fazendo uma temporada bem acima da média. Sem forçar tantos chutes, o ala vem tendo boas atuações sob o comando de José Neto.
Nos rebotes, o Flamengo venceu: 31 x 27.
O JOGO
A
partida começou com o Flamengo avassalador, abrindo 8 x 0, mas logo o
São José equilibrou as ações e cortou para 8 x 7. José Neto voltou a
levar uma falta técnica no começo do quarto e viu o adversário virar a
partida: 19 x 18. Logo na sequência Olivinha matou uma bola de três, e,
no estouro do crônometro, Gegê fez uma linda cesta de três pontos para
colocar no placar: 26 x 22.
No segundo quarto a partida pegou fogo. Muito bem na linha de três pontos, Gegê e Duda ampliaram a diferença para dez pontos. Em seguida uma confusão entre Zanotti e Fúlvio, os dois levaram falta técnica e o Flamengo perdeu a concentração, permitindo cair a diferença para três pontos: 43 x 40. Mas o Rubro Negro era mais time e voltou a focar no jogo para terminar bem o primeiro tempo: 50 x 42.
No terceiro quarto Jéfferson voltou disposto a virar a partida. Com a mão calibrada derrubou a vantagem para apenas um ponto: 57 x 56. Mas outra vez o Flamengo reagiu bem, não se desequilibrou e com grande partida de Caio Torres e Duda, colocou 81 x 70.
O Flamengo começou o quarto decisivo disposto a liquidar de vez a partida. Com menos de um minuto de período, o time já abria 9 x 0 e viu Murilo de São José cair com as costas no chão após contra-ataque de Olivinha. Sem o pivô e sem Fúlvio, que levou outra técnica e chegou à quinta-falta, o Flamengo atropelou, deu show, chegou a fazer 27 x 6 no quarto.
A festa foi emocionante. Teve enterrada de Shilton e Marquinhos, ponte aérea de Marquinhos para delírio da Nação e a cada passe, o grito de olé era ecoado pelos cantos da Arena da Barra. Uma linda festa.
O Rubro Negro só precisa vencer duas partidas em casa que garante o tricampeonato. Avante Mengão!
No segundo quarto a partida pegou fogo. Muito bem na linha de três pontos, Gegê e Duda ampliaram a diferença para dez pontos. Em seguida uma confusão entre Zanotti e Fúlvio, os dois levaram falta técnica e o Flamengo perdeu a concentração, permitindo cair a diferença para três pontos: 43 x 40. Mas o Rubro Negro era mais time e voltou a focar no jogo para terminar bem o primeiro tempo: 50 x 42.
No terceiro quarto Jéfferson voltou disposto a virar a partida. Com a mão calibrada derrubou a vantagem para apenas um ponto: 57 x 56. Mas outra vez o Flamengo reagiu bem, não se desequilibrou e com grande partida de Caio Torres e Duda, colocou 81 x 70.
O Flamengo começou o quarto decisivo disposto a liquidar de vez a partida. Com menos de um minuto de período, o time já abria 9 x 0 e viu Murilo de São José cair com as costas no chão após contra-ataque de Olivinha. Sem o pivô e sem Fúlvio, que levou outra técnica e chegou à quinta-falta, o Flamengo atropelou, deu show, chegou a fazer 27 x 6 no quarto.
A festa foi emocionante. Teve enterrada de Shilton e Marquinhos, ponte aérea de Marquinhos para delírio da Nação e a cada passe, o grito de olé era ecoado pelos cantos da Arena da Barra. Uma linda festa.
O Rubro Negro só precisa vencer duas partidas em casa que garante o tricampeonato. Avante Mengão!
sábado, 18 de maio de 2013
NBB 2012/2013 - Semifinal: Flamengo 100 x 84 São José
Empurrado por 4.500 torcedores, o Flamengo derrotou o São José por 100 x 84 e empatou a série semifinal do NBB. O terceiro jogo acontece neste domingo às 20h no mesmo local.
Dos dez itens do post abaixo sobre o que o Flamengo não podia errar para vencer, pelo menos oito pontos deram certo: tranquilidade de José Neto, rebotes, Olivinha, armadores, Duda, Caio Torres, defesa e ataque.
Quando o ataque funciona, ninguém segura o Rubro Negro. Além da força ofensiva, os rebotes ficaram 35 x 33 para o São José. O jogo coletivo também foi eficiente: cinco jogadores terminaram com dígitos duplos na pontuação.
O grande nome foi o pivô Caio Torres, cestinha com 23 pontos e 7 rebotes. Os armadores fizeram um belo jogo: Benite terminou com 21 pontos e Kojo anotou 14 pontos, 6 rebotes e 6 assistências, além de 3 bolas roubadas.
O capitão Marquinhos contribuiu com 13 pontos e 7 rebotes. Duda também fez um bom jogo, especialmente quando entra no rodízio no segundo quarto: 13 pontos, 5 rebotes e 4 assistências.
O JOGO
A partida começou com o Flamengo impondo um bom ritmo e abrindo 10 x 04, mas permitiu a virada para 10 x 12. Com grande atuação do trio Caio, Kojo e Olivinha o Flamengo retomou a liderança colocando 20 x 14, terminando o período com dois lances livres de Gegê para fazer 27 x 23.
No segundo quarto o show de Caio Torres continuava. O pivô comandava o ataque com 17 pontos e a defesa marcava muito, dando oportunidade para vários contra-ataques com grande atuação de Duda e Kojo. A vantagem chegou a ser de 47 x 28. Mas o Flamengo dormiu, Neto não parou o jogo e São José reagiu: 49 x 36. Mas a reação paulista foi interrompida graças a duas faltas técnicas do banco joseense, para sorte do Flamengo, que foi para o intervalo vencendo por 54 x 42.
No terceiro quarto Fúlvio matava todas da linha de três pontos, e a vantagem seguia na casa dos dez pontos. A arbitragem deu seu showzinho com uma sequência de faltas técnicas.
Mas ao final do terceiro quarto a vantagem chegou a cair para sete pontos. Em seguida Shilton fez uma cesta para aliviar a pressão e, logo em seguida, Fúlvio foi pro banco pendurado com quatro faltas. Foi a senha para o Flamengo fazer 7 x 0 no minuto final com show de Benite e ir para o quarto decisivo com 16 pontos de frente: 78 x 62.
No último quarto o Flamengo voltou avassalador. Benite continuava muito bem. O time colocou 90 x 64. Shilton conseguiu ser eliminado com cinco faltas jogando 14 minutos. Ainda teve direito a uma linda ponte aérea do Zanotti para delírio da torcida. O centésimo ponto foi no lance livre de Diego: 100 x 84.
Dos dez itens do post abaixo sobre o que o Flamengo não podia errar para vencer, pelo menos oito pontos deram certo: tranquilidade de José Neto, rebotes, Olivinha, armadores, Duda, Caio Torres, defesa e ataque.
Quando o ataque funciona, ninguém segura o Rubro Negro. Além da força ofensiva, os rebotes ficaram 35 x 33 para o São José. O jogo coletivo também foi eficiente: cinco jogadores terminaram com dígitos duplos na pontuação.
O grande nome foi o pivô Caio Torres, cestinha com 23 pontos e 7 rebotes. Os armadores fizeram um belo jogo: Benite terminou com 21 pontos e Kojo anotou 14 pontos, 6 rebotes e 6 assistências, além de 3 bolas roubadas.
O capitão Marquinhos contribuiu com 13 pontos e 7 rebotes. Duda também fez um bom jogo, especialmente quando entra no rodízio no segundo quarto: 13 pontos, 5 rebotes e 4 assistências.
O JOGO
A partida começou com o Flamengo impondo um bom ritmo e abrindo 10 x 04, mas permitiu a virada para 10 x 12. Com grande atuação do trio Caio, Kojo e Olivinha o Flamengo retomou a liderança colocando 20 x 14, terminando o período com dois lances livres de Gegê para fazer 27 x 23.
No segundo quarto o show de Caio Torres continuava. O pivô comandava o ataque com 17 pontos e a defesa marcava muito, dando oportunidade para vários contra-ataques com grande atuação de Duda e Kojo. A vantagem chegou a ser de 47 x 28. Mas o Flamengo dormiu, Neto não parou o jogo e São José reagiu: 49 x 36. Mas a reação paulista foi interrompida graças a duas faltas técnicas do banco joseense, para sorte do Flamengo, que foi para o intervalo vencendo por 54 x 42.
No terceiro quarto Fúlvio matava todas da linha de três pontos, e a vantagem seguia na casa dos dez pontos. A arbitragem deu seu showzinho com uma sequência de faltas técnicas.
Mas ao final do terceiro quarto a vantagem chegou a cair para sete pontos. Em seguida Shilton fez uma cesta para aliviar a pressão e, logo em seguida, Fúlvio foi pro banco pendurado com quatro faltas. Foi a senha para o Flamengo fazer 7 x 0 no minuto final com show de Benite e ir para o quarto decisivo com 16 pontos de frente: 78 x 62.
No último quarto o Flamengo voltou avassalador. Benite continuava muito bem. O time colocou 90 x 64. Shilton conseguiu ser eliminado com cinco faltas jogando 14 minutos. Ainda teve direito a uma linda ponte aérea do Zanotti para delírio da torcida. O centésimo ponto foi no lance livre de Diego: 100 x 84.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Flamengo em quadra. Os dez passos para virar a série contra São José
O Flamengo entra em quadra para disputar o segundo jogo da semifinal contra o São José ás 21h na Arena da Barra carregando toda pressão pela vitória.
O discurso está bom: sangue nos olhos, partir pra cima, jogar com mais pegada. Em casa o Flamengo perdeu apenas duas partidas pelo NBB: Franca e Bauru, todas pelo péssimo último quarto.
O discurso está bom: sangue nos olhos, partir pra cima, jogar com mais pegada. Em casa o Flamengo perdeu apenas duas partidas pelo NBB: Franca e Bauru, todas pelo péssimo último quarto.
No histórico contra São José o time perdeu apenas uma partida jogando no Rio, na temporada passada.
O que o Flamengo não pode errar hoje e domingo para virar a série:
1- Tranquilidade de José Neto. Calma, treinador. Tem que entrar pilhado, mas sem atrapalhar o andamento do jogo. Na primeira partida, Neto levou duas faltas técnicas por reclamação.
2 - Pedido de tempo. José Neto demorou demais a pedir tempo no jogo passado. Tem que parar o jogo antes que a vaca deite.
3 - Rebotes. Na fase de classificação o Flamengo venceu os dois jogos. Na vitória em casa ganhou nos rebotes: 27 x 23 e na vitória fora perdeu por pouco nos rebotes: 30 x 28. Não pode é ter um desequilíbrio absurdo de 45 x 22 como no primeiro jogo.
4 - Olivinha. O ala-pivô, dos quatro jogos dos playoffs, jogou apenas um grande jogo, que foi o terceiro da série contra o Paulistano. O time precisa dele de preferência com um double-double.
5 - Armadores. A concorrência é desleal, entendo, Fúlvio fez um partidaço, mas Benite e Kojo precisam jogar bem e organizar o time.
6 - Duda. Calma, Duda. Pode arremessar o quanto quiser da linha de três, desde que esteja na zona morta, e não soltando uns pombos sem asa. Tudo bem que de vez enquanto acerta do meio da quadra, mas se errar duas seguidas, não tente a terceira.
7 - Caio Torres. Começou bem contra o Murilo no primeiro jogo, mas depois deu umas bobeiras e perdeu cada jogada simples. Precisamos de você bem, até por que sabemos que seu reserva é o Shilton.
8 - Marquinhos. O craque do time, foi o único regular na partida passada, quando nada dava certo infiltrava como um foguete no garrafão e arrumava mais dois pontos. Que esteja numa noite inspirada.
9 - Defesa. Defesa, defesa e defesa.
10 - Ataque. Com média de 90 pontos por jogo, o time não pode se limitar a fazer apenas 72 pontos como em São José.
Vamos Mengão!!!
terça-feira, 14 de maio de 2013
NBB 2012/2013 - Semifinal: São José 80 x 72 Flamengo
A série vai ser longa. São José derrotou o Flamengo jogando em casa por 80 x 72 e abriu 1 x 0 na série melhor de cinco da semifinal do NBB. Na sexta e no domingo o time joga na Arena da Barra, que precisa estar lotada para empurrar a equipe Rubro Negra.
Uma equipe que fez uma partida bem ruim nesta terça. A começar pelo desequilibrio de José Neto que levou duas faltas técnicas. Dentro de quadra, apenas Marquinhos salvou e foi o cestinha com 17 pontos.
Nos rebotes foi um massacre, inacreditáveis: 45 x 22 para São José.
No garrafão, Caio Torres foi muito mal, displicente, perdeu vários ataques importantes. O pior que nem dá pra criticar muito, porque pode entrar o Shilton. Aí já viu: faltas de ataques, lances livres errados.
Olivinha precisa chamar mais a responsabilidade como no terceiro jogo das quartas de final contra o Paulistano, precisamos dele. Terminou com 1/6 na linha de três.
Já Duda precisa controlar seus tiros de três pontos, foi cada tentativa absurda. Já na armação, sem destaque, Benite, Shilton e Gegê não comandaram o time como merecia.
Pelo São José destaques para a excelente partida de Jéfferson: 27 pontos e 13 rebotes e Fúlvio: 17 pontos, 13 assistências e 7 rebotes.
O JOGO
O primeiro quarto foi equilibrado e de bom nível técnico. O Flamengo começou bem e o lance do quarto foi Kojo jogando a bola nas costas do Murilo e fazendo 11 x 8, forçando tempo do adversário. Placar: 20 x 17.
No segundo quarto as duas equipes erravam demais no ataque e o placar era baixo. Mesmo assim o Flamengo vencia, mas José Neto demorou demais a parar para corrigir os erros. Precisou São José virar o jogo em 25 x 23 para finalmente pedir tempo. Na volta Gegê matou uma bola de três para retomar a vantagem, mas o jogo seguia fraco técnicamente.
Após errar todas as três cestas de longa distância que tentou, no estouro do crônometro, Duda acertou uma belíssima cesta no meio da quadra para diminuir a vantagem: 34 x 33
No terceiro quarto São José começou metendo 7 x 0. O Flamengo estava perdido e viu São José fazer 15 x 6 sem qualquer pedido de tempo de José Neto.
Mas Fúlvio quis brincar tentando passe de efeito e perdendo um fácil contra-ataque. Não deu outra, Marquinhos reagiu com cinco pontos seguidos e uma cesta de três de Duda para derrubar a vantagem que era de nove pontos pra um ponto.
O Flamengo cresceu e no contra-ataque virou o jogo com uma cesta de Caio Torres. Mas outra vez José Neto perdeu a cabeça, levou falta técnica por reclamação e viu Jéfferson e Dedé matarem cestas de três pontos e colocarem a equipe paulista de volta à frente: 66 x 60.
No quarto final um Flamengo irreconhecível. A vantagem chegou a cair pra três no minuto final. Depois foi feita uma marcação pressão ridícula que deixou São José no 2 x 1 no ataque para encerrar a reação Rubro Negra.
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