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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A meritocracia também para os jogadores do Flamengo

O blog volta do carnaval com essa notícia do jornal O Globo sobre a meritocracia Rubro Negra. Se dirigente profissional trabalha com metas a cumprir, porque não os jogadores? É a nova fórmula traçada pelo clube que está previsto no contrato com a Peugeot.

Confira:

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Uma quinta-feira (outra) animada no Flamengo

Outra vez uma quinta-feira de grandes notícias. Depois dos três reforços e o pagamento dos salários na quinta-feira passada, dessa vez a diretoria pagou impostos atrasados de Refis e Timemania, divulgou o acerto de uma cota de patrocínio e no final anunciou o quarto reforço para a temporada.

O zagueiro Wallace que estava no Corinthians rescindiu com o time paulista e acertou com o Flamengo por quatro anos. É um jogador comum, para compor elenco, não era titular e será reserva por aqui. Não seria minha prioridade e dizem que veio como contrapeso das chegadas do Gabriel e Elias, todos jogadores do empresário Carlos Leite. O que é bem comum no futebol, mas que uma hora o Flamengo precisa brecar.

Pela manhã foi anunciado que a vice-presidência de finanças garantiu o pagamento de R$ 8 milhões em impostos atrasados do Refis e Timemania, o que evitará novas penhoras que tanto assustaram o clube nessa virada de ano e engessaram as finanças, além de todo o caos financeiro de conhecimento.

E uma denúncia grave: a informação do não pagamento de três anos do Imposto de Renda dos funcionários, fato que vem sendo apurado pelo trabalho de uma forte empresa de consultoria que fará a auditoria. Surreal!

A outra excelente notícia foi o anúncio da Peugeot como patrocinador master do Flamengo por três anos. O clube ainda não informou o valor, mas a imprensa já crava que foi de R$ 15 milhões. A expectativa agora é da coletiva na segunda para tornar conhecido detalhes do contrato e o possível rodízio com mais duas empresas.

Mas ainda precisa ser aprovado pelo Conselho Deliberativo na terça-feira. O fato é que se o BAP conseguir acertar o inédito trio de patrocinadores vai criar tendência violenta no mercado. E claro: um contrato de três anos com R$ 45 milhões já dá para cria um mínimo de planejamento possível para essa nova gestão.