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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Reforço para base do basquete e a velha questão do uso da Arena da Barra


Paulo Chupeta, agora cuidando da base, segue em busca de novos talentos para o basquete Rubro Negro. O ala/armador Felipe, de 18 anos, que defendeu as cores do Energia Basquete de Criciúma, reforçará o Flamengo na disputa do NBB sub-20, que deve acontecer logo depois do campeonato dos adultos e do campeonato juvenil.

Ele se junta a outros jovens promessas, como: Fred Varejinho, Gege, Max, Marcelão, Guilherme, Luiz e Ricardo.

"O Felipe é um atleta diferenciado, com certeza foi uma bela contração do Flamengo; eu como técnico não queria jamais tê-lo perdido, mas infelizmente não tivemos como segurar", afirmou Chiaretto Costa, técnico da ex-equipe juvenil do recém contratado.



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Uma parte da obra do ginásio da Gávea foi concluída. Os tacos já foram colocados. Em breve o time poderá treinar no Hélio Maurício. (Confira ali nos marcadores "Estrutura", para acompanhar os passos da reforma)

Muitos ficaram espantandos com os 17 pagantes na partida contra o Araraquara na quarta-feira. Infelizmente a realidade por enquanto é essa. Não dá pra fugir dos jogos na Barra. A Arena HSBC é padrão mundial, excelente estrutura, piso perfeito para esporte de alto rendimento, claro que no caldeirão doTijuca seria o ideal para a torcida, lá aconteceu muitos jogos históricos, como a vitória contra o Boca Juniors pela semifinal da Liga Sul-Americana em 2008, mas para os jogadores é péssimo, o risco de contusão é grande.

Enquanto o Flamengo não tiver um ginásio próprio, ou até mesmo tentar ampliar o Hélio Maurício, por exemplo, uma arquibancada para cinco, sete mil torcedores, vamos ter que usar a Arena mesmo ou o Maracanãzinho. Não sei se seria possível fazer do ginásio uma Arena, porque tem as quadras de tênis ao lado.

Cabe a diretoria se esforçar para divulgar, desenvolver um trabalho com a torcida, mas vejo que é muito reduzido o marketing espefício para o basquete. São poucas as ações, quase nulas, será que não daria pra terceirizar pra Traffic não? rs

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

NBB, 20:30h: Minas TC x Flamengo - E ainda: estrutura na Gávea, divisões de base e um lance bizarro

O Flamengo não pára. Depois de chegar do México, a delegação já viajou para Belo Horizonte, e hoje entra em quadra às 20:30h, sem televisão, contra o Minas TC, para focar no último campeonato que restou da temporada, o NBB.

Jéfferson continua sendo o desfalque do time Rubro Negro. Marcelinho, que não disputou a última partida pela Liga das Américas, está confirmado para hoje.

O Rubro Negro voltou a liderança do campeonato depois da derrota do Brasília para o Limeira. O Flamengo tem apenas três derrotas, mas com apenas 12 jogos. Brasília e Pinheiros já tem quatro derrotas, Uberlândia e Franca tem cinco derrotas.

O time mineiro vem de duas vitórias em casa. Bateu o Araraquara e superou Franca depois de duas prorrogações. Minas ocupa a oitava colocação com oito vitórias em 15 jogos.

É hora da recuperação, foram quatro derrotas consecutivas, uma contra Franca pelo NBB e três pela Liga das Américas. O cansaço das viagens é latente, mas agora é dá o gás para chegar em primeiro lugar na fase de classificação e ter a vantagem do mando de quadra nas finais.



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Enquanto isso, o ginásio da Gávea segue sua reforma para melhorar a estrutura pros treinos. Os tacos já estão sendo colocados, e as novas tabelas da Gávea chegaram e o time já está usando nos treinos na Arena até o Hélio Maurício ficar pronto. O nosso pivô Átila Santos mostrou essas fotos pelo twitter.





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Saiu hoje no Globo Esporte uma interessante matéria com Paulo Chupeta, agora cuidando da base do Clube. Muito bom o Flamengo olhar com cuidado e estruturando as divisões de base com sala de vídeo, ajuda de custo para os garotos, e a parte da educação. Chupeta disse que até o meio do ano já estará bem avançado esse projeto.



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E ainda falando de Liga das Américas, pra quem não viu, veja esse lance bizarro do jogo entre Capitanes x Flamengo. Partida empatada, o time de Porto Rico com a posse de bola faltando 13 segundos, Ayuso chuta com o cronômetro já zerado, e o Fla perde o jogo. Que absurdo.

E a cara de desolado do Garcia é evidente.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Rumo ao bicampeonato! Entrevista exclusiva com Chupeta




O Flamengo estréia hoje na Liga Sul-Americana de basquete as 20:30 contra o Defensor Sporting, do Uruguai, no Ginásio Ciudad de Santiago del Estero. Em seguida jogam Quimsa da Argentina contra Malvin, do Uruguai. Nenhuma emissora de TV irá transmitir a competição.

O time volta a cidade onde foi campeão esse ano da Liga Sul-Americana, e sabe que a briga pelo título vai ser apertada e ainda mais complicada. O ala-pivô Jéfferson e o armador Fred desfalcam o elenco.

Esse é o grupo C da Liga Sul-Americana, considerado o grupo da morte por ter os dois finalistas da última competição. Pelo grupo A jogando em casa o primeiro colocado foi o Sionista da Argentina e o Universo ficou em segundo. No grupo B em Belo Horizonte o também argentino Libertad Sunchales classificou-se em primeiro e o Minas em segundo.

Essa quarta vaga para o melhor segundo colocado já é praticamente do Minas, que tem saldo de pontos de 122, enquanto o Universo acumulou saldo de 41. Por isso o Flamengo terá que brigar pelas três vitórias de qualquer maneira.

O Defensor é bem conhecido da torcida Rubro Negra pelo eliminação da Libertadores em 2007, e conta com dois americanos Dillon Sneed e Robbie Collum, e completam a base do time: Diego González, Sebastian Izaguirre e Diego Castrillon.
O time uruguaio na Liga Nacional conseguiu 10 vitórias em 12 rodadas, mas perdeu a última rodada para o Biguá por 83 x 72. O Biguá que estava no grupo B do Minas e foi eliminado perdendo duas partidas.



André Amaral e o jornalista Enéas Lima entrevistaram o treinador Paulo Chupeta:

Você está na Gávea desde 97, foi auxiliar do Mortari em 2000 quando o time foi vice-campeão, e assumiu a função de treinador no Nacional de 2007, qual a evolução do basquete Rubro Negro até hoje?

Chupeta: Foi uma evolução muito grande. Isso aconteceu devido aos investimentos da diretoria, que está fazendo um basquete de excelência. Os títulos ajudaram o clube a ter ainda mais respeito no cenário.


É uma dúvida de muitos torcedores. Como o Flamengo bicampeão brasileiro, atual campeão sul-americano, não consegue um patrocinador?

Chupeta: Essa prefiro deixar para que os diretores responsáveis por essa área respondam.


Muitos comentaristas de basquete defendem que o sucesso do Flamengo se deve tambem ao trabalho do João Batista na comissão técnica. Qual é a porcentagem do João no sucesso na armação defensiva e ofensiva da equipe?

Chupeta: Ele tem uma porcentagem muito grande. Ele faz o trabalho que eu fazia quando eu era auxiliar do Emanuel Bomfim. Peço o que tem de ser feito e ele procura executar. Ele é um estudioso do basquete e está buscando seu lugar ao sol, mas tem de esperar sua vez, assim como eu esperei a minha.


O Vitor Boccardo chegou e até agora nao conseguiu deslanchar na equipe. O Guilherme Teichmann que foi o grande destaque da Winner Limeira na ultima NBB, se destacou nas posições 3 e 4 e o Flamengo perdeu sua grande referencia no garrafão. O Flamengo não teria esquecido de contratar um jogador referencia nesta posição? Não é risco jogar toda a pressão para o Coloneze, Alírio e Vagner?

Chupeta: O Vitor está se readaptando ao Brasil, pois estava no basquete americano, que é de muito contato. Já Coloneze, Vagner e Alírio são jogadores experientes e que participaram do último título. Eles não têm a mesma força do Baby e se formos contratar iríamos atrás de um estrangeiro, seria muito caro e inviável.


O Flamengo em alguns jogos atuou com o Duda como armador principal da equipe. É uma novidade do Flamengo nesta temporada colocar o Eduardo Machado, o grande Duda, atuando nessa posição 1?

Chupeta: Posso utilizar o Duda como 1 sim, pois ele foi para a Seleção na Copa América nessa posição, mas não é uma novidade, pois uso dois jogadores como armadores.


Qual é o peso do técnico na continuidade dessa hegemonia e qual a importância do torcedor na jornada da equipe de basquete do Flamengo?

Chupeta: O peso do técnico é passar as mensagens certas para os jogadores, trabalhar na área motivacional e saber buscar as palavras corretas na hora das instruções. Já a torcida é meu sexto jogador. Ela sabe apoiar na hora que o time está precisando. Uma coisa legal é quando eles gritam que o basquete é o orgulho da nação.


Como é lidar com toda essa instabilidade quando se fala de salários na Gávea?

Chupeta: É uma situação difícil, pois o comandante tem que estar equilibrado para passar tranqüilidade para os jogadores. Independentemente disso, temos de pensar em fazer uma boa temporada e com isso conseguirmos melhores contratos no ano seguinte. Temos sempre de manter o foco.


E para a torcida rubro-negra que acompanha o basquete, quais são os jovens das categorias de base do próprio Flamengo que podem surpreender até na próxima NBB?

Chupeta: No momento é o Ian. Em sete meses de convivência com o grupo evoluiu muito, tem o respeito de todos e foi bem aceito por todos.


Paulo Chupeta, pra você qual é a equipe que dará mais trabalho ao Flamengo na próxima NBB?

Chupeta: Os candidatos ao título são Brasília, Franca, Joinville, Minas e o Paulistano, que se reforçou com o Baby. Equipes intermediárias como Assis e São José podem surpreender.


A parceria Fla/HSBC Arena foi um sucesso nas finais do NBB, como está sendo a expectativa de usufruir toda a estrutura da Arena?

Chupeta: É um privilégio grande poder jogar na Arena. É o melhor piso do Brasil e virou um templo do basquete. As lesões diminuem por causa do bom piso e o grupo só tende a evoluir.


O time viaja domingo para Argentina, mais uma vez para Santiago Del Estero e toda aquela pressão que foi a espetacular final esse ano. Como analisa o grupo do Flamengo formado por Defensor Sporting, Quimsa e Malvín?

Chupeta: O Quimsa se reforçou bem e contratou Roman e Tintorelli, joga em casa, está patrocinando esta fase e quer uma revanche contra o Flamengo. Já o Defensor tem o técnico da seleção uruguaia e tem dois americanos. Quanto ao Malvín temos poucas informações, mas vem bem no campeonato uruguaio.


Qual o jogo que você guarda na memória, aquele que você não esquece?

Chupeta: São duas partidas. A vitória na final do Carioca de 2005 sobre o Telemar, que foi meu primeiro título no comando do Flamengo e o último jogo contra o Brasília, ano passado pelo NBB. Estava faltando 18 segundos para o fim e pensava em quantas pessoas estávamos fazendo felizes. Quando o Marcelinho levantou o troféu foi de arrepiar, muito emocionante

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Entrevista com o treinador Paulo Chupeta


O blog "passandoabola" fez uma entrevista exclusiva com o treinador Rubro Negro Paulo Chupeta, na preparativa para o 4° jogo da final da LNB. O Flamengo está a um jogo do bicampeonato.

Chupeta está no Flamengo desde 1997, e é tetracampeão estadual, atual campeão brasileiro e sul-americano.

PASSANDO A BOLA: Esses sete dias de pausa na série podem fazer bem para o Flamengo ou acabar esfriando a equipe?


PAULO CHUPETA: Acho que vai ajudar, porque após cada vitória a empolgação domina o ser humano e com isso você perde um pouco o foco. Por isso que veio a calhar. Já treinamos hoje e queremos chegar com tudo em Brasília.




PB: Qual a melhor tática para vencer o quarto jogo da série no estádio Nilson Nelson?

PC: Vamos entrar com a mesma atitude do terceiro quarto de domingo. Temos que jogar com a segurança de ter duas chances para ser campeão, mas com a atitude para vencer já neste domingo em Brasília.


PB: Você está preocupado com o baixo rendimento do pivô Baby nas duas últimas partidas?


PC: São momentos. No primeiro jogo no Rio ninguém foi bem e no segundo jogo o Baby estava muito bem, mas levou uma técnica e esfriou. Acabou voltando bem na marcação no terceiro quarto.