Após a expectativa de quatro anos, a busca por todas as licenças municipais, estaduais, órgãos e institutos, além da autorização do executivo carioca para a operação comercial no local, o McDonald's esfriou, e agora o Flamengo busca empresas para bancar os R$ 30 milhões da construção.
Confira reportagem completa em O Globo dessa terça-feira:
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terça-feira, 14 de agosto de 2018
sexta-feira, 13 de abril de 2018
Arena na Gávea: governador do Rio regulariza o espaço da Gávea para utilização comercial
Na novela para levar à votação no Conselho Deliberativo a Arena na Gávea e iniciar a obra, o Flamengo conseguiu avançar mais um capítulo.
O governador do Rio de Janeiro assinou, nesta quinta-feira, o termo de regularização da cessão do espaço. Não se trata de autorização. Isto porque o terreno da sede foi obtido nos anos 30 para fins somente esportivo, impedindo qualquer forma comercial no local, como seria o caso da instalação de um ponto de venda do McDonalds, em contrapartida para a construção da Arena.
O clube já tem em mãos todas as licenças necessárias para levar à votação no Conselho Deliberativo, no entanto, enfrenta dificuldade para resolver o entrave da garantia financeira que o Mc Donalds quer caso a obra seja paralisada por liminares na justiça ou por decisão administrativa.
Com o aforamento correto em mãos, o Flamengo agora oferece ao Mc Donalds um risco bem menor do que antes de não conseguir utilizar o espaço e obter o retorno do investimento.
E abre um leque para empresas de academia, bares e restaurantes investirem na Gávea, e diminuir o rombo de uma sede mal utilizada - que custou R$ 10 milhões aos cofres do futebol no ano passado, e que fica localizada em um dos pontos mais nobres e caros do Rio.
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
Basquete, pré-temporada, erros e Arena Multiuso: um papo com Alexandre Póvoa
Às vésperas do Flamengo iniciar mais uma temporada, o blog entrou em contato com o vice-presidente de esportes olímpicos, Alexandre Póvoa, para uma entrevista sobre os principais assuntos.
Confira:
O Flamengo começa a temporada na próxima semana. Após quatro títulos brasileiros seguidos, o basquete não levantou nenhum troféu. O que mudou de planejamento para essa temporada que começa? O que foi feito de errado - ou que não deu certo em 2016/2017 e não pode acontecer para 2017/2018?
Antes de entrar na resposta em si, apenas uma correção. Disputamos somente dois campeonatos na temporada 2016/17: O Estadual e a NBB. Ganhamos um e perdemos outro. Mas foi um ano realmente esquisito, muita coisa deu errado.
Primeiro aquele Estadual deprimente, com a FBERJ mudando local de partidas na véspera como se fosse um torneio amador e com duas partidas finais com portões fechados e WO na última. Um verdadeiro desserviço ao esporte, péssimo exemplo. Até hoje o nosso adversário que não compareceu à final não foi denunciado, para vermos o nível da coisa.
Graças à irresponsabilidade da CBB, ficamos fora da Liga das Américas. Um verdadeiro paradoxo que, exatamente o C.R. do Flamengo, que ganhador de diversos prêmios de governança corporativa nos últimos anos, tenha ficado fora da competição mais importante do ano exatamente pela má gestão alheia. Essa não-participação abalou muito todos nós. Foi um baque no grupo que estava super-motivado para a competição. Vínhamos de quatro conquistas de NBB seguidas e a última derrota na Liga das Américas, naquele jogo contra o Bauru (o pior episódio do basquete rubro-negro nos últimos 5 anos) em Barquismeto, estava engasgada (e continua) na nossa garganta. Sem dúvida, ganhar a Liga das Américas para voltarmos a disputar a Copa Intercontinental era o objetivo maior do clube.
Portanto, afirmo que a não participação na Liga das Américas ajudou a quebrar o nosso planejamento. Mesmo assim, fomos para a NBB e conquistamos o primeiro lugar na fase de classificação (pela quarta vez dos últimos cinco anos – engraçado, o melhor time que tivemos ficou em terceiro lugar na temporada de 2014/15). Ganhamos as duas primeiras partidas do playoff e veio a desclassificação inesperada com 3 derrotas seguidas, sendo duas dentro de casa.
Inaceitável, não tem desculpa. Evidentemente houve erros de todas as partes. Vamos a eles: Primeiro, a data de apresentação da equipe no final de agosto, por conta das Olimpíadas. Fizemos isso porque não tínhamos quadra (estava sendo usada pela NBA) e parte da Comissão Técnica estava nos Jogos. Acreditamos que o tempo de preparação para a temporada seria suficiente. Erramos.
Além disso, para prestigiar a LNB - e porque havíamos contratado jogadores sub-22 para rejuvenescer a equipe - aceitamos disputar a LDB em um sistema exaustivo fisicamente, com vários jogos em dias seguidos. O time não estar preparado – começou a treinar tarde também - o que colaborou para uma série de contusões que atrapalharam muito nossa temporada.
Além disso, um jogador adulto se apresentou machucado. Foi punido, mas de nada adiantou, o prejuízo ao grupo estava dado. Outro atleta, o Fischer, também sofreu com contusões durante o ano, muito além do que a nossa comissão técnica havia projetado.
Além disso, erramos no nome da contratação pontual de janeiro. Tínhamos uma ideia técnica e tática e o atleta não correspondeu. Não temos o menor problema de reconhecer isso.
Mesmo assim, com todos os erros, ficamos em primeiro na fase de classificação. Ganhamos os dois primeiros jogos e acho que nosso erro maior foi no terceiro jogo, quando o time achou que poderia “ter vencido quando quisesse”. Faltou um pouco de humildade ali. Depois, Pinheiros ganhou moral e não conseguimos mais jogar. Faltou também sangue nos olhos, sem querer tirar o mérito do adversário, não podemos aceitar aquelas derrotas como normais.
Nesse ano, começamos a treinar no dia 01/08. Abrimos mão do Campeonato Carioca que, para ser disputado naquela tensão de torcida única e sem os ginásios olímpicos, é melhor que seja cancelado mesmo. Estamos fazendo uma pré-temporada muito mais intensa. Conversamos com a Comissão Técnica e lavamos a roupa suja e todos reconheceram os seus erros, do roupeiro ao Vice Presidente.
Nosso time tinha uma defesa muito vulnerável no ano passado. Tentamos corrigir isso na formação do elenco para a atual temporada. Alguns jogadores foram dispensados para abrir espaço para novos nomes. Após perdermos, depois de tanto tempo, precisávamos oxigenar o elenco com jogadores com características mais defensivas.
O mais importante: Os adversários conseguiram, depois de quatro anos, ganhar da gente. A sede de vitórias tem que ser dobrada nesse ano. Se existia algum motivo para acomodação, ele acabou no encerramento do jogo contra o Pinheiros no Tijuca, que marcou aquela dura eliminação. Temos que reconquistar o que é nosso de direito, já que o Flamengo tem que ganhar sempre. O primeiro desafio é o Sul Americano.
De que forma, como foi feita a avaliação, a observação, a análise do basquete Rubro Negro para chegar às contratações do Arthur Pecos, David Cubillan e MJ Rhett. Fale sobre esses jogadores, por gentileza.
Desde a saída do Nico, temos tido problemas no setor de armação. Não achamos que o Rafa Luz tenha feito uma grande temporada em 2015/16. No ano passado, trouxemos o Fischer para resolver e ele simplesmente não conseguiu jogar com problemas físicos recorrentes. Resolvemos priorizar a posição, por isso, priorizamos a vinda do Pecos, que veio sendo observado durante muito tempo e o Cubillan, atleta conhecido que jogou as Olimpíadas e ainda por cima teve referências excelentes (técnicas e pessoais) do Rubem Magnano, que o treinou no Trotamundos da Venezuela.
O MJ Rhet foi indicado a partir de conversas com uma rede de técnicos estrangeiros com quem nossa Comissão Técnica mantém contato. Passamos a observá-lo em vários jogos no Campeonato da República Dominicana e ficamos bastante impressionados com a explosão dele. É um jogador diferente, tem 25 anos, com sonhos ainda grandiosos. Ambição é tudo que queremos, saindo da mesmice de trazer jogadores norte-americanos mais velhos. Vai dar certo.
Cabe lembrar que, antes de contratarmos, além da decisão técnica, fazemos uma intensa pesquisa sobre o jogador com treinadores, atletas e pessoas que o conhecem o atleta pessoalmente. Sempre procuramos falar também com os próprios jogadores, a despeito do empresário. Quanto a isso, posso me orgulhar de dizer que em 5 anos, podemos até ter tido decepção com atletas contratados dentro da quadra, mas nunca erramos em relação ao profissionalismo de cada um.
Aliás, para não dizer que toda regra não tem uma exceção, vou contar um segredo: o único jogador estrangeiro que nos deu alguma dor de cabeça nesse tempo todo (nada grave...) foi o Derick Caracter em 2014. Acho que para uma temporada inteira, não daria. Mas fazendo aquela primeiro jogo excelente que realizou contra o Maccabi Tel Aviv, está totalmente perdoado! Sem ele, não teríamos sido campeões mundiais.
O Flamengo sofreu com problemas físicos de alguns jogadores na temporada passada. Humberto, que continua, foi um dos que não conseguiu jogar. Qual o planejamento e a expectativa para esse jogador?
Que ele seja o Humberto do Pinheiros da temporada de 2015/16, que o levou à seleção brasileira e à nossa contratação. Um ótimo marcador e um atleta que, jogando de 2 ou de 1 pode, com sua força física, desequilibrar a defesa adversária. Demos todo o apoio a ele em sua recuperação em uma temporada em que não teve sorte. Chegou a hora de ele responder. Ele está seguindo o planejamento individualizado da comissão técnica para fazer uma grande temporada. Chegou a hora de ele mostrar que pode fazer sucesso em um clube como o Flamengo. Confiamos nele e ele será cobrado por isso.
Pilar será o próximo e último reforço?
Essa eu passo. Só comentamos qualquer dispensa ou contratação “quando e se” efetivamente ocorrer. Até por respeito ao grupo.
Além do torneio no Peru, como o Flamengo vai se preparar para chegar bem na disputa pela Liga Sul-Americana?
Continuaremos treinando forte nos próximos 15 dias para entrosar os novos reforços. Nos dia 26 e 27/09 faremos dois amistosos contra o Vitória na Gávea. Seria melhor que nossa chave fosse um pouco mais para frente em outubro, mas não podemos escolher. Vamos com tudo para a Colômbia para trazer uma das duas vagas.
O San Lorenzo foi para a Espanha disputar contra Real Madrid e Barcelona. O que falta para o Flamengo chegar lá? Ou até organizar quadrangulares ou torneios amistosos desse nível?
Seria espetacular, tal qual fizemos os jogos da pré-temporada da NBA. Vou contar outro segredo que poucos sabem: nesse ano, iríamos de novo para os Estados Unidos, éramos a equipe escolhida da América do Sul. Infelizmente, o convite não se concretizou por conta do problema da CBB, já que a NBA e a FIBA tem um pacto de boa convivência. Isso é mais uma parte do incalculável prejuízo que essa maldita suspensão causou ao Flamengo.
Quanto a ir jogar por conta própria na Europa ou organizar torneios no Brasil, seria fantástico, tudo isso passa por orçamento. Precisamos do Marketing. Espero termos recursos no próximo ano.
Por fim, teremos em setembro a votação da Arena Multiuso na Gávea pelo CODE?
O Mc Donald´s está, já há dois meses, em um já longo processo de due diligence no Flamengo, trocando dezenas de documentos, o que é comum e mandatório nessas parcerias de longo prazo, sobretudo no caso de empresas multinacionais.
Acreditamos que essa parceria já esteja selada em mais 20/30 dias e, ao longo do mês de outubro, o contrato possa ser apreciado e votado no CODE. Não temos como precisar datas porque o processo não depende apenas de nós, mas o mais importante é que os termos do acordo já estão alinhados entre as duas partes, o que é mais importante, mas estamos seguindo a burocracia.
Continuamos na expectativa de que no começo de 2018 o sonho da nossa Arena Multiuso comece a sair do chão.
Confira:
O Flamengo começa a temporada na próxima semana. Após quatro títulos brasileiros seguidos, o basquete não levantou nenhum troféu. O que mudou de planejamento para essa temporada que começa? O que foi feito de errado - ou que não deu certo em 2016/2017 e não pode acontecer para 2017/2018?
Antes de entrar na resposta em si, apenas uma correção. Disputamos somente dois campeonatos na temporada 2016/17: O Estadual e a NBB. Ganhamos um e perdemos outro. Mas foi um ano realmente esquisito, muita coisa deu errado.
Primeiro aquele Estadual deprimente, com a FBERJ mudando local de partidas na véspera como se fosse um torneio amador e com duas partidas finais com portões fechados e WO na última. Um verdadeiro desserviço ao esporte, péssimo exemplo. Até hoje o nosso adversário que não compareceu à final não foi denunciado, para vermos o nível da coisa.
Graças à irresponsabilidade da CBB, ficamos fora da Liga das Américas. Um verdadeiro paradoxo que, exatamente o C.R. do Flamengo, que ganhador de diversos prêmios de governança corporativa nos últimos anos, tenha ficado fora da competição mais importante do ano exatamente pela má gestão alheia. Essa não-participação abalou muito todos nós. Foi um baque no grupo que estava super-motivado para a competição. Vínhamos de quatro conquistas de NBB seguidas e a última derrota na Liga das Américas, naquele jogo contra o Bauru (o pior episódio do basquete rubro-negro nos últimos 5 anos) em Barquismeto, estava engasgada (e continua) na nossa garganta. Sem dúvida, ganhar a Liga das Américas para voltarmos a disputar a Copa Intercontinental era o objetivo maior do clube.
Portanto, afirmo que a não participação na Liga das Américas ajudou a quebrar o nosso planejamento. Mesmo assim, fomos para a NBB e conquistamos o primeiro lugar na fase de classificação (pela quarta vez dos últimos cinco anos – engraçado, o melhor time que tivemos ficou em terceiro lugar na temporada de 2014/15). Ganhamos as duas primeiras partidas do playoff e veio a desclassificação inesperada com 3 derrotas seguidas, sendo duas dentro de casa.
Inaceitável, não tem desculpa. Evidentemente houve erros de todas as partes. Vamos a eles: Primeiro, a data de apresentação da equipe no final de agosto, por conta das Olimpíadas. Fizemos isso porque não tínhamos quadra (estava sendo usada pela NBA) e parte da Comissão Técnica estava nos Jogos. Acreditamos que o tempo de preparação para a temporada seria suficiente. Erramos.
Além disso, para prestigiar a LNB - e porque havíamos contratado jogadores sub-22 para rejuvenescer a equipe - aceitamos disputar a LDB em um sistema exaustivo fisicamente, com vários jogos em dias seguidos. O time não estar preparado – começou a treinar tarde também - o que colaborou para uma série de contusões que atrapalharam muito nossa temporada.
Além disso, um jogador adulto se apresentou machucado. Foi punido, mas de nada adiantou, o prejuízo ao grupo estava dado. Outro atleta, o Fischer, também sofreu com contusões durante o ano, muito além do que a nossa comissão técnica havia projetado.
Além disso, erramos no nome da contratação pontual de janeiro. Tínhamos uma ideia técnica e tática e o atleta não correspondeu. Não temos o menor problema de reconhecer isso.
Mesmo assim, com todos os erros, ficamos em primeiro na fase de classificação. Ganhamos os dois primeiros jogos e acho que nosso erro maior foi no terceiro jogo, quando o time achou que poderia “ter vencido quando quisesse”. Faltou um pouco de humildade ali. Depois, Pinheiros ganhou moral e não conseguimos mais jogar. Faltou também sangue nos olhos, sem querer tirar o mérito do adversário, não podemos aceitar aquelas derrotas como normais.
Nesse ano, começamos a treinar no dia 01/08. Abrimos mão do Campeonato Carioca que, para ser disputado naquela tensão de torcida única e sem os ginásios olímpicos, é melhor que seja cancelado mesmo. Estamos fazendo uma pré-temporada muito mais intensa. Conversamos com a Comissão Técnica e lavamos a roupa suja e todos reconheceram os seus erros, do roupeiro ao Vice Presidente.
Nosso time tinha uma defesa muito vulnerável no ano passado. Tentamos corrigir isso na formação do elenco para a atual temporada. Alguns jogadores foram dispensados para abrir espaço para novos nomes. Após perdermos, depois de tanto tempo, precisávamos oxigenar o elenco com jogadores com características mais defensivas.
O mais importante: Os adversários conseguiram, depois de quatro anos, ganhar da gente. A sede de vitórias tem que ser dobrada nesse ano. Se existia algum motivo para acomodação, ele acabou no encerramento do jogo contra o Pinheiros no Tijuca, que marcou aquela dura eliminação. Temos que reconquistar o que é nosso de direito, já que o Flamengo tem que ganhar sempre. O primeiro desafio é o Sul Americano.
De que forma, como foi feita a avaliação, a observação, a análise do basquete Rubro Negro para chegar às contratações do Arthur Pecos, David Cubillan e MJ Rhett. Fale sobre esses jogadores, por gentileza.
Desde a saída do Nico, temos tido problemas no setor de armação. Não achamos que o Rafa Luz tenha feito uma grande temporada em 2015/16. No ano passado, trouxemos o Fischer para resolver e ele simplesmente não conseguiu jogar com problemas físicos recorrentes. Resolvemos priorizar a posição, por isso, priorizamos a vinda do Pecos, que veio sendo observado durante muito tempo e o Cubillan, atleta conhecido que jogou as Olimpíadas e ainda por cima teve referências excelentes (técnicas e pessoais) do Rubem Magnano, que o treinou no Trotamundos da Venezuela.
O MJ Rhet foi indicado a partir de conversas com uma rede de técnicos estrangeiros com quem nossa Comissão Técnica mantém contato. Passamos a observá-lo em vários jogos no Campeonato da República Dominicana e ficamos bastante impressionados com a explosão dele. É um jogador diferente, tem 25 anos, com sonhos ainda grandiosos. Ambição é tudo que queremos, saindo da mesmice de trazer jogadores norte-americanos mais velhos. Vai dar certo.
Cabe lembrar que, antes de contratarmos, além da decisão técnica, fazemos uma intensa pesquisa sobre o jogador com treinadores, atletas e pessoas que o conhecem o atleta pessoalmente. Sempre procuramos falar também com os próprios jogadores, a despeito do empresário. Quanto a isso, posso me orgulhar de dizer que em 5 anos, podemos até ter tido decepção com atletas contratados dentro da quadra, mas nunca erramos em relação ao profissionalismo de cada um.
Aliás, para não dizer que toda regra não tem uma exceção, vou contar um segredo: o único jogador estrangeiro que nos deu alguma dor de cabeça nesse tempo todo (nada grave...) foi o Derick Caracter em 2014. Acho que para uma temporada inteira, não daria. Mas fazendo aquela primeiro jogo excelente que realizou contra o Maccabi Tel Aviv, está totalmente perdoado! Sem ele, não teríamos sido campeões mundiais.
O Flamengo sofreu com problemas físicos de alguns jogadores na temporada passada. Humberto, que continua, foi um dos que não conseguiu jogar. Qual o planejamento e a expectativa para esse jogador?
Que ele seja o Humberto do Pinheiros da temporada de 2015/16, que o levou à seleção brasileira e à nossa contratação. Um ótimo marcador e um atleta que, jogando de 2 ou de 1 pode, com sua força física, desequilibrar a defesa adversária. Demos todo o apoio a ele em sua recuperação em uma temporada em que não teve sorte. Chegou a hora de ele responder. Ele está seguindo o planejamento individualizado da comissão técnica para fazer uma grande temporada. Chegou a hora de ele mostrar que pode fazer sucesso em um clube como o Flamengo. Confiamos nele e ele será cobrado por isso.
Pilar será o próximo e último reforço?
Essa eu passo. Só comentamos qualquer dispensa ou contratação “quando e se” efetivamente ocorrer. Até por respeito ao grupo.
Além do torneio no Peru, como o Flamengo vai se preparar para chegar bem na disputa pela Liga Sul-Americana?
Continuaremos treinando forte nos próximos 15 dias para entrosar os novos reforços. Nos dia 26 e 27/09 faremos dois amistosos contra o Vitória na Gávea. Seria melhor que nossa chave fosse um pouco mais para frente em outubro, mas não podemos escolher. Vamos com tudo para a Colômbia para trazer uma das duas vagas.
O San Lorenzo foi para a Espanha disputar contra Real Madrid e Barcelona. O que falta para o Flamengo chegar lá? Ou até organizar quadrangulares ou torneios amistosos desse nível?
Seria espetacular, tal qual fizemos os jogos da pré-temporada da NBA. Vou contar outro segredo que poucos sabem: nesse ano, iríamos de novo para os Estados Unidos, éramos a equipe escolhida da América do Sul. Infelizmente, o convite não se concretizou por conta do problema da CBB, já que a NBA e a FIBA tem um pacto de boa convivência. Isso é mais uma parte do incalculável prejuízo que essa maldita suspensão causou ao Flamengo.
Quanto a ir jogar por conta própria na Europa ou organizar torneios no Brasil, seria fantástico, tudo isso passa por orçamento. Precisamos do Marketing. Espero termos recursos no próximo ano.
Por fim, teremos em setembro a votação da Arena Multiuso na Gávea pelo CODE?
O Mc Donald´s está, já há dois meses, em um já longo processo de due diligence no Flamengo, trocando dezenas de documentos, o que é comum e mandatório nessas parcerias de longo prazo, sobretudo no caso de empresas multinacionais.
Acreditamos que essa parceria já esteja selada em mais 20/30 dias e, ao longo do mês de outubro, o contrato possa ser apreciado e votado no CODE. Não temos como precisar datas porque o processo não depende apenas de nós, mas o mais importante é que os termos do acordo já estão alinhados entre as duas partes, o que é mais importante, mas estamos seguindo a burocracia.
Continuamos na expectativa de que no começo de 2018 o sonho da nossa Arena Multiuso comece a sair do chão.
terça-feira, 11 de julho de 2017
Curtinhas: Arena da Gávea
Após um certo impasse, pois o Mc Donald's não queria correr o risco de erguer o ginásio e depois ficar impedido, por alguma liminar ou decisão judicial, de construir sua loja anexo à arena, clube e empresa chegaram a um consenso.
O Flamengo ofereceu contrapartidas em caso de impedimento legal, que foram aceitas pelo Mc Donald's.
Agora é a fase operacional, de troca de documentos, com a participação da assessoria jurídica de ambas as partes.
Com o acordo finalizado, o contrato será levado para apreciação no Conselho Deliberativo.
Enquanto isso o mercado do basquete segue agitado. Confira todas as informações atualizadas.
sexta-feira, 23 de junho de 2017
Arena da Gávea: diretoria levará à votação no CoDe
Boas novidades referentes à Arena Poliesportiva na Gávea.
O Flamengo encaminhou a negociação e ajustou os termos com o Mc Donalds.
E muito em breve o clube levará à votação no Conselho Deliberativo.
O Flamengo encaminhou a negociação e ajustou os termos com o Mc Donalds.
E muito em breve o clube levará à votação no Conselho Deliberativo.
terça-feira, 16 de maio de 2017
Curtinhas: Arena da Gávea e patrocínio para o basquete
ARENA MULTIUSO
Após obter todas as licenças depois de mais de quatro anos entre idas e vindas com o poder público e alterações de projetos, o Flamengo finalizou os termos do contrato com o Mc Donalds.
Porém, a empresa quer garantias para o caso de construir a arena e depois ser impedida de utilizar a loja em frente por algum questionamento jurídico (ações populares, liminares...).
Chegando a um consenso, o projeto será levado à votação no Conselho Deliberativo. A expectativa é ter uma definição ainda neste mês.
TIM
Na semana passada a TIM entrou com toda documentação junto ao governo do Rio de Janeiro para renovar o patrocínio e pagar os R$ 11 milhões do projeto do basquete, via ICMS, visando a próxima temporada.
Com isso, resta agora o andamento do poder público para o déficit dos esportes olímpicos ser coberto.
No ano passado o rombo foi de R$ 5,8 milhões e no primeiro trimestre de 2017 de R$ 3,2 milhões, totalizando R$ 9 milhões.
O ano fiscal do basquete é entre agosto e julho do ano seguinte. Por isso o clube adianta o recurso para o esporte e, quando o trâmite do patrocínio do incentivo fiscal é finalizado pelo governo do estado, a grana é devolvida.
Após obter todas as licenças depois de mais de quatro anos entre idas e vindas com o poder público e alterações de projetos, o Flamengo finalizou os termos do contrato com o Mc Donalds.
Porém, a empresa quer garantias para o caso de construir a arena e depois ser impedida de utilizar a loja em frente por algum questionamento jurídico (ações populares, liminares...).
Chegando a um consenso, o projeto será levado à votação no Conselho Deliberativo. A expectativa é ter uma definição ainda neste mês.
TIM
Na semana passada a TIM entrou com toda documentação junto ao governo do Rio de Janeiro para renovar o patrocínio e pagar os R$ 11 milhões do projeto do basquete, via ICMS, visando a próxima temporada.
Com isso, resta agora o andamento do poder público para o déficit dos esportes olímpicos ser coberto.
No ano passado o rombo foi de R$ 5,8 milhões e no primeiro trimestre de 2017 de R$ 3,2 milhões, totalizando R$ 9 milhões.
O ano fiscal do basquete é entre agosto e julho do ano seguinte. Por isso o clube adianta o recurso para o esporte e, quando o trâmite do patrocínio do incentivo fiscal é finalizado pelo governo do estado, a grana é devolvida.
quarta-feira, 5 de abril de 2017
Basquete e Arena da Gávea, por Alexandre Póvoa
O blog entrou em contato com o vice-presidente de esportes olímpicos Alexandre Póvoa, para comentar sobre a atuação do basquete Rubro Negro na fase de classificação e o andamento da Arena para os esportes olímpicos da Gávea.
Confira:
BASQUETE
A temporada foi de superação, diferente de todas as outras. Primeiro, perdemos 40% do orçamento por conta da perda do patrocinador (que não foi reposto) e tivemos que adaptar esse déficit à política de contratações. Esperamos ter novidades em breve sobre a questão do patrocínio. Mas acabou sendo bom por outro aspecto, porque eu e o Marcelo Vido conseguimos implementar o que queríamos já a algum tempo e não estávamos conseguindo por diversas razões: O rejuvenescimento do time, que hoje tem média de 25 anos, formando o grupo com o seguinte critério: 1/3 de uma faixa de idade mais experiente (Marcelo, JP , Olivinha e Marquinhos), 1/3 de meia idade, no auge físico e técnico (Ramon, Fischer, Mineiro) e um 1/3 de um grupo mais jovem que iria dar muita força física ao time (Humberto, Lelê, Pedrinho, e Léo Bispo que trouxemos de fora, além da garotada da casa, como o João Vitor e Danilo). Como de hábito, apertamos ainda mais o orçamento para, com a economia no começo da temporada, trazer um estrangeiro em janeiro (por motivo de contusão ou para suprir alguma lacuna técnica/tática que observássemos). Esse foi o planejamento inicial, mas há situações que não conseguimos controlar.
Primeiro, infelizmente, a nossa participação na LDB acabou se tornando altamente prejudicial. Primeiro, perdemos o Pedrinho por contusão muscular e, já, na volta, o Humberto por fratura por stress (duas vezes) e o Lelê (contusão de joelho).
Some-se a isso o acidente doméstico que levou o Rafael Mineiro a se apresentar contundido no começo da temporada, além da inesperada dificuldade (readaptação muscular) que o Ricardo Fischer viveu para voltar a jogar após a operação no joelho (zero de problema no local), tendo sofrido três lesões na coxa.
Enfim, tivemos que improvisar bastante dentro da quadra e, nesse caso, o grupo mais experiente e a garotada (alguns que nem figuram entre os 12 hoje) seguraram a onda de forma brilhante. Enfrentamos aquele “inferno” (briga de torcidas, organização da FERJ, WO) no Campeonato Carioca e vencemos mesmo muito desfalcados.
Fomos injustamente alijados da Liga das Américas, o que para nós representou um misto de revolta e decepção. Era o principal objetivo da temporada. Lembrando que o Guaros de Lara venceu a competição. Estamos engasgados até hoje por conta daquela derrota inacreditável (por culpa inteiramente nossa) para Bauru na semifinal da LDA passada. Tínhamos totais condições de vencer de novo, lembrando que o San Lorenzo, que seria o favorito na ausência dos times brasileiros, nem chegou ao Final Four. Enfim, pagamos um preço enorme por estarmos inseridos de direito, mesmo com a LNB completamente independente de fato, no sistema apodrecido de federações e confederações no Brasil. Lembraremos sempre 2016 como o ano em que sofremos e brigamos o tempo todo com a FBERJ no Campeonato Carioca e fomos engolidos pela irresponsabilidade da CBB. Repito: o Flamengo tem a obrigação de liderar essas mudanças no esporte nacional, enfrentando o status quo vigente.
Entramos na NBB e fizemos um primeiro turno excelente e até surpreendente pelos desfalques de alguns jogadores importantes. Trouxemos, conforme planejamento, um reforço para a posição de pivô para o começo do segundo turno, obedecendo aos critérios costumeiros que levam em conta o perfil de atleta e pessoal (a partir de uma realidade financeira mais modesta). Aos poucos, os jogadores foram se recuperando e voltando, mas paradoxalmente tivemos duas semanas em janeiro muito desfavoráveis, perdendo 4 jogos em 5 (alguns de forma inacreditável). Mas pela nossa experiência recente, essas fases complicadas (com diferentes características) ocorreram em todas as temporadas e a reversão vem pela fórmula de sempre: muito treino, papo e confiança; crescemos novamente e atingimos o primeiro lugar da fase de classificação (quarta vez nos últimos cinco anos). Depois de enormes dificuldades na temporada, foi um grande feito, mas é claro que, em se tratando de Flamengo, consiste apenas em um primeiro passo.
Há muito a se evoluir para chegarmos bem aos playoffs. A defesa precisa melhorar bastante, estamos tomando pontos dos adversários acima de uma média aceitável. Todos tem a consciência de que precisamos “fechar” melhor as partidas quando estamos em vantagem e o adversário vem para o “tudo ou nada” nos minutos finais (temos arriscado vitórias praticamente certas). Podemos trabalhar também um equilíbrio maior entre o jogo externo e interno.
Enfim, o lado bom das contusões de uma temporada de provações foi que a equipe se fortaleceu como grupo. Hoje, diferente do passado, o time não é composto somente de 8 ou 10 jogadores, contamos com 12 atletas em totais condições de ajudar, cada um dentro do seu potencial e tempo equivalente de quadra. Alguns jovens tiveram mais espaço por conta das contusões – Lelê e Pedrinho são exemplos - e evoluíram muito. Ficamos bastante chateados pelas duas fraturas (no mesmo local) do Humberto, já que se trata de uma grande aposta nossa. Sua força pode ajudar muito na defesa e nas infiltrações no ataque, já que o seu estilo de jogo é muito complementar ao do resto da equipe. Esperamos que ele volte com tudo nos playoffs.
Enfim, sabemos que será novamente “Todos x Flamengo”, nada mais natural em um campeonato que só assiste a um vencedor nos últimos quatro anos. Além dos adversários sempre jogarem “a partida da vida” contra a gente, mesmo que inconscientemente, também a arbitragem quer mostrar que é “independente do mais forte”.
Tudo será difícil, e o caminho da tabela também é desafiador. Podemos pegar o Vasco nas quartas de finais para elevar ainda mais a adrenalina ou o Pinheiros, que é um time que cresceu demais nessa temporada. Depois, simplesmente devemos cruzar, se não houver nenhuma zebra, com Brasília ou Bauru, dois adversários super-tradicionais e fortes para chegarmos a mais uma final. Porém, o grupo sabe que, se jogarmos próximo ao nosso potencial, com todo o respeito aos adversários, seremos forte candidato ao penta seguido ou hexa alternado da NBB. Temos que nos impor com a força da nossa camisa e como equipe a ser batida. Quem deve sentir esse peso é o adversário e não a gente, porque nós é que somos Flamengo.
Como costumo falar a cada temporada com o grupo, “é impossível ganhar sempre. Mas deixemos para perder ano que vem”. Tem dado certo, mas é claro que a cada ano é mais difícil, mas confiamos plenamente no trabalho que está sendo desenvolvido pela comissão técnica e equipe.
ARENA OLÍMPICA DA GÁVEA
Conseguimos a aprovação total do projeto pela prefeitura (com todas as exigências e mudanças que foram pedidas pelos diversos órgãos) de nosso novo ginásio no ocaso da gestão Eduardo Paes, após 5 anos de muita luta que ultrapassou três mandatos de presidente do Flamengo. Apenas esclarecendo - Não é um "ginásio para o basquete do Flamengo", será a casa para todos os esportes olímpicos do clube.
O próximo passo foi a renegociação do contrato com a empresa que explorará direitos comerciais e construirá o ginásio. Os termos do acordo – valores e duração – teoricamente a parte mais complexa, já estão praticamente acertados, pendendo de pequenos detalhes.
Estamos em fase final da negociação das garantias, exigidas pela contraparte como potencial compensação futura de seu investimento, caso haja algum impedimento da empresa em operar sua loja no ginásio depois do projeto concluído. O Alexandre Wrobel, VP de Patrimônio, tem liderado as negociações, juntamente com o CEO do clube e a área financeira, com o meu suporte pelos Esportes Olímpicos. Estamos otimistas que, encerrada essa fase, estaremos prontos para levar o projeto e o contrato para a apreciação do Conselho Deliberativo do C.R. Flamengo para aprovação, onde sinceramente, após tanta luta, torço para que não encontremos oposição ao projeto.
Passada a etapa do Conselho, vamos para a construção, que tem o prazo estimado de 15-18 meses. Sonho em assistir, sentado como torcedor na arquibancada da nossa nova Arena, ao Orgulho da Nação no NBB 11 e, quem sabe, também partidas de equipes de alto rendimento também de vôlei e futsal do nosso Mengão, além de competições do nosso judô e ginástica artística também ali. Será a casa tão sonhada dos nossos esportes olímpicos e, se der jeito, a gente até coloca até o remo e os esportes aquáticos lá também (rs).
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
URGENTE: Arena da Gávea está oficialmente liberada
Após quatro anos de muita luta, a Arena na Gávea para os esportes olímpicos está oficialmente liberada.
É o que informa o vice-presidente da pasta, Alexandre Póvoa.
O Flamengo acabou de receber as licenças derradeiras do prefeito Eduardo Paes neste começo de noite.
Em seguida à liberação formal e cumprimento das últimas exigências combinadas, todo o projeto será formatado para ser levado ao Conselho Deliberativo para as devidas discussões e aprovações internas, o que deve acontecer em janeiro.
A previsão é que a obra comece em abril do ano que vem e esteja finalizada no final de 2018. A arena é um investimento completamente privado - R$ 30 milhões serão financiados pelo McDonald's e a capacidade será de 3.500 lugares.
Parabéns a todos os envolvidos, especialmente a dois Alexandres: Póvoa e Wrobel.
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Arena na Gávea: só falta a liberação do alvará
Segundo andamento no site da Secretaria Municipal de Urbanismo, todas as pendências para liberar a Arena na Gávea já foram cumpridas, restando agora apenas a liberação do alvará, ou, na prática, a assinatura do prefeito.
Confira:
Confira:
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Segundo Ancelmo Gois, a Arena está liberada. Porém, Flamengo ainda não recebeu o comunicado oficial
Segundo nota na coluna do Ancelmo Gois desta quinta-feira, em O Globo, o prefeito do Rio Eduardo Paes autorizou na terça-feira a execução do projeto da Arena Multiuso na Gávea:
Durante o dia, pelo twitter, o prefeito publicou um ofício para o Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural, de agosto e sem data:
Entretanto, segundo andamento do processo na Secretaria Municipal de Urbanismo, o projeto segue em trâmite:
Na Gávea, a diretoria afirmou que não recebeu ainda não oficial. E nada consta no Diário Oficial fluminense.
Durante o dia, pelo twitter, o prefeito publicou um ofício para o Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural, de agosto e sem data:
Entretanto, segundo andamento do processo na Secretaria Municipal de Urbanismo, o projeto segue em trâmite:
Na Gávea, a diretoria afirmou que não recebeu ainda não oficial. E nada consta no Diário Oficial fluminense.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Ama-Leblon preocupada com as árvores centenárias
Nota da coluna do Segundo Caderno do jornal O Globo:
A turma da Associação deve passar noites em claro pensando nas pobres jaqueiras. Sem comentários.
A turma da Associação deve passar noites em claro pensando nas pobres jaqueiras. Sem comentários.
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Arena na Gávea: Secretaria de Meio Ambiente veste a carapuça da burocracia para obtenção das licenças
O vice-presidente de esportes olímpicos Alexandre Póvoa concedeu uma entrevista ontem ao Globo Esporte afirmando que as pendências do IPHAN e CET-Rio para a construção da Arena Multiuso estavam sanadas e que o próximo passo seria a licença da Secretária de Meio Ambiente e, por fim, a aprovação final da Secretária de Urbanismo.
O dirigente argumentou que o Custo Brasil está embutido no lento e burocrático processo da obtenção das licenças.
Eis que a Secretária de Meio Ambiente vestiu a carapuça e soltou uma nota afirmando que "lamenta a transferência de responsabilidade no qual o Flamengo trata o caso", e que "na verdade o pedido de licenciamento foi protocolado na secretaria apenas no dia 31/05/2016 e aguarda o cumprimento de uma série de exigências, que o “interessado” sequer veio tomar conhecimento".
Reparem que em nenhum momento na entrevista o Alexandre Póvoa acusa a secretaria de ser a responsável pelo atraso na obra, mas sim protesta pelo conjunto do processo, cuja tramitação nos órgãos públicos já dura cinco anos.
É evidente que o Flamengo só poderia ter dado entrada na Secretária de Meio Ambiente após o cumprimento da nova exigência: aprovação das alterações do projeto pelo IPHAN.
O blog enaltece o zelo pela fauna e torce para que o Secretário Carlos Alberto Muniz não seja acusado novamente pelo Ministério Público por ter concedido licença ambiental equivocada, como já o fez, segundo o MP, que o acusou de destruir uma floresta considerada de preservação permanente em benefício da construtora Decta Engenharia Ltda.
Veja aqui.
Entretanto, o mais importante da reportagem do Globo Esporte é saber que o McDonald's continua interessado na arena, apesar da lentidão e burocracia, e inclusive injetando dinheiro para que se cumpra todas exigências de construção da obra.
quinta-feira, 16 de junho de 2016
IPHAN informa: projeto da Arena na Gávea está de saída
Depois da vitória de ontem, uma ótima notícia hoje: o IPHAN informa que o projeto para a construção da Arena Multiuso na Gávea está saindo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e voltando para o Planejamento de Construções do Rio de Janeiro na Secretaria Municipal de Urbanismo:
É esta a informação enviada por e-mail:
Informo que o Processo 01500.004398/2014-99, está dando saída hoje da Secretaria Técnica para o setor de Serviços Gerais, onde será encaminhado devidamente a PCRJ/SMU.
No começo de junho o blog trouxe a informação de que, como houve pequenas modificações na planta para atender, sobretudo, ao Detran, o processo teve que retornar ao IPHAN para “substituir a planta anterior”.
Entretanto o que deveria ser um procedimento simples, estava parado desde março. A pressão surtiu efeito!
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Curtinhas: Arena Multiuso e piscina na Gávea
Segue a novela para a tão sonhada Arena Multiuso na Gávea.
O processo andou na Prefeitura, já esta sendo analisado no Meio Ambiente que, teoricamente, é a última etapa. Depois volta para a Secretaria de Urbanismo - uma espécie de relator do processo, que junta todas as aprovações necessárias e emite a permissão final para a obra.
O problema é que, como houve pequenas modificações na planta para atender, sobretudo, ao Detran, o processo voltou para o IPHAN que precisa “substituir a planta anterior”. Deveria ser algo simples e rápido, mas já se foram dois meses de novo: o processo está lá desde março. Sem isso, sem arena.
Assim como da última vez, é hora de pressionar. O blog vai solicitar maiores esclarecimentos sobre o processo, via Lei de Acesso à Informação ou enviando e-mail: gabinete.rj@iphan.gov.br.
Os leitores do blog também podem pressionar o IPHAN.
******************
A piscina na Gávea tem prazo para ficar pronta: 27 de junho.
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Curtinhas: Arena e piscina
Eis as últimas informações:
Arena Multiuso na Gávea
O Flamengo teve uma reunião na segunda-feira na Prefeitura e o processo está na Secretaria de Urbanismo / Meio Ambiente. Com a saída de Marcos Braz, que era o interlocutor desta negociação, o prefeito Eduardo Paes indicou uma nova referência dentro da prefeitura. Na semana que vem poderemos ter informações mais concretas sobre as licenças.
O blog vai entrar em contato com a Secretaria, baseado na Lei de Acesso a Informações, e solicitar esclarecimentos sobre o andamento do processo.
Piscina na Gávea
Foi um investimento de R$ 6 milhões de reais, sendo que R$ 4 milhões foi de material importado. Com a alta do dólar, saindo de R$ 2,5 para R$ 4 o clube teve que aprovar um segundo projeto na Confederação Brasileira de Clubes e mesmo assim faltou dinheiro, tendo que gastar mais R$ 400 mil para terminar a compra dos materiais.
Pela crise econômica e as dificuldades enfrentadas pelo governo no Rio, a dificuldade foi grande para o clube captar dinheiro via renúncia de ICMS.
Um outro problema foi a instabilidade do terreno. A empresa italiana precisou fazer um "tanque de balanço", ou seja, quase uma outra piscina debaixo da Myrtha.
Enfim. Todo material chegou e as obras estão em ritmo acelerado. Até porque o clube precisa entregar a nova piscina ao Comitê Olímpico Britânico em 1º de agosto.
Depois é preciso chamar um padre pra benzê-la.
Arena Multiuso na Gávea
O Flamengo teve uma reunião na segunda-feira na Prefeitura e o processo está na Secretaria de Urbanismo / Meio Ambiente. Com a saída de Marcos Braz, que era o interlocutor desta negociação, o prefeito Eduardo Paes indicou uma nova referência dentro da prefeitura. Na semana que vem poderemos ter informações mais concretas sobre as licenças.
O blog vai entrar em contato com a Secretaria, baseado na Lei de Acesso a Informações, e solicitar esclarecimentos sobre o andamento do processo.
Piscina na Gávea
Foi um investimento de R$ 6 milhões de reais, sendo que R$ 4 milhões foi de material importado. Com a alta do dólar, saindo de R$ 2,5 para R$ 4 o clube teve que aprovar um segundo projeto na Confederação Brasileira de Clubes e mesmo assim faltou dinheiro, tendo que gastar mais R$ 400 mil para terminar a compra dos materiais.
Pela crise econômica e as dificuldades enfrentadas pelo governo no Rio, a dificuldade foi grande para o clube captar dinheiro via renúncia de ICMS.
Um outro problema foi a instabilidade do terreno. A empresa italiana precisou fazer um "tanque de balanço", ou seja, quase uma outra piscina debaixo da Myrtha.
Enfim. Todo material chegou e as obras estão em ritmo acelerado. Até porque o clube precisa entregar a nova piscina ao Comitê Olímpico Britânico em 1º de agosto.
Depois é preciso chamar um padre pra benzê-la.
segunda-feira, 7 de março de 2016
CET-Rio carimba as plantas da Arena Multiuso e projeto segue para secretarias municipais
O CET-Rio já havia oficiado o Flamengo há três meses e aprovado as plantas para a construção da Arena Multiuso na Gávea. Entretanto, para dar prosseguimento nos órgãos da Prefeitura, faltavam os carimbos nas plantas, e isto aconteceu nesta semana.
Repito: o projeto final já estava aprovado há três meses e só agora carimbaram as benditas plantas.
Agora sim poderá caminhar para a Secretaria de Urbanismo, Meio Ambiente e, por fim, Corpo de Bombeiros.
Se o Flamengo não pressionar neste ano eleitoral, não lançar uma notinha oficial e não forçar a celeridade processual, vai começar as obras só no ano que vem.
O blog se compromete a pressionar por e-mail. Vamos divulgar os links para que a torcida faça o mesmo. De forma educada, evidente.
Repito: o projeto final já estava aprovado há três meses e só agora carimbaram as benditas plantas.
Agora sim poderá caminhar para a Secretaria de Urbanismo, Meio Ambiente e, por fim, Corpo de Bombeiros.
Se o Flamengo não pressionar neste ano eleitoral, não lançar uma notinha oficial e não forçar a celeridade processual, vai começar as obras só no ano que vem.
O blog se compromete a pressionar por e-mail. Vamos divulgar os links para que a torcida faça o mesmo. De forma educada, evidente.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Câmara autoriza Corinthians a construir sua arena olímpica na sede. Enquanto isso no Rio...
São essas notícias que deixam qualquer um irritado pelo baixo nível da política do Rio de Janeiro.
Notícia da Folha de São Paulo: "Câmara autoriza Corinthians a fazer arena multiúso no Parque São Jorge".
É isso mesmo. Uma emenda do vereador Milton Leite (DEM) que foi incorporada à lei de zoneamento permite que o Corinthians possa construir uma arena multiúso em sua sede social.
Os amigos do blog sabem que o Flamengo tem um projeto de sua arena multiúso na Gávea. O clube já conseguiu uma das licenças mais dramáticas, que é a do IPHAN. E agora depende da boa vontade da prefeitura em fazer o projeto tramitar internamente pela Secretaria de Meio-Ambiente.
Novamente: é hora do Rubro Negro usar a eleição municipal a seu favor, ou vai ficar a ver navios. Não tenho notícia de bastidores, mas é evidente o desleixo da prefeitura pelo projeto.
Está na hora do clube se manifestar publicamente, com coletiva, notas oficias e atletas da Gávea fazendo uma peregrinação na sede da Prefeitura até o projeto sair de lá.
É um troço revoltante!
Notícia da Folha de São Paulo: "Câmara autoriza Corinthians a fazer arena multiúso no Parque São Jorge".
É isso mesmo. Uma emenda do vereador Milton Leite (DEM) que foi incorporada à lei de zoneamento permite que o Corinthians possa construir uma arena multiúso em sua sede social.
Os amigos do blog sabem que o Flamengo tem um projeto de sua arena multiúso na Gávea. O clube já conseguiu uma das licenças mais dramáticas, que é a do IPHAN. E agora depende da boa vontade da prefeitura em fazer o projeto tramitar internamente pela Secretaria de Meio-Ambiente.
Novamente: é hora do Rubro Negro usar a eleição municipal a seu favor, ou vai ficar a ver navios. Não tenho notícia de bastidores, mas é evidente o desleixo da prefeitura pelo projeto.
Está na hora do clube se manifestar publicamente, com coletiva, notas oficias e atletas da Gávea fazendo uma peregrinação na sede da Prefeitura até o projeto sair de lá.
É um troço revoltante!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Alexandre Wrobel e as últimas sobre a Arena, CT e Morro da Viúva
Neste penúltimo dia do ano, o blog entrou em contato com o vice-presidente de patrimônio, Alexandre Worbel, para tratar de três assuntos: Arena, CT e Morro da Viúva.
CT
Estamos finalizando a canalização e urbanização do terreno do CT. Até o final de fevereiro todo o CT estará pavimentado. Já estamos retomando as obras dos módulos do futebol profissional. Os recursos necessários já estão previstos no orçamento e o nosso compromisso é de finalizar o CT do futebol profissional até outubro de 2016. Vários equipamentos novos já chegaram ao CT e estarão à disposição dos jogadores até o final de janeiro.
MORRO DA VIÚVA
Ainda no decorrer do mês de janeiro vamos levar à votação no CODE o distrato firmado com a REX, retomando o prédio para que possamos novamente licita-lo. A idéia é que o dinheiro proveniente dessa nova licitação seja inteiramente investido no CT, visando a conclusão do CT da base.
Confira:
ARENA
O processo continua tramitando nos órgãos municipais. Infelizmente esse processo é muito lento mas estamos chegando lá. Nossa expectativa é ter o projeto aprovado até fevereiro.
Estamos finalizando a canalização e urbanização do terreno do CT. Até o final de fevereiro todo o CT estará pavimentado. Já estamos retomando as obras dos módulos do futebol profissional. Os recursos necessários já estão previstos no orçamento e o nosso compromisso é de finalizar o CT do futebol profissional até outubro de 2016. Vários equipamentos novos já chegaram ao CT e estarão à disposição dos jogadores até o final de janeiro.
MORRO DA VIÚVA
Ainda no decorrer do mês de janeiro vamos levar à votação no CODE o distrato firmado com a REX, retomando o prédio para que possamos novamente licita-lo. A idéia é que o dinheiro proveniente dessa nova licitação seja inteiramente investido no CT, visando a conclusão do CT da base.
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Alexandre Póvoa fica para o próximo triênio e comenta sobre os principais assuntos olímpicos
O presidente reeleito Eduardo Bandeira de Mello toma posse nesta terça-feira, às 19h, para o seu segundo mandato.
Alexandre Póvoa, que não se posicionou nesta eleição, está confirmado e continua como o vice-presidente de esportes olímpicos para a próxima gestão.
O blog bateu um papo com ele sobre os principais assuntos da pasta, confira:
PERMANÊNCIA
Sim, estarei amanhã tomando posse como VP de Esportes Olímpicos. Na verdade, dado que não participei da campanha, não houve tempo de se discutir todos os assuntos na profundidade que eu queria. O Eduardo me pediu um voto de confiança, que eu estou dando. Não mudei em nada a minha opinião. Vou discutir fortemente a minha ideia de um Flamengo único com o grupo e avaliar até que ponto as pessoas vão aceitar. Depois de autossuficiente, o que queremos do esporte olímpico agora? Temos a Gávea toda reformada, temos condições agora de avançar.
ARENA NA GÁVEA
Marcos Braz está vendo diretamente com a Casa Civil, o processo está no Urbanismo (que vai distribuir para o Meio Ambiente). A burocracia é gigante.
VÔLEI
A derrota do vôlei (no estadual adulto contra o Botafogo) foi muito dura, garotada toda sub-20, o Botafogo já tem alguns adultos. Mas faz parte do processo de amadurecimento desse time de muito talento, que é tetracampeão carioca (inclusive ganhando sempre do Botafogo). Estaremos trazendo 3 ou 4 adultos para encorpar o time na Superliga B. Nomes em breve, mas é claro que o orçamento é modesto.
NATAÇÃO
Muito emocionante a conquista do índice do Altamir. Diria que depois da NBB em maio, foi a minha maior alegria no cargo em 2015. Símbolo de um projeto do qual assumimos em 2013 e que apanhamos muito por isso. Como foi a reconstrução A Myrtha já está no porto de Vitória e chega na Gávea em duas semanas. A maior parte dos 1,3 milhões do último projeto da CBC será para completar a piscina - filtragem, blocos de partida, entre outras coisas que tornarão a
Piscina do Flamengo na linha das mais modernas do mundo.
A Jheniffer da Conceição já está com o índice B também. Se ninguém atingir o índice A na prova dela, ela também vai a Olimpíada também. A Nathália de Almeida também tem chances. Todos nadando na Gávea em 2016, precisando avançar na equipe gradativamente e em bases sólidas.
BASQUETE
Sobre o basquete, acho novamente que o pessoal está muito ansioso e talvez mal acostumado. Gostaria de lembrar que no ano passado, se não me engano, no primeiro turno perdemos 5 ou 6 jogos. Perdemos a Liga das Américas e muitos deram a NBB como perdida. Jogadores como o próprio Nico não jogaram nada na fase inicial da NBB. Tivemos o problema do Marcelinho. Trabalhamos muito e deu no que deu no final. Portanto:
1 - Primeiro, nossa preparação física esta fortíssima, para chegarmos bem na Liga das Américas. Alguns jogadores estão sentindo. Confio nesses profissionais, tem enorme crédito. Na hora certa voamos no ano passado, lembra?
2 - Acho cedo para falar do Jason e do Rafael Luz. Ambos ainda se adaptando. Vão crescer. Mas é claro que todos os jogadores que chegaram tem que provar, jogar no Flamengo é o auge no basquete.
3 - Perdemos jogadores importantes. É um chute completo afirmar que os jogadores atuais vieram pelo mesmo preço, em dólares ou reais, do que os anteriores. A realidade é outra com o dólar à 4 reais. Não esperem o time com o mesmo talento do ano passado, mas certamente um time mais marcador, mais pesado, nem por isso mais fraco.
4 - Não subestimem a capacidade de planejamento e observação do basquete do Flamengo. No começo da temporada, planejamos uma equipe e às vezes guardamos cartas na manga para, se possível, usarmos na hora certa. Podemos até errar, mas estamos sempre pensando. Lembrando que a cada ano é mais difícil ganhar de novo.
Alexandre Póvoa, que não se posicionou nesta eleição, está confirmado e continua como o vice-presidente de esportes olímpicos para a próxima gestão.
O blog bateu um papo com ele sobre os principais assuntos da pasta, confira:
PERMANÊNCIA
Sim, estarei amanhã tomando posse como VP de Esportes Olímpicos. Na verdade, dado que não participei da campanha, não houve tempo de se discutir todos os assuntos na profundidade que eu queria. O Eduardo me pediu um voto de confiança, que eu estou dando. Não mudei em nada a minha opinião. Vou discutir fortemente a minha ideia de um Flamengo único com o grupo e avaliar até que ponto as pessoas vão aceitar. Depois de autossuficiente, o que queremos do esporte olímpico agora? Temos a Gávea toda reformada, temos condições agora de avançar.
ARENA NA GÁVEA
Marcos Braz está vendo diretamente com a Casa Civil, o processo está no Urbanismo (que vai distribuir para o Meio Ambiente). A burocracia é gigante.
VÔLEI
A derrota do vôlei (no estadual adulto contra o Botafogo) foi muito dura, garotada toda sub-20, o Botafogo já tem alguns adultos. Mas faz parte do processo de amadurecimento desse time de muito talento, que é tetracampeão carioca (inclusive ganhando sempre do Botafogo). Estaremos trazendo 3 ou 4 adultos para encorpar o time na Superliga B. Nomes em breve, mas é claro que o orçamento é modesto.
NATAÇÃO
Muito emocionante a conquista do índice do Altamir. Diria que depois da NBB em maio, foi a minha maior alegria no cargo em 2015. Símbolo de um projeto do qual assumimos em 2013 e que apanhamos muito por isso. Como foi a reconstrução A Myrtha já está no porto de Vitória e chega na Gávea em duas semanas. A maior parte dos 1,3 milhões do último projeto da CBC será para completar a piscina - filtragem, blocos de partida, entre outras coisas que tornarão a
Piscina do Flamengo na linha das mais modernas do mundo.
A Jheniffer da Conceição já está com o índice B também. Se ninguém atingir o índice A na prova dela, ela também vai a Olimpíada também. A Nathália de Almeida também tem chances. Todos nadando na Gávea em 2016, precisando avançar na equipe gradativamente e em bases sólidas.
BASQUETE
Sobre o basquete, acho novamente que o pessoal está muito ansioso e talvez mal acostumado. Gostaria de lembrar que no ano passado, se não me engano, no primeiro turno perdemos 5 ou 6 jogos. Perdemos a Liga das Américas e muitos deram a NBB como perdida. Jogadores como o próprio Nico não jogaram nada na fase inicial da NBB. Tivemos o problema do Marcelinho. Trabalhamos muito e deu no que deu no final. Portanto:
1 - Primeiro, nossa preparação física esta fortíssima, para chegarmos bem na Liga das Américas. Alguns jogadores estão sentindo. Confio nesses profissionais, tem enorme crédito. Na hora certa voamos no ano passado, lembra?
2 - Acho cedo para falar do Jason e do Rafael Luz. Ambos ainda se adaptando. Vão crescer. Mas é claro que todos os jogadores que chegaram tem que provar, jogar no Flamengo é o auge no basquete.
3 - Perdemos jogadores importantes. É um chute completo afirmar que os jogadores atuais vieram pelo mesmo preço, em dólares ou reais, do que os anteriores. A realidade é outra com o dólar à 4 reais. Não esperem o time com o mesmo talento do ano passado, mas certamente um time mais marcador, mais pesado, nem por isso mais fraco.
4 - Não subestimem a capacidade de planejamento e observação do basquete do Flamengo. No começo da temporada, planejamos uma equipe e às vezes guardamos cartas na manga para, se possível, usarmos na hora certa. Podemos até errar, mas estamos sempre pensando. Lembrando que a cada ano é mais difícil ganhar de novo.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
O triste e inacreditável jogo político que estão fazendo com a Arena Multiuso. Ou: a súbita mudança de Wallim Vasconcelos
Aguardar unanimidade tratando-se de Flamengo era ilusão, mas de gente que até outro dia estava se reunindo com a prefeitura para obter as licenças e assim iniciar a obra da Arena Multiuso na Gávea, e hoje ser contra por 40 votos de tenistas, é de uma decepção absurda.
O que uma campanha eleitoral não faz, hein?
Em dois anos e oito meses jamais se ouviu falar em Arena Deodoro, e hoje esse projeto está até no jornal da chapa Verde, amplamente distribuído no sábado.
"Chapa Verde e o legado olímpico da Rio-2016: Planejamento para clube assumir arenas da Olimpíada no Rio de Janeiro já está em andamento".
No domingo, em entrevista à rádio Tupi, o candidato Wallim Vasconcelos, afirmou que a Arena não é unanimidade entre os associados e que, se acontecer, deverá ser em outro local no clube.
Estão jogando quase três anos de luta e trabalho de gente comprometida com o Flamengo na lata do lixo. Falam como se fosse uma maquete, onde você pudesse mudar as coisas de posição sem nenhuma dificuldade.
Ora, o clube atendeu e refez a todos os pedidos e exigências da Prefeitura. O último destes foi uma complementação do projeto, quando precisou recuar quase nove metros, que tomou cerca de 400 assentos da nova arena, por exigência do IPHAN.
Que história é essa de "se acontecer, deverá ser em outro local do clube"?
O mesmo Wallim, ao lado do Póvoa e do Marcos Braz, participou de diversas reuniões em Secretárias e Órgãos para chegarem a um denominador comum e nunca se falou "em outro local no clube".
Mas tudo na vida tem uma explicação e a verdade sempre aparece. Depois de afirmar, em março deste ano em entrevista ao site Mundo Rubro Negro, que a Arena era fundamental para o Flamengo e a cidade do Rio de Janeiro:
Eis que o candidato Wallim, em carta assinada e endereçada aos sócios-tenistas, agora afirma que o atual projeto da Arena Multiuso não é mais o adequado para o clube e está muito distante da viabilização. E o que esforço central será conseguir obter a liberação junto às autoridades públicas das arenas olímpicas.
Por 40 votos, joga-se um projeto de um super investimento na Gávea e coloca novamente o Flamengo nas mãos do poder público. Como se não bastasse todos os prejuízos que o clube tem no Maracanã. É asqueroso.
O que uma campanha eleitoral não faz, hein?
"Chapa Verde e o legado olímpico da Rio-2016: Planejamento para clube assumir arenas da Olimpíada no Rio de Janeiro já está em andamento".
No domingo, em entrevista à rádio Tupi, o candidato Wallim Vasconcelos, afirmou que a Arena não é unanimidade entre os associados e que, se acontecer, deverá ser em outro local no clube.
Estão jogando quase três anos de luta e trabalho de gente comprometida com o Flamengo na lata do lixo. Falam como se fosse uma maquete, onde você pudesse mudar as coisas de posição sem nenhuma dificuldade.
Ora, o clube atendeu e refez a todos os pedidos e exigências da Prefeitura. O último destes foi uma complementação do projeto, quando precisou recuar quase nove metros, que tomou cerca de 400 assentos da nova arena, por exigência do IPHAN.
Que história é essa de "se acontecer, deverá ser em outro local do clube"?
O mesmo Wallim, ao lado do Póvoa e do Marcos Braz, participou de diversas reuniões em Secretárias e Órgãos para chegarem a um denominador comum e nunca se falou "em outro local no clube".
Mas tudo na vida tem uma explicação e a verdade sempre aparece. Depois de afirmar, em março deste ano em entrevista ao site Mundo Rubro Negro, que a Arena era fundamental para o Flamengo e a cidade do Rio de Janeiro:
Eis que o candidato Wallim, em carta assinada e endereçada aos sócios-tenistas, agora afirma que o atual projeto da Arena Multiuso não é mais o adequado para o clube e está muito distante da viabilização. E o que esforço central será conseguir obter a liberação junto às autoridades públicas das arenas olímpicas.
Por 40 votos, joga-se um projeto de um super investimento na Gávea e coloca novamente o Flamengo nas mãos do poder público. Como se não bastasse todos os prejuízos que o clube tem no Maracanã. É asqueroso.
Como já escrevi no post passado, Wallim, Landim, Tostes e toda a chapa Verde prestam um imenso desserviço ao Flamengo e fazem o discurso perfeito aos ouvidos da Prefeitura: um trouxa vai administrar o elefante-branco dos jogos olímpicos.
Se o sentimento é de decepção por esse jogo político tão rasteiro, fico imaginando o Alexandre Póvoa, vice-presidente de esportes olímpicos, que durante todo o mandato esteve lutando bravamente contra tudo e contra todos, sem nenhum apoio ou interesse do poder público pela Arena.
Aliás, neste sentido, até entendia a posição de neutralidade dele até aqui, mas depois disso não existe, a meu ver, a possibilidade dele ficar imparcial neste pleito. Ou corre seriamente o risco de ver todo seu esforço ser jogado na lata do lixo.
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