terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Traffic foi a responsável pelo "Guerreiro Tricolor" do Fluminense

Saiu no Máquina do Esporte:

A Traffic é a nova parceira do departamento de marketing do Fluminense, e foi ela que idealizou o programa Guerreiro Tricolor, o pacote de vendas de ingressos para a Libertadores e Estadual, e deve ser também a idealizadora do sócio-torcedor que deverá ser lançado em breve.

Quem comprar esse pacote, pela internet ou telefone, terá a prioridade para adquirir, até quatro dias antes dos jogos, os ingressos dos clássicos no Carioca e das fases de mata-mata na Libertadores e no estadual.

Segundo o vice-presidente do Fluminense, a Traffic além de idealizadora do projeto, dará apoio operacional. Estima-se um lucro de R$ 10 milhões, não sabendo, portanto, quanto a Traffic leva de percentagem no lucro.

O Fluminense pretende notificar a BWA para romper o contrato por comum acordo e passar a trabalhar com a empresa Ingresso Mais, porém, a BWA já afirmou que cobrará uma multa de R$ 5 milhões de reais para rescindir o contrato que tinha com o clube até 2012.

Na Gávea, a situação é mais crítica, pois a BWA tem contrato até 2013, e a empresa tornou-se muito mais que uma simples parceira na comercialização de ingressos, inclusive fazendo empréstimos ao Clube. Saiu a notícia ano passado, que já foi pago o valor de R$ 4,4 milhões da dívida de R$ 13 milhões.

Enquanto isso, todos os clubes cariocas já saíram na frente e lançaram seus pacotes para o Estadual, e o Flamengo vai ficando pra trás.

Sobre o sócio-torcedor, a presidente Patrícia Amorim disse em entrevista nesse domingo a rádio CBN, que a Traffic teria a preferência, e não a exclusividade, do sócio-torcedor. Graças a Traffic, que precisa lucrar com a presença de Ronaldinho Gáucho, o projeto não deve demorar a sair do papel, e olha que passou-se um ano para a diretoria atual estudar, trabalhar, analisar, reunir e colocar o bloco na rua. Que dificuldade, meu Deus!

Um comentário:

rnagato disse...

Comentei no blog do Monnerat que é incompreensível que os clubes, sabendo que terão o Engenhão por 2 anos, não consigam planejar uma venda de pacotes sozinhos e que tenham que terceirizar isso. Esse jogo de interesses me incomoda muito.

No caso do Flamengo, estarmos reféns da BWA ainda complica mais isso.

Isso é que é herança maldita...